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  • Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira

    Evangelizar os Pobres

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 240 págs. B.

    Este livro representa o esforço feito, com honestidade e durante 14 meses, para dar o Evangelho a um Povo, tendo em conta a sua situação concreta. Não estará perfeito, até porque foi trabalho de um só. E por isso, mais do que criticá-lo, prece que deveremos, antes, interrogarmo-nos  sobre o que, como Igreja, temos, eficazmente, feito pela libertação e salvação dos oprimidos e pela evangelização doa Pobres. (Padre Mário de Oliveira)

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  • Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia de Amorim de Carvalho

    Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia

    Amorim de Carvalho

    10,00 

    Deus e o Homem: na Poesia e na Filosofia de Amorim de Carvalho
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 242 págs. B.
    Colecção: Estudos e Críticas

    Este volume da série «Estudos e Críticas» reúne textos publicados e inéditos, concebidos para edição em livro. No prólogo, o autor distingue filosofia e poesia, questionando a ideia de «poeta-filósofo» associada a Antero, Pascoaes e Pessoa. Destaca-se o estudo sobre o platonismo e a simbologia católica no saudosismo de Teixeira de Pascoaes, afirmando-se como contributo crítico para o pensamento literário português.

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  • Fada Oriana, A

    Fada Oriana, A

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    5,00 

    A Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Figueirinhas. Lisboa, 2011, 82 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Natividade Corrêa

    Dizia Sophia que as fadas são seres da natureza. Queria com isto lembrar que elas nascem da nossa capacidade de atribuir vida, vontade e intenções ao mundo da natureza.
    Em A Fada Oriana, encontramos o dom da proteção sobre os seres mais frágeis que vivem numa floresta, encontramos as tão humanas oscilações entre a solidariedade, o sentido da responsabilidade, o egoísmo e a vaidade. Encontramos, como é próprio de muitos contos tradicionais e para a infância, as peripécias de uma luta entre o bem e o mal.

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  • Aventuras de Barão de Munchhausen

    Aventuras de Barão de Munchhausen

    Henrique Marques Júnior

    7,00 

    Aventuras de Barão de Munchhausen de Henrique Marques Júnior
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d, 95 págs. E. Il.

    DECERTO ignoram que o barão de Munchhäusen existiu de facto. Chamava-se Carlos Frederico Jerónimo; nasceu em 1720, na pequena cidade de Hanover-Alemanha e morreu nas suas propriedades de Bodenwerder, em 1797.

    Serviu no exército russo contra os turcos, de 1720 a 1741. Tornou-se especialmente conhecido e popular pelas incríveis fanfarronadas que lhe são atribuídas e que ficaram proverbiais.

    Essas aventuras foram relatadas primeiro pelo inglês Raspe, em 1785, е  ano seguinte foram traduzidas em alemão, com inúmeras adições, por Burger.

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  • Sete Virtudes de Odette de Saint-Maurice

    Sete Virtudes, As

    Odette de Saint-Maurice

    7,50 

    Sete Virtudes de Odette de Saint-Maurice.
    Livraria Figueirinhas. Porto, 1960, 121 págs. E.

    Odette de Saint-Maurice (Lisboa, criada no Porto) destacou-se como escritora, produtora e realizadora radiofónica. Estreou-se aos 10 anos com “O Anel da Princesa” e publicou “O Canto da Mocidade” (1938). Colaborou com o Rádio Clube Português e a Emissora Nacional, adaptando obras literárias premiadas. Escreveu dezenas de romances juvenis e discos infantis. Autora da primeira telenovela portuguesa, “Vila Faia”, viveu os últimos anos em Óbidos com o marido, frei Vicente do Nascimento.

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  • Esfinge Falou de Maurício Dekobra

    Esfinge Falou, A

    Maurício Dekobra

    5,00 

    Maurice Dekobra (1885–1973) foi um renomado escritor e jornalista francês, célebre por seu estilo cosmopolita e narrativas envolventes. Seu maior sucesso foi o romance La Madone des Sleepings (1925), que se tornou um best-seller internacional e o transformou num autor popular entre guerras. Suas obras exploram temas como intriga, espionagem e sedução, refletindo o fascínio da época pelos cenários exóticos e personagens sofisticados.

  • Dicionário da História de Portugal de Joel Serrão

    Dicionário da História de Portugal

    Joel Serrão

    100,00 

    Dicionário da História de Portugal de Joel Serrão [Dir.]
    Livraria Figueirinhas. Porto, 1999, 7 vols.

    O Dicionário de História de Portugal, publicado entre 1963 e 1971, é uma das obras mais marcantes da historiografia portuguesa. Com um total de cerca de 3500 páginas, foi editado pela Livraria Figueirinhas, do Porto, e pelas Iniciativas Editoriais, de Lisboa. Como o nome indica, é uma ordenação alfabética de entradas, dedicadas a pessoas, conceitos, lugares e acontecimentos, cuja selecção e redacção se caracterizavam, à data da publicação, pela grande variedade, modernidade e actualização.

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  • Histórias da Terra e do Mar

    Histórias da Terra e do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    5,00 

    Enquanto Lúcia se deslumbra com o brilho de um mundo a que quer pertencer, Hans desafia os mares para fazer cumprir o seu destino.
    Nestas histórias, em terra e no mar, as personagens procuram a sua verdadeira vida, que se revela nos espaços, na noite, no silêncio, no som do mar.

  • Contos Exemplares

    Contos Exemplares

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    6,00 

    Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Figueirinhas. Porto, 1993, 188 págs, B.

    Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às «Novelas Exemplares» de Cervantes. Inclui os contos «O Jantar do Bispo», «A Viagem», «Retrato de Mónica», «Praia», «Homero», «O Homem» e «Os Três Reis do Oriente».

    Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, «”Não aceitar o escândalo”, não “ceder ao desastre”, é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.».

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  • Olhar Que se Esquiva à Luz de Gustave Thibon

    Olhar Que se Esquiva à Luz

    Gustave Thibon

    10,00 

    Olhar Que se Esquiva à Luz de Gustave Thibon.
    Livraria Figueirinhas. Porto, 1957, 345 págs. B.

    “A voz solitária que sabe despertar o Deus adormecido no homem” é a voz que este livro nos faz ouvir. Este Deus em nós desperta por vezes, procura-se a si próprio e nós procuramo-lo, ama-nos e nós amamo-lo, mas mal o sabemos. Estamos cegos pelas aparências deslumbrantes, entretidos com atracções tangíveis, mas continuamos sempre sedentos de amor e de verdade. “Na realidade, todos procuram Deus porque todos pedem à terra o que a terra não pode dar; todos procuram Deus porque todos procuram o impossível.”

    Esta voz irrompe em fórmulas deslumbrantes, que desmascaram os erros e as hipocrisias, que iluminam o mais profundo de nós próprios. Como um relâmpago, ela atinge, ilumina e fecunda. Convida-nos a um diálogo patético connosco próprios, com os outros, com o Deus escondido. Talvez em nenhum outro lugar o recluso de Saint-Marcel-d’Ardèche tenha condensado tanta força explosiva como neste livro. Como a agulha de ouro de um acupunctor, a sua crítica penetra diretamente no nervo que desencadeará uma sacudidela salutar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.