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  • Convenção Ortográfica Brasileira de Augusto Morena

    Convenção Ortográfica Brasileira

    Augusto Morena

    7,00 

    Convenção Ortográfica Brasileira de Augusto Morena [Pre.].
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1945, 144 págs. B.

    Decreto n.º 35:228 de 8 de Dezembro de 1945. Com um prefácio de Augusto Moreno e um vocabulário auxiliar de harmonia com o texto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Política e Liberdade de José Bacelar

    Arte Política e Liberdade

    José Bacelar

    7,50 

    Arte Política e Liberdade de José Bacelar.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 76 págs. B.

    PARA o espírito livre ou seja: para aquele P espírito ao qual não foi feito o dom magnificente dum Absoluto, Absoluto que ele considerará coerentemente de raiz divina ou incoerentemente de raiz humana – não existe, ou não existe ainda, se quiserem, uma Verdade única: o que existe, de facto, são pontos de vista. E pontos de vista todos eles igualmente admissíveis, todos eles dignos de atenção, todos eles justos. Assim, que, na complicada construção dum edifício, o carpinteiro considere tudo sob o ponto de vista da carpintaria, o pedreiro sob o ponto de vista da alvenaria, o pintor sob o ponto de vista da pintura, são realidades contra as quais o espírito livre nada tem que dizer. Nada mais natural – e nada talvez mesmo mais necessário.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins

    Pequena História da Imprensa Portuguesa

    Rocha Martins

    6,00 

    Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 114 págs. B.

    A primeira noticia do Mundo devia ser o Fiat Lux, mas o Criador não tinha a quem a comu nicar e, assim, a informação inicial foi a que transmitiu a Adão: «Poderás comer de todas as árvores do jardim e mostrou-lhe o Eden mas não come rás da árvore dos conhecimentos do Bem e do Mal, porque morrerás no dia em que o fizeres).

    O repórter primitivo saíu entrevistador. A Serpente, ao procurar a mãe Eva, inquiriu-a: «Deus disse, real mente, que não comerias de todas as árvores do jardim?»).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Paz de Aristófanes

    Paz, A

    Aristófanes

    6,00 

    A PAZ, foi escrita por Aristófanes e apresentada nas Grandes Dionísias em 421 a.C.
    Esta comédia antiga critica e satiriza, de forma severa, a guerra no Peloponeso que colocou Atenienses contra Espartanos.
    A obra conta a estória de Trigeu de Atmónia, um agricultor grego que farto da guerra resolve voar até ao Olimpo, montado num escaravelho gigante, para tirar satisfações a Zeus. Mas os deuses, também eles cansados da guerra entre os homens, fogem para um lugar recôndito do espaço. Quando chega ao Olimpo, Trigeu toma conhecimento da partida dos deuses e de que a deusa Paz foi aprisionada numa gruta pela personificação da Guerra e da Desordem…
    Qualquer semelhança com a atualidade é pura coincidência.

  • Mistério

    Mistério, O

    Leónidas Andreief

    3,00 

    Leonid Nicolaevitch Andreiev (Oriol, Império Russo, 21 de agosto [Calend. antigo 9 de agosto] de 1871 – Finlândia, 12 de setembro de 1919) foi um escritor e dramaturgo, considerado um dos pioneiros do Expressionismo russo.

  • Vespas e as Aves

    Vespas e as Aves

    Aristófanes

    10,00 

    As Vespas e as Aves de Aristófanes.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1945, 164 págs. B.

    “Vespas” e “As Aves” são duas comédias escritas pelo dramaturgo grego Aristófanes. “As Vespas” critica o sistema judicial ateniense e a paixão dos cidadãos por participar em julgamentos, enquanto “As Aves” narra a história de dois atenienses que, cansados da cidade, decidem construir uma nova cidade no céu com a ajuda das aves.

    📝 Assinatura de posse.

  • NOVA POESIA PORTUGUESA DE FERNANDO PESSOA

    Nova Poesia Portuguesa

    Fernando Pessoa

    7,50 

    A Nova Poesia Portuguesa de Fernando Pessoa.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 119 págs. B.
    🗂️ Colecção: Cadernos Culturais | 84
    📃 Com prefácio de Álvaro Ribeiro

    Edição da colecção «Cadernos Culturais», com prefácio de Álvaro Ribeiro, dos artigos que Fernando Pessoa publicou em 1912 na revista A Águia sobre a nova poesia portuguesa, considerada sociologicamente. Pessoa analisa aí o aparecimento de uma poesia portuguesa renovada, ligada ao movimento da Renascença Portuguesa e ao saudosismo de Teixeira de Pascoaes, nela procurando os sinais de uma nova fase espiritual e literária do país.

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    Características do Exemplar
    🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário na folha de guarda, sem outras marcas.
    ✏️ Sublinhados a lápis.
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  • Viagem de Mozart a Praga

    Viagem de Mozart a Praga

    Eduard Morike

    4,00 

    Viagem de Mozart a Praga de Eduard Morike.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1943, 83 págs. B.

    Em A Viagem de Mozart a Praga, Mörike evoca a figura deste génio da música abrindo à personagem possibilidades lúdicas que ela raramente teve na vida real.

    No seu conjunto a obra é alegre, tendo o tema sido inventado, embora a figura humana seja verdadeira.

    Apenas um dia na vida de Mozart nos é descrito, mas com olhares retrospectivos para factos passados e futuros. Tudo isto é-nos narrado à volta daquele pequeno incidente que nos conta como o músico forasteiro se perde no jardim de um palácio e de como, sem pedir licença, colhe uma laranja de uma árvore. Mas, assim como o músico não é um vagabundo qualquer, também a laranjeira é uma árvore especial, destinada a uma festa de noivado.

    Desta forma este festejo é transformado, por Mozart, na festa das festas e um fragmento da obra de D. Giovanni é tocado, perante um público, pela primeira vez.

    Mörike, nesta obra, consegue captar a índole e o destino de Mozart numa mesma imagem, no esboço de um único dia, e apresentá-los juntamente com o jogo, a arte, a distracção e a vida na sociedade, a alegria e pressentimento de morte, as barreiras sociais e o vencer dessas mesmas barreiras através da arte, e tudo isto de uma forma genial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História Breve da Literatura Italiana

    História Breve da Literatura Italiana

    Edmund G. Gardner

    5,00 

    História Breve da Literatura Italiana de Edmund G. Gardner. Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 74 págs. B.

    Capítulo I – Da Idade Média ao Renascimento;
    Capítulo II – O Renascimento;
    Capítulo III – A Transição;
    Capítulo IV – Da Revolução Francesa ao Século XX.

    📝 Assinatura de posse

  • História Breve da Literatura Brasileira

    História Breve da Literatura Brasileira

    José Osório de Oliveira

    6,00 

    História Breve da Literatura Brasileira de José Osório de Oliveira.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1939, 120 págs. B.

    Baptismop Literário
    Simples Espectadores
    Factores de uma Literatura
    O Factor Principal
    Perídos da Literatura Brasileira
    O primeiro Poeta?
    Outros Primeiros Poetas
    Plêiade Mineira
    Modinha
    Introdutores do Romantismo
    Gonçalves Dias
    Outros Poetas Românticos
    José de Alencar
    Outros Romancistas Românticos
    Parêntesis Sobre a Diferenciação Linguística
    Outros Romancistas Românticos (continuação)
    Castro Alves
    Machado de Assis
    Espíritos Europeus
    Romance Naturalista
    Descobridor do Sertão
    Parnasianismo
    Simbolistas
    Inspiração Folclórica
    Libertação do Modernismo
    Conquista Definitiva do Carácter Nacional

    📝 Assinatura de posse.

  • Aparições

    Aparições

    Turguenef

    5,00 

    Aparições de Turguenef.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 66 págs. B.

    Ivan Turgueniev nasceu em Orel, no Império Russo, a 9 de novembro de 1818. A sua obra-prima, Pais e Filhos, é considerada uma das grandes marcas do século XIX. Aos 25 anos, com a publicação de Parasha obteve, pela primeira vez, a atenção da crítica. Com os romances Rudin, Gnedo, Dvorianskoe e Nakanune, deixa a sua marca literária com o mérito de ter sido o primeiro escritor russo com reconhecimento considerável na Europa Ocidental. É também conhecido como o inventor do termo nihilista, que aplicou ao protagonista do romance Ottsy I Deti e que acabou por chegar aos nossos dias com o significado de ausência de sentido, finalidade ou resposta, aplicado a áreas tão diversas como a arte, as ciências humanas, a literatura, a ética ou a moral. Em 1862, na sequência da publicação de Ottsy I Deti e da controvérsia à sua volta gerada, abandona a Rússia e, após passagens pela Alemanha e Inglaterra, estabelece-se em Bougival, arredores de Paris, onde acabaria por morrer a 3 de setembro de 1883.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fernando Pessoa: o Insincero Verídico de Adolfo Casais Monteiro

    Fernando Pessoa: o Insincero Verídico

    Adolfo Casais Monteiro

    20,00 

    Fernando Pessoa: o Insincero Verídico de Adolfo Casais Monteiro.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1954, 41 págs. B.

    Trabalho prefaciado por Eduardo Lourenço, de apreciável importância para a bibliografia passiva de Fernando Pessoa, publicado em edição de limitada tiragem.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fernando Pessoa: Esboço Interpretativo da sua Vida e Obra

    Fernando Pessoa: Esboço Interpretativo da sua Vida e Obra

    João Gaspar Simões

    7,50 

    Fernando Pessoa: Escorço Interpretativo da sua Vida e Obra de João Gaspar Simões.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 116 págs. B.

    Publicando agora em português esse breve trabalho, devo advertir o leitor de que o elaborei utilizando, por vezes textualmente, as páginas da minha longa biografia crítica do grande poeta, publicada em 1951 sob o título de Vida e Obra de Fernando Pessoa. Trata-se, pois, de uma síntese ou resumo desse trabalho, até à data, não obstante as criticas que lhe foram feitas, a única biografia completa do criador dos heterónimos. A advertência ai fica.

     

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados a lápis

  • Crise do Estado Providência, ACride do Estado Providencia Verso

    Crise do Estado Providência, A

    Pierre Rosanvallon

    7,00 

    A Crise do Estado Providência de Pierre Rosanvallon.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 144 págs. B.

    O Estado-Providência sofre de uma crise profunda. Se continuassem a aumentar ao ritmo actual, as despesas com a saúde absorveriam, dentro de trinta anos, a quase totalidade dos recursos disponíveis. A progressão regular dos descontos obrigatórios (impostos e cotizações sociais) põe em perigo a competitividade das empresas e o dinamismo da economia.

    Mas, mais ainda do que económica, a crise do Estado-Providência é social e cultural: é sintoma disso a segmentação da sociedade em interesses corporativistas, a qual constitui ao mesmo tempo o principal obstáculo no caminho da mudança.

    Somos assim chamados a recuperar o «atraso» (real, em certos domínios da protecção sanitária, nomeadamente) em relação às sociais-democracias, precisamente na altura em que os seus fundamentos vacilam por toda a parte.

    Como superar esta situação? No presente ensaio, Pierre Rosanvallon, economista e professor na Escola de Altos Estudos de Paris, traça perspectivas de saída, dando o seu contributo para a definição de um novo espaço pós-social-democrata. Rosanvallon propõe a substituição da lógica clássica da estatização do social pela tripla dinâmica da socialização, da descentralização e da automatização.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Heroína, Uma

    Heroína, Uma

    Jacques de Lagretelle

    5,00 

    Uma Heroína de Jacques de Lagretelle.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1944, 309 págs. B.

    Jacques de Lacretelle (Cormatin, 14 de Julho de 1888 — 2 de Janeiro de 1985) foi um escritor francês. Em 1936, foi eleito membro da Academia Francesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Breve História dos Génios da Economia

    Breve História dos Génios da Economia

    Paul Stratehern

    7,50 

    Breve História dos Génios da Economia de Paul Stratehern.
    Editorial Inquérito. Mem Martins, 2005, 328 págs. B.

    Compre este livro e cultive-se rindo. O autor consegue, notavelmente, pegar na economia – essa ciência triste – e torná-la divertida.

    Strathern tem o dom de animar as biografias, não só dos economistas clássicos, mas também dos pensadores que desenvolveram teorias estratégicas e outras progressistas ciências na área da previsão.

    «Até estes metálicos problemas têm o seu lado melodramático», disse Oscar Wilde referindo-se à economia, e Strathern sabe onde o encontrar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.