• Sonetos Românticos de Natália Correia

    Sonetos Românticos

    Natália Correia

    30,00 

    Sonetos Românticos de Natália Correia.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1990, 74 págs. B.

    Sonetos Românticos marca o regresso de uma das vozes mais singulares da moderna poesia portuguesa, no auge do seu fulgor criativo. Depois de Camões, Bocage, Antero, Florbela, algum Régio, uma forma tradicional em que a nossa lírica foi particularmente rica conhece de novo um dos seus momentos mais altos. E Natália Correia não hesita em invocar os seus maiores, «rogando à musa que torne claro o coração obscuro»: «A luz meridional que rigorosa / Infunde o mar no mármore, cobiçou / A Musa-júbilo azul-e a radiosa / Matéria no soneto repousou.»

    Livro galardoado com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores relativo a 1990.

    ✍🏻 Edição autografada pela autora Rafael Gomes Filipe.

  • Sementes de Só, Raízes de Mim de Madalena Caixeiro

    Sementes de Só, Raízes de Mim

    Madalena Caixeiro

    7,00 

    Madalena Caixeiro é natural de Coimbra. Licenciada em Filologia Germânica, destaca-se na escrita pela publicação das seguintes obras: “Sementes de só, raízes de mim” (Contos – Prémio Miguel Torga – Cidade de Coimbra, 1986); “Limites” (Romance – Prémio Victorino Nemésio, 1988); “A Pausa” (Contos, 1988); “Os Novelos” (Romance – Prémio Vitorino Nemésio, 1990); “O Declive” (Romance – Prémio Miguel Torga – Cidade de Coimbra, 1998); “Cadeira de Braços” (Romance – Prémio Victorino Nemésio, 2001); “A Porta” (Conto – Prémio Nacional Trindade Coelho / Câmara Municipal de Mogadouro, 2005); Publicação do conto “Ladino” num volume, com a colaboração de vários autores (no âmbito do Centenário do Nascimento de Miguel Torga – “Nós os Bichos”, 2007).

  • Colina de Cristal

    Colina de Cristal

    Baptista-Bastos

    7,50 

    Colina de Cristal de Baptista-Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1987, 212 págs. B.

    “Antigamente” – diz ele. Mas não o diz como se convocasse uma provisão de sentidos ou fizesse emergir uma submersa reserva de memória e de mitos. Diz: “Antigamente”, em voz suave, como se do ouvinte apenas solicitasse a recíproca tolerância

    📕 1ª Edição.

  • Dez Dedos de Conversa de António Torrado

    Dez Dedos de Conversa

    António Torrado

    5,00 

    Dez Dedos de Conversa de António Torrado.
    Edições O Jornal. Lisboa, 1987, 48 págs. B.

    Publicado originalmente em 1987 e agora reeditado com novo formato e novas ilustrações, este título reúne um conjunto de 10 pequenas histórias que têm como ponto de partida um escritor que, tamborilando com os dedos na secretária à espera de inspiração, se vê de repente confrontado com as queixas dos ditos dedos.

    Um poderoso (e divertido) exercício de imaginação que nos transporta para o surpreendente mundo dos dedos, onde não falta animação, um pouco de agitação e, até, alguma discussão!

    As ilustrações de Maria do Carmo Albuquerque espelham magistralmente a riqueza do texto, surpreendendo pela sua capacidade de reproduzir em imagens as difíceis situações de uma narrativa confinada aos dez dedos de uma mão.

    📕 1ª Edição.

  • Américo Guerreiro de Sousa

    Morte das Baleias

    Américo Guerreiro de Sousa

    6,00 

    Morte das Baleias de Américo Guerreiro de Sousa.
    O Jornal. Lisboa, 1988, 199 págs. B.

    «A Morte das Baleias» leva ainda mais longe a ironia muito peculiar e o humor negro inconfundível de «Os Cornos de Cronos», em cuja linha se situa, nele reaparecendo algumas das suas personagens. Porém, neste novo romance de Américo Guerreiro de Sousa, abrem-se inesperados caminhos ficcionais e há uma esperança que desponta após, logo no início do livro, Alexandre se tentar suicidar, metendo-se dentro do frigorífico… A confirmação e o alargamento da capacidade inventiva e efabuladora de um escritor já distinguido com o Prémio do Círculo de Leitores.

    📝 Assinatura de posse.

  • Elegia para um Caixão Vazio de Baptista-Bastos

    Elegia para um Caixão Vazio

    Baptista-Bastos

    7,00 

    Elegia para um Caixão Vazio de Baptista Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1983, 128 págs. B.

    Um homem quer escrever sobre uma revolução que se perdeu a si mesma. Não sabe, ainda, que a História é uma deusa cega, e também desconhece que escreve sobre os desencantos da sua geração. Ele julgou que tudo era permitido, porque tudo possuía à altura dos sonhos dos homens.

    Escreve a noite, o homem, com a tenacidade de quem acreditou na construção de um novo laço social. Escreve na noite, rodeado da família, recupera a memória das coisas e, por vezes, essa memória é um desfile de sujidade, de medos, de álcool e de sexo, como fugas ninguém sabe muito bem para onde.

    Crónica de uma geração, Baptista-Bastos juntou, ao mural da sua época, um outro quadro, no qual a dignidade humana se identifica com a identidade pessoal e a identidade social. Elegia para um caixão vazio é uma elegia para todos nós.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Balada da Praia dos Cães de José Cardoso Pires

    Balada da Praia dos Cães

    José Cardoso Pires

    15,00 

    Balada da Praia dos Cães de José Cardoso Pires.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1982, 256 págs. B.

    O romance foi escrito no período pós-revolução de 25 de Abril de 1974. A acção situa-se no princípio dos anos 60, e retrata alguns aspectos da sociedade portuguesa em plena época da ditadura salazarista. Relata a investigação dum assassínio; e a história começa com o relatório da descoberta de um cadáver enterrado na Praia do Mastro em 3 de Abril de 1960. Mais tarde, a polícia descobre tratar-se do major Luís Dantas Castro, um militar preso por tentativa de rebelião contra o regime vigente e que escapara da prisão.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amazónia Proibida de Cáceres Monteiro

    Amazónia Proibida

    Cáceres Monteiro

    6,00 

    Amazónia Proibida de Cáceres Monteiro.
    O Jornal. Lisboa, 1987, 104 págs. B.

    Carlos Cáceres Monteiro, jornalista dos semanários «0 Jornal» e «Seles, especializou-se, nos últimos anos, em grandes reportagens internacionais. Publicou os livros «O Mundo em Azert» e «China, contra-revolução tranquila (Prémio Gazeta 1985). Desta vez, escolheu a região que é considerada a maior maravilha do Planeta: a Amazónia, a última reserva natural do Mundo. O seu trabalho centra-se especialmente nos problemas dos indios, tendo penetrado nas regiões de acesso proibido. E a história dessa aventura que se conta nestes cadernos de reportagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.