Os Irmãos Lumière de Carla Poesio.
Didáctica Editora. Lisboa, s.d., 67 págs. E. Il.
Em 1894 o primeiro automóvel percorre a etapa Paris-Ruão, à velocidade de vinte e um quilómetros por hora. Franceses, Alemães e Americanos afirmam, alternadamente, serem os pais da invenção. A quem pertence o mérito? Difícil de afirmar,
O nome do seu inventor, Guilherme Marconi, difunde-se em todas as latitudes e em andra os continentes e, poucos meses mais tarde, recebe o mérito máximo da ciência oficial e Prémio Nobel.
George Stephenson filho de mineiro, e também ele, durante algum tempo, mineiro – pretendia apenas pôr à disposição dessa indústria uma máquina que aliviasse o trabalho desses homens, os quais além de extrairem o carvão das entranhas da terra – tinham também por missão trazê-lo à luz do sol.
Mas Stephenson não era apenas um inventor de génio nem vivia alheio aos problemas da sua época e, quando criou a locomotiva Rocket, o seu pensamento estava voltado para o futuro, tendo já como intuito as grandes possibilidades da nova máquina.
Recordar a vida e a obra de George Stephenson não é só prestar homenagem a um grande inventor. É também exaltar uma vontade tenaz de proporcionar aos homens a possibilidade de se sentirem irmãos, independentemente dos limites do tempo e do espaço.
Desnecessário se torna salientar a importância cada vez maior da protecção de instalações eléctricas, quer pelo incremento da utilização de maquinaria e aparelhagem eléctrica, quer pelos perigos a que se encontram sujeitos pessoas e bens.
Pretendeu-se aqui, como objectivo final, abordar, de forma simples, a protecção de canalizações e de algumas máquinas eléctricas com o recurso a fusíveis e relés. Como ponto de partida, são apresentados os principais elementos de protecção e suas características de funcionamento com referência constante à regulamentação portuguesa em vigor.
Tal como em Automatismos Industriais – Comando e Regulação dos mesmos autores, este novo livro apresenta-se com uma feição simultaneamente de âmbito técnico e de carácter didáctico.
Thomas Edison de Maria Bartolozzi Guaspari. Didáctica Editora. Lisboa, s.d., 74 págs. E.
Quando Thomas Edison morreu, a 18 de Outubro de 1931, toda a América pôs luto: os jornais do mundo inteiro deram a notícia em primeira página, e, nas escolas, os pro fessores recordaram aos alunos que desaparecera um grande homem. A importância de Thomas Alva Edison na história da civilização está patente no nú mero dos seus inventos: mais de mil.
A Guerra Franco-Prussiana; O Inferno dos Hospitais; A Geração Espontânea; Pasteur e a Prússia; Uma Paragem; Não um Descanso; A Academia de Medicina; Vitória sobre o Carbúnculo; Um Mal Obscuro chamado Hidrogobia; Dias de Ânsia e de Espera; O Pqueneo Meister; Apóstolo do Bem e da Verdade.
Cidadania Nacionais e Cidadania Europeia de François Paristo. Didáctica Editora. Porto, 2001, 401 págs. B.
Enquanto que os países europeus, após séculos de confrontos, são levados cada vez mais a partilhar um destino comum, torna-se necessário favorecer este conhecimento recíproco, comungando a reflexão com os nossos parceiros, através da experiènicia das nossas cidadanias, das ideias que as fizeram nascer e dos valores que lhes servem de fundamento. Tendo em conta a falta de compreensão pela utilidade da construção europeia. é necessário fixarmo-nos no significado deste projecto e definir os valores e as necessidades que levam a alargar o espaço do cidadão para além das fronteiras nacionais sem todavia as renegar; é útil reflectir sobre o lugar que a Europa poderia manter no mundo se os seus diversos elementos quisessem de facto admitir que, embora respeitando as diferenças, cada um poderia ser <<mais>> num conjunto europeu coerente.
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