Cesário Verde de Joel Serrão. Delfos. Lisboa, 1961, 266 págs. B.
A honestidade do processo analítico, a cultura do autor, a calorosa simpatia pelo poeta Cesário Verde dão a esta obra um nobre a alto valor. – in Diário de Notícias de 28 de Fevereiro de 1957
Agadir de Artur Lundkvist. Delfos. Lisboa, s.d., 137 págs. B.
AGADIR DE ARTUR LUNDKVIST – «Agadir», de Artur Lundkvist, vem incluir-se numa literatura terramotística em que se destaca o cataclismo de Lisboa, tratado por Kant, Voltaire e Goethe e, dum modo especial em lingua sueca, por Hedvig Charlotta Nordenflycht, Gustaf Fredrik Gyllenborg, Isaias Tegnér e mais recentemente por Hjalmar Gullberg.
Baseada na trágica experiência que sofreu em Agadir, Artur Lundkvist escreveu uma reportagem poética. Nela des-creveu os aspectos paisagísticos da cidade turística, as formas de vida encontradas e os anúncios descuidados da catástrofe.
Ana Kleiber de Alphonse Sastre. Editorial Presença. Lisboa, 1963, 260 págs. B.
[…] duas das mais notáveis peças deste grande autor espanhol contemporâneo: Ana Kleiber e Morte no bairro, duas obras na linha do melhor teatro realista actual.
Ana Kleiber estreou-se em Atenas, tendo sido posteriormente representada em Paris. Recentemente foi publicada nos Estados Unidos num volume antológico sob o título «The New Theatre of Europe» (O Novo Teatro Europeu). Morte no Bairro, peça ainda não estreada, é igualmente uma obra-prima do teatro contemporâneo.
📖 Exemplar por abrir 📝 Assinatura de posse. ❗ Outro título neste volume: Morte no Bairro
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