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  • HISTÓRIA DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL DE LUÍS AUGUSTO COSTA DIAS

    História do Sporting Clube de Portugal

    Luís Augusto Costa Dias

    20,00 

    HISTÓRIA DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL: UMA NOVA ABORDAGEM AOS ANOS ALVALADE DE LUÍS AUGUSTO COSTA DIAS
    Contraponto  Editores. Lisboa, 2020, 254 págs. E. Il.

    Nova história do Sporting Clube de Portugal que insere a génese do clube no contexto mais amplo da cultura e do desporto em Portugal. Com base em documentos inéditos ou pouco conhecidos e reinterpretados, o livro reconstitui os primeiros tempos do clube, das festas desportivas glamorosas aos primeiros torneios, até à morte prematura do fundador José Alfredo Holtreman Roquette, conhecido como José Alvalade, em 1918. O autor demonstra como o neto do visconde de Alvalade, mais do que portador de um sonho visionário, foi um propagandista esclarecido e um homem de acção que ergueu metodicamente as bases de um clube de vanguarda no desporto português.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 845g
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  • A Vida e a Morte dos Nossos Bancos de Helena Garrido

    Vida e a Morte dos Nossos Bancos, A

    Helena Garrido

    7,00 

    A Vida e a Morte dos Nossos Bancos: como os banqueiros usaram o nosso dinheiro e ele desapareceu de Helena Garrido.
    Contraponto.  Lisboa, 2016, 215 págs. B.

    Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa «grande farra» de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os «bons negócios» (feitos por «bons rapazes») tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros.

    O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão – a questão de vários milhares de milhões de euros – que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa – que, aliás, ainda está em curso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mentiroso de Goldoni

    Mentiroso, O

    Goldoni

    7,50 

    Mentiroso de Goldoni.
    Contraponto. Lisboa, s.d., 79 págs. B.

    O Teatro, na Itália do século XVII, estava quase exclusivamente nas mãos dos cómicos «dell’arte». Espantosos cómicos, sem dúvida, mas não suficientes para colocarem a Itália num lugar de destaque no plano teatral europeu, lugar que já ocupara e que perdera há muito. A comédia «dell’arte» invadira de tal forma os palcos italianos, que só a muito custo se podiam desenvolver outros géneros. Apenas a Ópera, em grandes centros como Veneza, Roma e Nápoles conseguia uma certa populuridade e, mesmo assim, só desde que os <<«libretti começaram a ser confiados a Pietro Trapassi, dito Metastasio, verdadeiro mago da palavra e da cena.

    📝 Assinatura de posse.

  • Diálogo Entre um Padre e um Moribundo de Donatien Aldonse François de SadeScanner 20250325 (2)

    Diálogo Entre um Padre e um Moribundo

    Donatien Aldonse François de Sade

    20,00 

    Diálogo Entre um Padre e um Moribundo de Donatien Aldonse François de Sade.
    Contraponto. Lisboa, 1959, 30 págs. B.

    Versão portuguesa de José Manuel Simões conforme o texto editado por Jean-Jacques Pauvert em 1953. Edição ilustrada com um desenho de Man Ray impresso à parte e uma pequena vinheta de Minos. Edição limitada a 500.

    📝 Assinatura de posse.

  • Face Sangrenta,

    Face Sangrenta,

    Vergílio Ferreira

    50,00 

    Face Sangrenta de Vergílio Ferreira.
    Contraponto. Lisboa, 1953, 78 págs. B.

    Primeira edição de um dos mais raros títulos da bibliografia de Vergílio Ferreira. Composto pelos contos Mãe Genoveva; Jacinto, o Livre; Gló; A Palavra Mágica; O Jogo de Deus; O Indiferente; O Encontro; e por fim, Adeus; «Face Sangrenta» é porventura o último título da obra do autor alinhada com o Neo-Realismo, movimento do qual se afastou para abraçar a corrente existencialista de Sartre e Malraux.

    📖 Exemplar por abrir
    Esta edição não é uma dos 500 exemplares com ilustrações de Lima de Freitas

  • Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    José Oliveira Barata

    6,00 

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno de José Oliveira Barata.
    Contraponto. Porto, 1983, 124 págs. B.

    A produção dramática de Bernardo Santareno ultrapassa de longe o significado do seu posicionamento na história do nosso mais recente teatro. Assume a força de documento social expresso através do vigor da sua dramaturgia. Iniciada em 1957 e chegando até 1980, a obra de Santareno reflecte a coerência do escritor de teatro, em Portugal, lutando contra todos os condicionalismos que se avolumavam em torno dos criadores artísticos. Desde obras integralmente proibidas, outras inicialmente toleradas e logo mandadas retirar de cena, até à desilusão e desespero da auto-censura», a obra deixada por Santareno reflecte, nas suas grandezas e debilidades, as vicissitudes por que passou o teatro português nos últimos vinte e cinco anos. Reflecte, por outro lado, a pesquisa de uma temática intrinsecamente portuguesa, mergulhando as suas raízes nos ricos terrenos das realidades populares, nos seus costumes, hábitos, grandezas e misérias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.