Auto da Alma de Gil Vicente de Maria Idalina Resina Rodrigues. Editorial Comunicação. Lisboa, 1980, 117 págs. B.
Regressa esta colecção a Gil Vicente para tratar desta vez de uma obra de cariz inteiramente diferente, O Auto da Alma, moralidade de timbre fortemente religioso cujas potencialidades de leitura ortodoxa ou abertamente cultural são aqui encaradas numa perspectiva que não arreda o texto de um enraizamento social que é profundamente determinante da sua significação. Um apêndice documental e a publicação do texto fac-similado enriquecem singu larmente esta já de si tão cuidada como acessível edição.
Auto dos Anfitriões de Camões de Clara Rocha. Editorial Seara Nova. Lisboa, 1981, 125 págs. B.
Tentaremos situar o Auto dos Anfitriões em três linhas diacrónicas:
1.1. Na obra literária de Camões; 1.2. – по percurso evolutivo do teatro português, de Gil Vicente ao teatro clássico; 1.3.- na sequência do teatro universal inspirado no mito de Anfitrião.
Karl Marx de Rius. Editorial Comunicação. Lisboa, 1976, 139 págs. B.
Tentar resumir Marx é, segundo a maior parte dos estudiosos, não apenas um sacrilegio, como uma inutil perca de tempo, já que Karl Marx é uma autoridade cuia linguagem se apresenta praticamente inacessivel aos espiritos simples… Apesar destas advertências, prosseguimos na elaboração do presente livro. Não há pior luta do que aquela que não se faz…
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