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  • O Cerco de Helen Dunmore

    Cerco, O

    Helen Dunmore

    7,50 

    O Cerco de Helen Dunmore
    Campo das Letras. Porto, 2007, 390 págs. B.

    No Inverno de 1941, os tanques alemães cercam Leninegrado. Isolada do mundo, a cidade definha, martirizada. Nas ruas, nos parques, nas casas, as pessoas vão morrendo de fome e de frio. Dia a dia, Anna e a família vão aprendendo a sobreviver, queimando livros para se aquecerem, fervendo um pedaço de couro para fazer sopa, ou cortando pedacinhos de pão para armazenar. Em”O Cerco”, Helen Dunmore contrapõe o amor e o ódio, a barbárie e a amizade, a vida e a morte, para construir uma obra impressionante, onde a guerra é vista no seu lado mais humano.

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  • Conferências de Filosofia II

    Conferências de Filosofia II

    Vicent Descombes

    7,00 

    Conferências de Filosofia II da Faculdade de Letras da Universidade do Porto de Vicent Descombes [et al.]
    Campo das Letras. Porto, 2000, 197 págs. B.

    Todo o homem sofre, como todo o homem se alegra, nasce e morre. Mas as realidades da dor e do sofrimento, juntamente com a da morte configuram-se actualmente como realidades cujo o sentido é fundacional. E daí a sua crescente importância filosófica.

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  • Diário de um Fescenino

    Diário de um Fescenino

    Ruben Fonseca

    7,00 

    “Os japoneses têm um provérbio: o sujeito começa a envelhecer quando não quer mais aprender. Meu provérbio é que o sujeito começa a envelhecer quando não quer mais amar, quando perde o entusiasmo pela comunhão sexual, não tem mais coragem de enfrentar a incandescência, os refinamentos eróticos e também as desilusões, aflições e a logística exasperante da aventura amorosa. É preciso, como afirma Don Juan do Molière, manter um olhar atento para os méritos de todas as mulheres, render homenagem a cada uma e pagar a cada uma o tributo a que nos obriga a natureza.”

  • Fátima Nunca Mais de Mário de Oliveira

    Fátima Nunca Mais

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Fátima Nunca Mais de Mário de Oliveira.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 211 págs. B.

    Quando, há tempos, aceitei participar num debate promovido pela SIC e respondi abertamente “Não” à pergunta “Acredita nas aparições de Fátima, foi um escândalo (quase) nacional. Nunca tal se ouvira na televisão, para mais da boca de um padre católico. Infelizmente o debate abortou pouco depois de ter começado, e quase não me foi possível apontar as razões do meu não. O que terá deixado toda a gente mais ou menos frustrada. E até a pensar menos bem de mim. Mas o impacto da minha resposta foi tal que até o próprio jornalista que conduzia o debate não conseguiu esconder o seu ar de espanto. Apressei-me, por isso, a recordar, tanto a ele como a todas as portuguesas e portugueses que, nessa hora, sintonizavam a SIC-e deveriam ser milhões, tal o impacto do debate-que, ao contrário do que pensa a maior parte das pessoas, mesmo não católicas, as aparições de Fátima não fazem parte do núcleo da Fé cristo católica o que quer dizer que se pode não acreditar em Fátima e continuar a ser cristão católico romano.

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  • Bohemia Nova e Os Insubmissos

    Bohemia Nova e Os Insubmissos

    Vera Vouga

    10,00 

    Bohemia Nova e Os Insubmissos de Vera Vouga [Ed.].
    Campo das Letras. Porto, 1999. B.

    Edição fac-similada das revistas “Bohemia Nova” e “Os Insubmissos”, seguidas de “Nem cá nem lá” e ” Bohemia Velha”. Com que mãos desfolhar estas páginas tão raras, tão míticas, tão amadas, tão deceptivas, tão frágeis? Com que mãos abordar as folhas que traçam uma geração que não tem, no momento, o direito da palavra? Com que mãos a não ser as do mais delicado e rigoroso afecto? Com que mãos a não ser as que acolham, na efémera efervescência de um pequeno meio e de um momento, o conflito evidente da grande cena humana? Coimbra, Fevereiro de 1889. Nos dois meses seguintes, estarão sempre em palco, quase sem tempo para preparação de fundo, dois grupos que se confrontarão como antagónicos. António Nobre e Eugénio de Castro, seus conhecidos pólos. Com saídas de cena, reforços, piadas, insultos e um pequeno incidente de rua. Sob o grito de guerra, depressa escrito, “De lança em riste”. E com que mãos fechar este espaço emblemático da condição humana, incapazes que temos sido de substituir esta afirmação bélica, egoísta, pela aferição límpida da paz? É verdade que aqui não deflagrou como evidência a semente do fogo sagrado. É verdade que aqui não encontramos versos definitivos como os de Campos “Ir, ir, ir, ir de vez”. Acabamos por entender estas revistas como campos de plantações genéticas a decantar-se em livro, mallarmeanamente ainda e sempre para vir: “L’homme chargé de voir divinement”. Fundo garimpo escuro. Na insistente textura de carvão ainda, mostra que por nós passa a promessa possível de um trapézio de luz. E assegura, grato horizonte tão longamente procurado e ainda inatingido no século que corre, no silêncio final da Analogia, a tão grata certeza de “Irmos arando em um montão de estrelas”.

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  • D. João I e Guimarães

    D. João I e Guimarães

    Rosa Maria Saavedra

    5,00 

    D. João I e Guimarães de Rosa Maria Saavedra.
    Campo das Letras. Porto, 2008, 72 págs. E.

    D. João I e Guimarãesé um livro que pretende sensibilizar e cativar os jovens para o ? conhecimento da História de Portugal. mais concretamente, do reinado de D. João I e da ligação deste monarca a Guimarães.

     

    Foi durante a crise de 1383-1385 que D. João ficou particularmente ligado a esta Vila, palco de vários episódios marcantes para a História de Portugal.

     

    A tomada da Vila de Baixo, seguida da conquista da Vila de Cima e o voto do rei a Santa Maria da Oliveira, com a consequente romagem a Guimarães, são alguns dos acontecimentos relatados neste livro.

    Muitos dos episódios narrados nesta obra, que procura seguir uma linha cronológica, são baseados na ‘Crónica de D. João I de Fernão Lopes, fonte privilegiada para melhor conhecer o rei de Boa Memória e este período da História de Portugal.

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  • Comédia do Campo e Comédia Burguesa

    Comédia do Campo e Comédia Burguesa

    Teixeira de Queirós

    7,50 

    Comédia do Campo e Comédia Burguesa de Teixeira de Queirós.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 191 págs. B.

    Da série “Comédia do Campo” fazem parte ‘Os Meus Primeiros Contos’ (1876), ‘Amor Divino’ (1877), ‘Antonio Fogueira’ (1882), ‘Novos Contos’ (1887), ‘Amores, Amores…’ (1897), ‘A Nossa Gente’ (1899), ‘A Cantadeira’ (1913) e ‘Ao Sol e à Chuva’ (1916). Esta série centra-se nos usos e costumes das aldeias minhotas, com a apresentação do seu modo de pensar, da vivência religiosa, das superstições e da sua actuação nos eventos característicos da vida do campo.

    Na série “Comédia Burguesa”, Teixeira de Queirós localiza a acção em Lisboa, pretendendo realizar “estudos fisiológicos e sociais da classe actualmente dominante”. Desta série fazem parte os romances ‘Os Noivos’ (1879), ‘O Salústio Nogueira’ (1883), ‘D. Agostinho’ (1894), ‘Morte de D. Agostinho’ (1895), ‘O Famoso Galrão’ (1898), ‘A Caridade em Lisboa’ (1901), ‘Cartas de Amor’ (1906), ‘A Grande Quimera’ (1919).

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  • Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843)

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843)

    Vasco Graça Moura

    10,00 

    Garrett, Numa Cópia Perdida do Frei Luís de Sousa (31.12.1843) de Vasco Graça Moura.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 32 págs. B.

    Livro de poesia publicado no seguimento do prefácio elaborado pelo autor a uma edição do Frei Luís de Sousa. Inclui fotografia a preto e branco de Ana Gaiaz.

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Júlio Dinis: um Diário em Ovar (1863-1866) de Maria Adelaide Godinho Arala Chaves

    Júlio Dinis: um Diário em Ovar (1863-1866)

    Maria Adelaide Godinho Arala Chaves

    15,00 

    Júlio Dinis: um Diário em Ovar (1863-1866) de Maria Adelaide Godinho Arala Chaves.
    Campo das Letras. Porto, 1998, 230 págs. B.

    Maria Adelaide Godinho Arala Chaves, natural de Ovar, licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem vivido em Ovar, onde lecionou Língua Portuguesa, Estudos Sociais e História do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Na continuidade de uma equiparação a bolseira do INIC entre 1978-1981, tem-se dedicado à investigação e levantamento etnográfico da região. Especialmente no âmbito da sua atividade docente, desenvolveu inúmeros projetos e ações de defesa do Ambiente e Património locais.

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  • Biombos e Biografias: As Sete Mil e Uma Oníricas de Manuela Malpique

    Biombos e Biografias: As Sete Mil e Uma Oníricas

    Manuela Malpique

    6,00 

    Biombos e Biografias: As Sete Mil e Uma Oníricas de Manuela Malpique [et al.].
    Campo das Letras. Porto, 1999, 78 págs. B.

    Os deuses estão de volta. Hermes convocou-os. Alados, arbustivos, luminosos, aí estão eles a revisitar-nos. O regresso dos deuses e das mitologias mostra-nos o regresso a uma concepção global do homem no seu ambiente natural e social. Natura e cultura, “physis” e “logos”, “demens” e “logos”, afecto e intelecto, corpo e espírito, sombra e luz – “uma ‘deontologia’ que saiba reconhecer em cada situação a ambivalência que a constitui” (Maffesoli 1996:23). O acto do conhecimento não pode mais dispensar esta dinâmica.

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  • Jack, o Estripador de Joel LimaJack o Estripador

    Jack, o Estripador

    Joel Lima

    2,50 

    De mistura com edições pirateadas das obras mais em voga nas esferas de maior poder de compra, surgiram nos inícios do século XX outras, quase sempre anónimas, que ou imitavam os escritos de autores famosos ou propunham relatos conformes às conhecidas apetências dos menos abastados. A Imprensa, em meados do século XIX, apercebeu-se igualmente desse imperativo e entrou de fornecer a assinantes e leitores avulsos romances truculentos, servidos às fatias e com continuação prometida, meses a fio, “para o próximo número”. Foi o despontar, por um lado, da edição popular – em brochuras adquiríveis com o dispêndio de uma só moeda de menor valor de quantas havia em circulação – e do “romance-folhetim”.

  • Confraria dos Espadas de Rubem FonsecaConfraria dos Espadas

    Confraria dos Espadas

    Rubem Fonseca

    7,00 

    Confraria dos Espadas de Rubem Fonseca.
    Campo das Letras. Porto, 1998, 129 págs. B.

    e um dos maiores escritores brasileiros contemporâneos, Rubem Fonseca (n. 1925, Minas Gerais), chega-nos o volume “A Confraria dos Espadas”, sete contos e uma espécie de peça de teatro, intitulada “À espera de Godard”. A maioria destes contos aborda o tema da morte, quer como uma decisão que pode ser nossa (na história de abertura um homem ajuda mulheres a morrer, com o conhecimento pleno e conscientes do que estão a fazer) ou como coisa imprevista (no conto “A festa” há um convidado que morrer e a senhora da casa decide continuar a festa que tanto trabalho lhe tinha dado a preparar). No conto que dá o título ao livro, “A confraria dos espadas”, um grupo de homens procura o controlo do corpo.

    Uma linguagem afiada, um humor cáustico, agri-doce e certeiro.

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  • Dicionário de Relações Públicas

    Dicionário de Relações Públicas

    Ana Vila Moutinho

    7,00 

    Dicionário de Relações Públicas de Ana Vila Moutinho.
    Campo das Letras. Porto, 2001, 348 págs. B.

    Este Dicionário de Relações Públicas preenche uma lacuna, indo ao encontro das necessidades de estudantes e profissionais, não só de Relações Públicas, como de Marketing, Publicidade e Comunicação.

    Livro concebido para fácil consulta, aqui são explorados conceitos através de numerosas e esclarecedoras sínteses monográficas, completando-se a obra com uma indispensável e actualizada legislação e um net-directório internacional das associações relacionadas com este universo.

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