Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza de Alberto A. Abreu. Câmara Municipal Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2006, 96 págs. B.
O ouro é belo e caro. Por isso é símbolo de poder. De ouro se fizeram: as coroas de louros dos Césares, as coroas reais e anéis reais e episcopais, os ceptros. E de ouro se fazem também os adornos: diademas, brincos, gargantilhas, fieiras e colares, alfinetes de peito (de embelezamento e apotropaicos), as cruzes de peito e outros elementos protectores e devocionais. De ouro são também as pulseiras, e as alianças designativas de estado civil.
Praias de Viana do Castelo de José Maria Costa. Câmara Municipal de Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2005, 159 págs. B.
O litoral fascina o Homem desde sempre e define-se pelo espaço onde terra e mar se influenciam mutuamente. É um recurso não renovável, cuja conservação garante a qualidade de vida presente e futura. O litoral de Viana do Castelo é excecional, com património natural, paisagístico e cultural único, e habitats que promovem elevada diversidade biológica. Ao longo de 24 km, encontram-se cerca de 40 praias variadas, rochedos, penhascos, dunas, marismas, rios e matas, formando um ecossistema de grande interesse ecológico.
Viana do Castelo Imagens de Outrora de António Novo.
Câmara Municipal de Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2008, 335 págs. E. Il.
Neste ano de 2008, em que a vasta família vianense comemora o 750º aniversário da outorga do Foral ao Município, pelo quinto rei de Portugal, Afonso III, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a que tenho a honra de presidir neste singular momento histórico, decidiu proporcionar a todos os munícipes a mais diversificada informação sobre a história desta póvoa marítima e o seu notável património natural e monumental, bem como sobre as riquíssimas tradições que sucessivas gerações de vianenses foram urdindo ao longo dos séculos, aqui e nas suas deambulações pelo mundo.
Pedro Álvares Cabral e a Sua Época de Thomaz de Mello. Comissão Executiva das Comissões do V Centenário do Nascimento de Pedro Álvares Cabral. Lisboa, 1968. B.
A exposição «Pedro Alvares Cabral e a sua época» quis recordar, memorar singelamente homens e vidas de muito preço, dignidade e permanente louvor. Afinal, aqueles em que poder não teve a morte.
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