Traição e Pátria de José Barata. Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1936, 11 págs. B.
Discurso proferido pelo Exmo. Sr. Dr. José Barata, na sessão solene de 14 de Março de 1936, no Liceu de Sá da Bandeira, em comemoração da tomada de Santarém aos Muçulmanos.
São CRONICAS no sentido mais genuino do termo, quer dizer, páginas de História que o autor bebeu na lição dos velhos cronistas e dos historiadores mais abalizados e a que, sempre fiel à verdade dos factos, soube dar em seguida uma forma literária própria
Santarém Memórias da Cidade de Luís Eugénio Ferreira. Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1998, 93 págs. B.
Não podemos escolher a cidade onde nascemos, mas podemos, em certas condições, escolher a cidade, onde vivemos a nossa vida. Num caso ou noutro, sempre se estabelecem relações afectivas muito fortes, que nos ligam ao espaço onde nossa vida teve início, ou onde ela decorreu posteriormente e nos permitem considerar a cidade como uma coisa nossa, como algo que faz parte de nós próprios, porque a cidade é o espaço físico onde se concretiza e decorre a nossa existência. A cidade fará assim parte da nossa memória, como sendo a sua maior referência. A cidade é também – o sentido sincrónico das relações que podemos estabelecer com ela, nos breves instantes da nossa própria vida. Ela é o nosso “habitat” o nosso ninho, e por isso ela protagoniza sempre o estilo e a qualidade de vida que levamos. Ela é o grande referente da nossa existência como seres sociais. E admitindo embora uma certa assimetria a cidade vive e envelhece connosco.
Aludir aos panoramas, aos monumentos, igrejas, ermidas, lugares ou simbolos dum passado longinquo: heróis, intelectuais, artistas, beneméritos, ao Povo (presente e ausente), às lendas, às antigas tradições, às associações recreativas e culturais, às memórias e episódios demonstrativos da coragem daqueles que nas recônditas profundezas dos séculos ajudaram a construir e a consolidar Santarém tendo como…
Contribuição para um Inventário do Arquivo Municipal de Santarém de António Maria Pedro.
Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1980, 188 págs. E.
A publicação deste “Roteiro” constitui, pois, um bom serviço que o Autor presta ao conhecimento da história municipal de Santarém, que o mesmo é dizer, da integração de una notável localidade na vida politica, religiosa, económica e social do nosso Pais. Merece o Dr. António Mario Pedro uma palavra de louvor pela excelente ferramenta de trabalho que assim oferece aos historiadores portugueses e a quantos mais se interessam pelo passado da velha Scalabis, terra bem digna de ser me morada pela valiosa contribuição que ofereceu para a formação de Portugal.
Calma Declinava de Mário Rui Silvestre.
Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 2000, 216 págs. B.
Vá lá o que tem este banco de especial? Está a ver acolá o nosso Ibn Irrick, fero e armado, a desancar nos mouros junto da porta de Atamarma?, Estou e não julgue que tenho pena deles que mantinham aqui reféns muitos dos sobreviventes de Soure, Não é isso, a história diz que o Mem Moniz de Canderei rachou os portões à machadada para o rei entrar com a cavalaria, e este portão é do tipo de subir e descer, todo em ripas de ferro cruzadas, Melhor! só teve de puxar a corda para o içar e pronto, se no século dezanove tivessem seguido os conselhos do Garrett e não deitassem abaixo essa porta íamos lá ver, assim contente-se com a imaginação deste artista que não é mau de todo, só isto?, Não, agora dê a volta ao banco…
Camoniana da Biblioteca Municipal de Santarém de Bertino Coelho Martins.
Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1980. B.
Apresentamos ao público a “Camoniana” da Biblioteca Municipal de Santarém, participando assim nas Comemorações do IV Centenário da Morte de Luiz Vaz de Camões. Simultâneamente, comemora-se o I Século de vida da Biblioteca “Camões” a primeira biblioteca pública da cidade inaugurada com grande pompa no primeiro dia das festividades do tricentenário da morte do épico, celebrado com grande relevo, como se pode verificar na “Acta da Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Santarém, de 13 de Junho de 1880”.
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