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  • Cagaréu I Salão de Humor de Aveiro

    Cagareu: Salão de Humor de Aveiro

    Associação Cultural Confraria Gastronómica S. Gonçalo de Aveiro

    12,00 

    Cagareu: Salão de Humor de Aveiro de Associação Cultural Confraria Gastronómica S. Gonçalo de Aveiro.
    Câmara Municipal de Aveiro. Aveiro, 2000-03, 2 vols [84 págs v.I, 119 págs. v.II]

    O humor gráfico português encontra nesta obra um expressivo testemunho através da reunião de trabalhos apresentados no Cagareu – Salão de Humor de Aveiro. Estes dois volumes ilustrados celebram a criatividade, a sátira e a caricatura como formas de expressão artística, documentando um importante evento dedicado ao desenho humorístico.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 370g
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  • Divagações de um Terceiro de Jaime Magalhães Lima

    Divagações de um Terceiro

    Jaime Magalhães Lima

    8,00 

    Divagações de um Terceiro de Jaime Magalhães Lima.
    Câmara Municipal de Aveiro. Aveiro, 1957, 110 págs. B.

    A Câmara Municipal de Aveiro, lançando agora este livro, o canto do cisne no Vale do Suão, não pode ter a pretensão de editar uma obra propriamente popular, que até a ajude nos seus esforços infatigáveis de urbanizar a cidade, mas pode ter o nobre orgulho de prestar a mais sensível das homenagens a quem tanto, pelo faiscar do seu cérebro, pelas fraternas irradiações da sua alma de santo, e até pelos traços patriarcais da sua fisionomia de asceta, tão justamente a mereceu e a conquistou.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Almada

    Almada

    João Sommer Ribeiro

    20,00 

    Almada de João Sommer Ribeiro [Org.].
    Câmara Municipal de Aveiro. Aveiro, 2001, 202 págs. E.

    Este Almada vai ser particularmente nosso, nesta exposição que estará em Aveiro até ao dia 13 e da de Janeiro de 2002. Almada é lembrado pelas gentes de Aveiro pelos dois frescos que realizou em 1940 para a estação dos C.T.T e que, durante precisamente 19 anos, foram vistos com admiração por milhares de pessoas.

    Foram infelizmente destruídos em 1959 para a realização de obras de gosto duvidoso ordenadas pela Administração dos Correios de então. Pena que os Aveirenses não tivessem levantado a voz contra este assassinato Artístico. Mas eram tempos difíceis e a alma e as vozes estavam ainda silenciadas.

    ❗ Capa danificada.