A mostrar todos os 2 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Suprêmes Visions d’ Orient

    Suprêmes Visions d’ Orient

    Pierre Loti

    75,00 

    Suprêmes Visions d’ Orient de Pierre Loti.
    Calmann-Lévy Editeurs. Paris, 1921, 316 págs. E

    No seu último livro, Pierre Loti revisita as suas derradeiras viagens a Constantinopla e Andrinopla, entre 1910 e 1913, num tom profundamente melancólico e contemplativo. Marcado pela consciência do fim — do verão, do Oriente e da própria vida — o autor evoca um mundo em desaparecimento, feito de minaretes brancos e cafés tranquilos, ameaçado pela modernidade europeia.

    Assombrado pela passagem inexorável do tempo, Loti revela-se aqui no auge da sua maturidade literária, contrariando a imagem de mero cronista de exotismos felizes. Paralelamente, assume uma posição política firme, defendendo a causa turca e a preservação do Império Otomano, ainda que por vezes enverede por posições controversas.

    Entre a nostalgia, o desencanto e a reflexão sobre o choque de civilizações, esta obra surge como um testemunho intenso e crepuscular de um escritor que observa, com lucidez e inquietação, o fim de uma era.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Victories Mutilées: Trois Tragédies

    Victories Mutilées: Trois Tragédies

    Gabrielle d' Annunzio

    10,00 

    Victories Mutilées: Trois Tragédies de Gabrielle d’ Annunzio.
    Calmann-Lévy Éditeurs. Paris, s.d., 327 págs. E.

    Gabriele D’Annunzio (1864-1938) nasceu em pleno Adriático, a bordo do navio Irene, e foi um dos mais fulgurantes escritores contemporâneos e, sem dúvida, o primeiro poeta da Itália moderna.

    Espírito irrequieto e voluntarioso, artista até à medula, os seus livros são, talvez, o produto feliz das suas qualidades e dos seus defeitos. Visto como um diabo com uma escrita de anjo, D’Annunzio permanece indiscutivelmente irresistível: «sem dúvida, o melhor escritor italiano do seu tempo, um esteta que faria Oscar Wilde parecer um mero burguês, um sedutor com o tato e apetite de Casanova, um fanático político e um orador apaixonante.» (The Washington Post).

    Em O Triunfo da Morte, a sua grande obra-prima, já se conseguem evidenciar os laivos de Nietzsche na escrita de D’Annunzio, tendo esta influência ultrapassado a literatura e evidenciando-se mais na vida excêntrica pela qual ficou conhecido.