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  • Como Organizar Portugal

    Como Organizar Portugal

    Fernando Pessoa

    7,00 

    COMO ORGANIZAR PORTUGAL DE FERNANDO PESSOA
    Babel. Lisboa, 2011, 21 págs. B.

    Ensaio político de Fernando Pessoa, em que o autor reflecte sobre as causas da decadência portuguesa e propõe os princípios de uma teoria da organização social adequada a Portugal. Recorrendo ao exemplo da disciplina organizativa alemã revelada na Primeira Guerra Mundial, Pessoa critica os idealismos herdados da Revolução Francesa e defende uma concepção pragmática e hierárquica da organização do Estado.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 70g
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  • A Sibila de Agustina Bessa-Luís

    Sibila, A

    Agustina Bessa-Luís

    7,00 

    A Sibila de Agustina Bessa-Luís
    Babel. Lisboa, 2014, 291 págs. B.

    No norte de Portugal, em finais do século xix, na propriedade da Vessada, há já muito tempo que são as mulheres que, perante a indolência e os sonhos de evasão que os homens alimentam, asseguram como podem a gestão da propriedade. Quina era uma adolescente franzina e inculta, que desde cedo participava nos trabalhos do campo ao lado dos trabalhadores. Com a morte do pai, com a propriedade quase em abandono, Quina passa a ter que ter uma ainda maior responsabilidade na administração da mesma. Graças ao seu esforço a todos os níveis, começa a acumular de novo a riqueza que seu pai desperdiçara, o que lhe vale a admiração da sociedade. Quina era uma pessoa lúcida, astuta e sempre em demandas, o que faz com que esta se torne conhecida por Sibila…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias Castelhanhas de Camões (86) (1)

    Poesias Castelhanhas de Camões

    Vasco Graça Moura

    7,00 

    Poesias Castelhanhas de Camões de Vasco Graça Moura [trad.].
    Babel. Lisboa, 2010, 71 págs. B.

    O volume reúne a produção poética de Luís de Camões escrita na língua castelhana. A publicação disponibiliza estas composições em edição autónoma. O trabalho de tradução e o texto introdutório pertencem a Vasco Graça Moura. O livro apresenta o diálogo entre a lírica camoniana e a tradição literária peninsular do Renascimento

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados