• As Línguas Vivas de Denis Girard

    Línguas Vivas, As

    Denis Girard

    6,00 

    As Línguas Vivas: Ensino e Pedagogia de Denis Girard
    Livraria Almedina. Coimbra, 1976, 221 págs. B.

    No decurso do último quarto de século, o ensino das línguas vivas conheceu um desenvolvimento considerável no mundo inteiro. As causas deste desenvolvimento são bem conhecidas. De início elas são de ordem política, económica e sociológica. O fim da Segunda Guerra Mundial viu nascer a Organização das Nações Unidas, com ambições muito mais vastas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pensamento Pós-Metafísico

    Pensamento Pós-Metafísico

    Jurgen Habermas

    7,50 

    Pensamento Pós-Metafísico de Jurgen Habermas.
    Almedina. Coimbra, 2004, 275 págs. B.

    Os estudos de Habermas, que o leitor tem em mãos e que giram em torno do conceito”razão comunicativa”, justificada através de uma teoria pragmática do significado, contêm informações e argumentos capazes de enriquecer e estimular a reflexão sobre o pensamento pós-metafísico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Futuro da Natureza Humana de Jurgen Habermas

    Futuro da Natureza Humana

    Jurgen Habermas

    7,00 

    Futuro da Natureza Humana: A Caminho de uma Eugenia Liberal? de Jurgen Habermas.
    Edições Almedina. Coimbra, 2006, 143 págs. B.

    O livro de Habermas é um excelente contributo para a discussão gerada pelas possibilidades de selecção e modificação genéticas.
    (…) Possa esta obra contribuir para o debate necessário em tempo de decisões.
    A sua oportunidade vai muito para lá da conjuntura legislativa.
    No fundo, a tentativa de Habermas de sublinhar a autonomia filial contra a instrumentalização “parental” pode expressar-se com a profundidade do olhar do poeta. Na verdade, Khalil Gibran disse-o notavelmente em O Profeta:
    “Os Vossos filhos não são vossos filhos./ (…) Apesar de estarem convosco, não vos pertencem/ (…) Podeis esforçar-vos por ser como eles: mas não tenteis fazê-los como vós. Porque a vida não vai para trás, nem se detém com o ontem”.
    João Carlos Loureiro

    I. O que significa moralização da natureza humana?
    II. Dignidade humana versus dignidade da vida humana.
    III. A inscrição da moral na ética da espécie
    IV. O natural e o artificial
    V. Interdição de instrumentalização, natalidade e poder de ser ¿eu próprio¿
    VI. Limites morais da energia
    VII. Precursores de uma auto-instrumentalização da espécie?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Teoria da Literatura de Vitor Manuel de Aguiar e Silva

    Teoria da Literatura

    Vitor Manuel de Aguiar e Silva

    20,00 

    Teoria da Literatura de Vitor Manuel de Aguiar e Silva. Livraria Almedina. Coimbra, 1974, 769 págs. B.

    Um livro científico-didáctico que não se renove, com o espírito de rigor que deve caracterizar a docência e a investigação universitárias, é um livro condenado a morte breve. Assim, naturalmente, reescrevemos de novo, na sua maior parte, esta nossa obra, cuja primeira edição foi publicada em 1961.

    Na última década, a Teoria da Literatura, em particular no seu interface com outras disciplinas, conheceu profundas modificações. Nesta edição, procurámos informar o leitor sobre tais modificações, expondo e analisando novos conceitos, novas orientações metodológicas e novas construções teóricas.

    O conhecimento científico progride e consolida-se através da elaboração, da discussão e da eventual convalidação de novas teorias — não por idolatria da novidade, mas por uma exigência inderrogável da própria racionalidade científica. A consciência de que, no âmbito das ciências empíricas, não existem teorias definitivas, teorias imutavelmente “verdadeiras”, deveria ser o pressuposto epistemológico fundamental de todo o ensino universitário. A racionalidade cientifica, todavia, se é incoadunável com o fixismo teorético, é incompatível também com qualquer espécie de cepticismo ou de relativismo gnoseológicos que impliquem a corrosão dos próprios fundamentos dessa racionalidade e gerem a confusão anarquizante de conceitos, métodos, etc.

    Estes problemas revestem-se da maior relevância na transmissão escolar do conhecimento científico, porque está em causa nesse processo não só a natureza e a qualidade dos conteúdos cognitivos comunicados, mas também uma “lição”, implícita senão explícita, sobre a lógica e a axiologia desse mesmo conhecimento. Um livro científico-didáctico não deve ser nem um formulário reducionista, nem um manual dogmatizante, nem um repositório heterogéneo e caótico de informações, destituído de coerência teorética. Não deve escamotear os problemas e as dificuldades, não deve impor ou insinuar soluções ideologizantes, não deve desorientar, confundir ou ludibriar intelectualmente o seu leitor-aluno. Um livro científico-didáctico, em suma, não deve ser ”oportunista” sob nenhum aspecto: nem pela ostentação da novidade pela novidade, nem pelo enfileiramento em qualquer corrente ideológica, nem pela busca do êxito comercial.

    Estas breves reflexões, na sua essencialidade, exprimem um ideal universitário que sempre nos orientou e que se foi fortalecendo e depurando com o decurso dos anos. Um ideal que deflui de uma atitude mental, que se funda numa filosofia do conhecimento, que deriva de uma determinada concepção da Universidade, mas que se enraíza, antes de tudo, numa ética do conhecimento e numa ética do exercício da docência universitária. Uma ética aceite e praticada independentemente das circunstâncias do tempo e da fortuna e, muitas vezes, contra as circunstâncias do tempo e da fortuna.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Língua e Estilo de Eça de Queiroz

    Língua e Estilo de Eça de Queiroz

    Ernesto Guerra da Cal

    7,50 

    Língua e Estilo de Eça de Queiroz de Ernesto Guerra da Cal.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1981, 403 págs. B.

    “O Autor de Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz é justamente considerado um dos maiores especialistas de temas queirozianos. É também, dentro da cultura galega e das Letras hispânicas, um lusófilo de primeiro plano. (…) A obra que editamos pela primeira vez em língua portuguesa é tradução rigorosa do original castelhano, editado pela Universidade de Coimbra e acrescentou, à obra já em provas, algumas notas bibliográficas”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História e Crítica

    História e Crítica

    Pierre Salmon

    6,00 

    História e Crítica de Pierre Salmon.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1979, 254 págs. B.

    O livro de Pierre Salmon explora a história como uma categoria da objetividade científica, diferenciando-a da objetividade do passado, que é existencial. A objetividade histórica é sempre parcial e influenciada pelo presente, enquanto a objetividade do passado era moldada pelas perspectivas futuras da época. A confusão entre ambas, frequentemente feita pelo público e pelos sistemas de valores sociais, reflete a influência do presente na construção da história, que deveria ser mais fiel aos “restos” do passado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Técnicas de Análise Textual de Carlos Reis

    Técnicas de Análise Textual

    Carlos Reis

    10,00 

    Técnicas de Análise Textual de Carlos Reis.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1981, 482 págs. B.

    O problema do exercício da análise literária, pelo que contém de complexo e controverso, não pode ser devidamente dilucidado sem a prévia explanação de certas premissas relacionadas não só com as características específicas do objecto da sua atenção, mas também com o próprio processamento prático que ela implica.

    📝 Assinatura de posse.

  • Dicionário das Crises e das Alternativas de Boaventura de Sousa Santos

    Dicionário das Crises e das Alternativas

    Boaventura de Sousa Santos

    7,00 

    Dicionário das Crises e das Alternativas de Boaventura de Sousa Santos [Pref.]
    Livraria Almedina. Coimbra, 2012, 218 págs. B.

    «(…) As notícias vêm recheadas de palavras, conceitos, eventos, números,acrónimos que não são do conhecimento comum e que, noutra altura, seriam ignorados e tidos como falta de sensibilidade dos redatores ante leitores, ouvintes ou espectadores que têm mais que fazer do que estudar notícias ou perder tempo a decifrar comentadores. Agora, porém, é diferente, uma vez que o que se noticia hoje pode transformar-se amanhã em perda de salário ou de pensão, em aumento do preço dos medicamentos ou dos transportes, em ter de tirar o filho das atividades extraescolares ou de cortar na alimentação. As notícias de hoje são o dia anterior de um quotidiano cada vez mais difícil, de uma vida familiar cada vez mais penosa, de horizontes e expectativas de vida cada vez mais incertos e até ameaçadores. As notícias são hoje a expressão da nossa impotência perante o futuro e, mesmo quando parecem tomar o nosso partido, suscitar a nossa revolta, apontar alternativas, fazem-no de uma maneira pouco convincente ou pouco clara (…)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Actas do Congresso de Estudos Queirosianos de Carlos Reis

    Actas do Congresso de Estudos Queirosianos

    Carlos Reis

    15,00 

    A publicação das Actas do Congresso de Estudos Queirosianos [IV Encontro Internacional de Queirosianos), realizado na Faculdade de Letras de Coimbra de 6 a 8 de Setembro de 2000, confirma expressivamente o que então foi dito e reconhecido: tratou-se da maior e mais especializada reunião científica ocorrida por ocasião da celebração do centenário da morte de Eça de Queirós. A ela acorreram estudiosos de todo o mundo com especial relevância para Portugal e Brasil, como se compreende -, trazendo à reflexão colectiva o resultado do seu trabalho, nos múltiplos campos e temas de análise que a fecunda obra queirosiana estimula.

  • Relações Entre Áustria e Portugal

    Relações Entre Áustria e Portugal

    Ludwig Scheidl

    15,00 

    As relações entre a Áustria e Portugal cresceram ao longo da história e revestem-se de uma considerável tradição. São relações entre dois países europeus que, em função da respectiva situação geo-política -a Áustria na Europa Central, como baluarte e mais tarde centro do Sacro Império Romano-Germanico, Portugal no Atlântico, como potência marítima e ponte para a África, Ásia e América – desempenharam ambos, através dos séculos, uma importante missão europeia e forneceram um grande contributo para a história e cultura da Europa.

  • Técnicas de Análise Textual

    Técnicas de Análise Textual

    Carlos Reis

    10,00 

    O problema do exercício da análise literária, pelo que contém de complexo e controverso, não pode ser devidamente dilucidado sem a prévia explanação de certas premissas relacionadas não só com as características específicas do objecto da sua atenção, mas também com o próprio processamento prático que ela implica.

  • Do Fim de Século ao Tempo de Orfeu de José Carlos Seabra Pereira

    Fim de Século ao Tempo de Orfeu, Do

    José Carlos Seabra Pereira

    7,00 

    Do Fim de Século ao Tempo de Orfeu de José Carlos Seabra Pereira.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1979, 199 págs. B.

    Apenas umas poucas de palavras do autor, como diria Tomaz de Figueiredo, para reconhecer a discontinuidade inerente a toda a colectânea de textos críticos sobre diferentes escritores e temas e para juntamente sublinhar factores de homogeneidade nos capitulos deste conspecto Do fim-de-século ao tempo de Orfeu.

    Embora com ambições desiguais, e de redacção às vezes imediatamente suscitada por razões circunstanciais (no centenário do nascimento de Júlio Dantas e de Manuel Laranjeira, na morte de Alfredo Pedro Guisado, etc.), os textos que a seguir reunimos correspondem todavia a momentos conexos de um programa de estudos sobre a poesia portuguesa desde os finais do século XIX

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas» de José Filgueira Valderde

    Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas»

    José Filgueira Valderde

    8,00 

    Foi para resgatá-lo do ficheiro morto da Literatura Universal, e trazê-lo ao doce convívio das nossas letras que se escreveu este livro, mero guia para novos leitores de Camões. Ninguém espere encontrar revelações ou novidades nestas páginas. Não é obra de investigação directa nem tem, como hoje se diz, a preocupação de ser exaustiva. Se…

  • Estrutura do Romance

    Estrutura do Romance

    Vitor Manuel de Aguiar e Silva

    7,00 

    Estrutura do Romance de Vitor Manuel de Aguiar e Silva.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1974, 132 págs. B.

    Vítor Manuel de Aguiar e Silva (1939-2022), professor, escritor e investigador português, destacou-se na literatura portuguesa dos séculos XVI e XVII, com obras como Teoria da Literatura e Camões: Labirintos e Fascínios. Licenciado e doutorado pela Universidade de Coimbra, foi catedrático e vice-reitor na Universidade do Minho. Recebeu o Prémio Vida Literária em 2007.

    📝 Sublinhados a lápis

  • Análise Literária

    Análise Literária

    F. Costa Marques

    6,00 

    Análise Literária de F. Costa Marques.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1968, 329 págs. B.

    A Beleza, ao lado da Verdade e do Bem, constitui uma categoria de valores de modo nenhum negligenciáveis para a obra completa da educação. Que o trabalho a seguir apresentado, embora com objectivos escolares deliberadamente delimitados e circunscritos, o não faça esquecer, antes o avive e comprove.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vozes do Romance

    Vozes do Romance

    Oscar Tacca

    7,00 

    Vozes do Romance de Oscar Tacca.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1983, 191 págs. B.

    Toda a busca ou análise de estruturas será um desígnío muito modesto, e ainda menor se se perder de vista a sua verdadeira finalidade: mostrar a passagem de uma desordem para uma ordem, como diz, com acerto, Jean Rousset, a passagem do não-significante para a coerência das significações, do informe para a forma, do vazio para a plenitude, da ausência para a presença. Presença de uma linguagem organizada, presença de um espírito numa forma. – in Prologo.

    📝 Assinatura de posse.