• Farmacêutico de Auschwitz de Patricia Posner

    Farmacêutico de Auschwitz

    Patricia Posner

    8,00 

    Farmacêutico de Auschwitz: uma História Secreta do Holocausto de Patricia Posner
    Alma Livros. Lisboa, 2017, 236 págs. B.

    O Farmacêutico de Auschwitz relata a história pouco conhecida de Victor Capesius, um vendedor de produtos farmacêuticos que, em 1943, entrou para a SS e rapidamente se tornou o farmacêutico-chefe de Auschwitz, o maior campo da morte da Alemanha nazi. Baseando-se em arquivos secretos e documentos até agora confidenciais, Patricia Posner revela o reinado de terror de Capesius naquele campo, a sua fuga à justiça – em parte alimentada pelo ouro que ele tinha roubado das bocas de cadáveres – e também como um punhado de corajosos sobreviventes e um destemido promotor público, finalmente, o levaram a julgamento por assassínio vinte anos depois do fim da guerra.

    O Farmacêutico de Auschwitz apresenta-nos um vislumbre fascinante do pacto do Diabo feito entre os nazis e o maior grupo empresarial da Alemanha, a I. G. Farben. Esta é uma história de homicídio e de ganância com as suas raízes no coração do Holocausto. É relatada por meio de figuras de proa nazis e industriais transformados em criminosos de guerra, agentes secretos e promotores zelosos, intrépidos sobreviventes dos campos de concentração e caçadores de nazis.

    Num cenário que abarca a guerra lançada por Hitler para conquistar a Europa, a Solução Final e os esforços da Alemanha do pós-guerra para encarar o seu passado sombrio, Patricia Posner mostra-nos as terríveis profundezas às quais homens banais são capazes de submergir, quando desconhecem limites impostos pela consciência e pela mais vaga noção de mora

    📝 Assinatura de posse.

  • Portugal: A Primeira Nação Templária de Freddy Silva

    Portugal: A Primeira Nação Templária

    Freddy Silva

    7,50 

    Portugal: A Primeira Nação Templária de Freddy Silva.
    Alma dos Livros. S.D. 2018, 359 págs. B. Il.

    A história convencional afirma que, em 1118, nove homens formaram uma irmandade em Jerusalém chamada cavaleiros templários para dar proteção aos peregrinos que viajavam para a Terra Santa. Ao contrário, este livro demonstra que a Ordem do Templo existia uma década antes no canto oposto da Europa, no seu território mais a ocidente.

    Revela que a proteção dos peregrinos em Jerusalém foi confiada a uma organização distinta e que, em conluio com os monges cistercienses e a misteriosa Ordem de Sião, os templários levaram a cabo um dos planos mais ousados e secretos da história: a criação do primeiro Estado-Nação independente da Europa, Portugal, com um dos seus como rei. Com centenas de referências novas e de fontes raras, este livro revela que foi Portugal, e não Jerusalém, a primeira fortaleza dos templários. Explica ainda a motivação dos templários para criarem um novo país longe do alcance de Roma, onde pudessem cumprir a sua mais importante missão — um segredo que os templários protegeram até à morte e que custou a vida a milhares deles.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais

    Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais

    Catherine Radziwill

    10,00 

    Histórias Secretas de Casamentos e Alianças Reais de Catherine Radziwill.
    Alma dos Livros. S.L., 2021, 263 págs. B. Il.

    Em tempos não muito distantes, os casamentos reais eram considerados dos eventos mais importantes do mundo político. A sua negociação era geralmente confiada aos diplomatas mais competentes, e os soberanos procuravam assumir alianças matrimoniais vantajosas para os países que governavam.
    A política estava na base dos casamentos entre as diferentes dinastias da Europa, sobrepondo-se aos sentimentos pessoais, e as relações entre os vários impérios e reinos dependiam consideravelmente da direção segundo a qual estas alianças eram contraídas. Exceções notáveis foram os enlaces estabelecidos por Luís XVI e, mais tarde, por Napoleão, quando pediu a mão da arquiduquesa Maria Luísa.

    Posteriormente, as coisas começaram a mudar, e tornou-se evidente que os sentimentos, as relações e os afetos pessoais também deveriam ser levados em conta. Assim, os soberanos e as respetivas famílias tiveram maior liberdade para escolher consortes sem interferência nem considerações políticas. Tal como os comuns dos mortais, podiam, afinal, casar-se e ser felizes de acordo com as suas paixões.

    Este livro é essencial para entender a política de bastidores e os matrimónios das famílias reais europeias ao longo do tempo. Escrito no primeiro quartel do século XX, procura dar vislumbres das ligações dinásticas das gerações vindouras, o que o torna, ao mesmo tempo, trágico e fascinante, pois, como sabemos, a maioria destas dinastias reais não sobreviveria à Grande Guerra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.