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  • Para Onde Vão os Guarda-Chuvas de Afonso Cruz

    Para Onde Vão os Guarda-Chuvas

    Afonso Cruz

    14,00 

    Para Onde Vão os Guarda-Chuvas de Afonso Cruz
    Alfaguara. Carnaxide, 2013, 620 págs. B.

    O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.
    Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Submissão

    Submissão

    Michel Houellebecq

    7,00 

    Submissão de Michel Houellebecq
    Alfaguara. Lisboa, 2015, 263 págs. B.

    Paris, 2022: François, investigador universitário, cumpre desapaixonadamente o ofício do ensino enquanto leva uma vida calma e impermeável a grandes dramas, uma rotina de quarentão apenas ocasionalmente inflamada pelos relacionamentos passageiros com mulheres cada vez mais jovens. É também com indiferença que vai acompanhando os acontecimentos políticos do seu país.
    Às portas das eleições presidenciais, a França está dividida. O recém-criado partido da Fraternidade Muçulmana conquista cada vez mais simpatizantes, graças ao seu carismático líder, numa disputa directa com a Frente Nacional. O país obcecado por reality shows e celebridades acorda por fim e toma de assalto as ruas de Paris: somam-se os tumultos, os carros incendiados, as mesas de voto destruídas. Afastado da universidade pela nova direcção, deprimido, François retira-se no campo, onde espera deixar de sentir as ondas de choque da capital. Regressa a Paris poucos dias depois do desfecho eleitoral e encontra um país que já não reconhece. É tempo de questionar-se sobre se deve e pode submeter-se à nova ordem.
    Submissão convida a uma reflexão sobre o convívio e conflito entre culturas e religiões, sobre a relação entre Ocidente e Oriente, sobre a relação entre cidadãos e instituições. Um romance que, como é habitual na obra do autor, adianta-se ao seu tempo e coloca questões prementes, hoje mais relevantes do que nunca. Michel Houellebecq confirma-se nestas páginas como um pensador temerário, capaz de detectar as grandes tensões do nosso tempo, interpretando-as com lúcida ironia.
    Uma fábula política e moral surpreendente, Submissão é o romance mais visionário e simultaneamente mais realista de Michel Houellebecq.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo

    Biografia Involuntária dos Amantes

    João Tordo

    7,50 

    Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo
    Alfaguara. Carnaxide, 2014, 415 págs. B.

    Uma viagem de descoberta de um amor antigo que começa com a leitura de um manuscrito. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Filho de Mil Homens, O

    Filho de Mil Homens, O

    Valter Hugo Mãe

    8,00 

    O Filho de Mil Homens de Valter Hugo Mãe
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 258 págs. B.

    Raramente a literatura universal produziu um texto tão sensível e humano quanto este. O filho de mil homens é uma obra da ourivesaria literária de Valter Hugo Mãe. Uma experiência de amor pela humanidade que explica como, afinal, o sonho muda a vida.

    Crisóstomo, um pescador solitário, ao chegar aos quarenta anos de idade, decide fazer o seu próprio destino. Inventa uma família, como se o amor fosse sobretudo a vontade de amar.

    Sempre com a magnífica capacidade poética de Valter Hugo Mãe, esta história é um elogio a todos quantos resistem para além do óbvio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Serotonina de Michel Houellebecq

    Serotonina

    Michel Houellebecq

    8,00 

    Serotonina de Michel Houellebecq.
    Alfaguara. Lisboa, 2019, 279 págs. B.

    Romance lírico, irónico, cruel, cirúrgico e profético, Serotonina é uma radiografia do futuro que nos espera, atravessada pelo olhar sempre provocador de Michel Houellebecq.

    Florent-Claude Labrouste tem quarenta e seis anos, é funcionário do Ministério da Agricultura e detesta o seu nome. Divide o apartamento na periferia de Paris com Yuzu, a namorada japonesa, muitos anos mais jovem. Cínico, profundamente desesperançado e intimamente só, tudo lhe parece insuportável: a França está à beira do precipício, a Europa ameaça ruir, a sua vida é um beco sem saída.

    A descoberta de uns vídeos comprometedores da namorada, que ele planeava há muito abandonar, leva-o a despedir-se de muito mais: deixa o emprego, a namorada e a casa, e aluga um quarto de hotel. Dedica os dias a divagar e deambular pelos bares, restaurantes e lojas da cidade. E descobre Captorix, um antidepressivo que liberta serotonina e lhe devolve a possibilidade de aguentar o dia-a-dia mas lhe rouba aquilo que poucos homens estariam dispostos a perder.

    Aproveita a ruptura radical para rememorar o passado: as aspirações e ideais de jovem agrónomo; as relações amorosas, de fim desastroso; a nostalgia de um amor perdido; e o reencontro com um velho amigo aristocrata, que o ensina a manusear uma espingarda. Entre passado e futuro, é-lhe forçoso contemplar, com uma feroz acidez, um mundo sem bondade, desumanizado, atingido por mutações irreversíveis.

    Com Serotonina, romance-profecia de um futuro pouco perfeito, Houellebecq reafirma-se uma vez mais como um cronista impiedoso da decadência da sociedade ocidental, um escritor indómito, incómodo e por isso imprescindível.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vencidos da Vida de Leonard Cohen2026/01/1000081346.jpg

    Vencidos da Vida

    Leonard Cohen

    7,50 

    Vencidos da Vida de Leonard Cohen.
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 295 págs. B.

    O que tem nas suas mãos é mais um delírio do que um livro.

    Assim descreveu Leonard Cohen este romance.

    Girando obsessivamente em torno de um triângulo amoroso tão sedutor quanto destrutivo, Vencidos da Vida é uma inebriante dança de relações de poder, orquestrada por uma fulgurante combinação de História, sexo, política, religião e poesia. Um jogo em que nada é garantido, a não ser a beleza transcendental da perda.

    Irreverente e desinibido como a década em que foi publicado, Vencidos da vida é o romance mais desafiante de Leonard Cohen e um dos romances experimentais mais célebres da literatura contemporânea. Pulsando de espiritualidade e sexualidade, é simultaneamente místico e profano, poético e obsceno, e encerra em si todos os ingredientes fundamentais dos transformadores anos sessenta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Morte de Bunny Monroe2026/01/1000081344.jpg

    Morte de Bunny Monroe

    Nick Cave

    7,50 

    Morte de Bunny Monroe de Nick Cave.
    Alfaguara. Carnaxide, 2009, 290 págs. B.

    “ESTOU LIXADO” pensa Bunny Munro, num súbito momento de autoconsciência reservado a quem está prestes a morrer.

    Depois do suicídio da mulher, Bunny Munro, caixeiro-viajante, parte com o filho numa viagem pela costa sul de Inglaterra e cedo descobre que tem os dias contados. Mais do que para vender cosméticos, Bunny viaja em busca da sua alma.

    Com um enredo alucinante, este romance é também uma fábula mordaz e sincera dos nossos tempos. Vibra com a mesma energia que fez de Cave um dos autores de letras mais respeitados do mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Jogo Favorito de Leonard Cohen2026/01/1000081345.jpg

    Jogo Favorito, O

    Leonard Cohen

    7,50 

    O Jogo Favorito de Leonard Cohen.
    Alfaguarda. Carnaxide, 2010, 290 págs. B.

    Leonard Cohen, o consagrado músico, conta neste romance a história do jovem Lawrence Breavman. Filho único de uma família abastada, Lawrence procura fora de casa o que não consegue encontrar junto do pai doente e da mãe neurótica: amor e beleza. Na companhia de Krantz, o melhor amigo, explora ávida mente o mundo, que gira obsessivamente em torno de um único eixo: o sexo oposto. Na ânsia de abafar um passado deprimente e castrante que chegou ao fim com a morte do pai, é através das mulheres que Lawrence vai tacteando e conhecendo a vida, mesmo quando a carne e o desejo se transformam numa prisão tão sufocante como o passado. O seu jogo favorito Lawrence descobre-o em Nova Iorque, onde se refugia depois de terminada a faculdade e de um êxito precoce como poeta. É aqui que conhece Shell, a mais linda das mulheres, com quem partilha o prazer das sedutoras palavras e dos íntimos silêncios. Descobre, por fim o amor completo, na plenitude inebriante do êxtase que oferece e dos sacrifícios que exige.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave

    E o Burro Viu o Anjo

    Nick Cave

    7,50 

    E o Burro Viu o Anjo de Nick Cave.
    Alfaguara. Carnaxide, 2011, 370 págs. B.

    Num vale desolado do sul da América, infestado de pregadores e profetas fanáticos e ignorantes, vive Euchrid Eucrow, mudo de nascença, filho de uma mãe alcoólica e violenta e um pai obcecado em torturar animais. Posto de parte pela comunidade, Euchrid suporta em silêncio as agressões da mãe e a indiferença do pai.
    Quando os populares declaram que uma menina órfã é uma eleita de Deus, Euchrid fica perturbado, pois vê-a de uma forma muito diferente. Em resultado desta sua convicção, o rapaz fica ainda mais isolado na comunidade, que aponta o dedo à sua crescente insanidade.
    Atormentado por uma terrível solidão, Euchrid não tardará a querer vingar-se de todos os que fazem da sua vida uma caminhada insuportavelmente dolorosa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Se Esta Rua Falasse de James BaldwinSe esta rua falasse

    Se Esta Rua Falasse

    James Baldwin

    7,00 

    Se Esta Rua Falasse de James Baldwin.
    Alfaguara. Lisboa, 2018, 198 págs. B.

    De um dos grandes nomes da literatura americana do século XX, a história de um amor posto à prova pela injustiça.

    Se esta rua falasse, esta seria a história que contaria: Tish, 19 anos, apaixona-se por Fonny, que conhece desde criança. Fazem juras de amor e conjuram sonhos para a vida a dois. Mas Fonnyé atirado para a prisão, falsamente acusado de um crime horrível. Quando Tishdescobre que está grávida de Fonny, as duas famílias lutam por encontrar provas que ilibem o rapaz do crime que não cometeu.

    Separados por uma fria parede de vidro, Tishe Fonnyesperam e desesperam, transportados dia após dia após dia por um amor que procura transcender a desesperança, a injustiça, o racismo, o ódio. Entre o pulsante bairro de Harlem, onde Fonnysonha tornar-se escultor, e a ilha de Porto Rico, onde talvez se encontre a prova da sua inocência, desenrola-se uma corrida contra o tempo, pautada pelo crescimento da barriga de Tish. Sensual, violento e profundamente comovente, este romance é uma bela canção de blues, de toada doce-amarga, com notas de raiva e ainda assim cheia de esperança.

    Publicado pela primeira vez em 1974, “Se Esta Rua Falasse” é o quinto romance de James Baldwin, um dos nomes maiores da literatura americana do século XX e uma das vozes mais influentes do activismopelos direitos civis. Um romance-manifesto contra a injustiça da justiça e uma história de amor intemporal, é hoje tão pertinente e tão comovente quanto no dia da sua publicação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Precious: A Força de uma Mulher

    Precious: A Força de uma Mulher

    Sapphire

    7,00 

    Precious: A Força de uma Mulher de Sapphire.
    Alfaguara. Carnaxide, 2010, 180 págs. B.

    Precious Jones, dezasseis anos, corpo de mulher e coração de menina, está à espera do segundo filho. É negra, pobre, obesa, analfabeta e está muito só. Violada pelo pai, que é também o pai dos seus dois filhos, e abusada pela mãe, que encontra sempre novas formas de explorar a filha a vários níveis, Precious perde o seu último vínculo com a realidade ao ser expulsa da escola. Sozinha nas ruas de Harlem – o reino dos sem voz – Precious fica muito próxima do abismo, vencida pela raiva e pelo desespero. Até ao dia em que é admitida numa instituição para crianças desfavorecidas e encontra na sua nova professora o estímulo para não desistir. Pela mão de Blue Rain, Precious descobre a magia das letras que formam palavras e frases, e encontra na leitura e na escrita a porta para o mundo que ela julgara estar definitivamente fechada. A menina de Harlem descobre que tem sentimentos, tem sonhos e, mais importante do que tudo, tem uma voz só sua. Este livro fala por si.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Rapazes de Nickel de Colson Whitehead

    Rapazes de Nickel, Os

    Colson Whitehead

    7,50 

    Os Rapazes de Nickel de Colson Whitehead.
    Alfaguara. Lisboa, 2020, 241 págs. B.

    Colson Whitehead narra a luta de dois amigos em um reformatório juvenil onde o racismo e a brutalidade predominam. O romance, inspirado em fatos reais, revela as escolhas difíceis entre fugir ou aceitar a violência do sistema, destacando o conflito entre idealismo e ceticismo. “Os rapazes de Nickel” denuncia a segregação racial e suas consequências devastadoras nos Estados Unidos.

    📝 Assinatura de posse.