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  • Bilhete de Identidade: Memórias (1943-1976) de Maria Filomena Mónica

    Bilhete de Identidade: Memórias (1943-1976)

    Maria Filomena Mónica

    7,50 

    Bilhete de Identidade: Memórias (1943-1976) de Maria Filomena Mónica
    Aletheia Editores. Lisboa, 2005, 361 págs. B. Il.

    Num país sem tradição memorialista, no qual as poucas obras que existem representam a justificação de acções pretéritas, Maria Filomena Mónica procura apresentar a sua vida sem glorificações nem lamúrias. Não presume fornecer a verdade, mas apenas a sua verdade: outros terão olhado as pessoas, os acontecimentos e as peripécias, de que aqui nos fala, de forma diferente. Num país conservador, católico e hipócrita, o tom cru deste livro poderá chocar. Mas a intenção da autora não foi essa, mas sim a de tentar perceber, e dar a perceber, uma vida, uma família e um país, entre 1902, data do nascimento da sua avó, e 1976, o ano em que, após uma estadia no estrangeiro, regressou a Portugal.

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  • Foi Assim de Zita Seabra

    Foi Assim

    Zita Seabra

    7,50 

    Foi Assim de Zita Seabra
    Aletheia Editores. Lisboa, 2007, 443 págs. B. Il.

    A história de vida de Zita Seabra, da infância à juventude e clandestinidade e à vida adulta, no PCP até à rutura com os ideais comunistas. Sem se justificar, sempre cândida e às vezes comovedora, Zita Seabra fala naturalmente de um mundo fantástico e brutal, que nunca foi descrito com tanta intimidade e tanta exactidão.

    Foi Assim é «o livro que faltava para perceber a grande tragédia do comunismo português» – tal como observa tão bem Pulido Valente.

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  • Jerusalém de Simon Sebag Montefiore

    Jerusalém

    Simon Sebag Montefiore

    8,00 

    Jerusalém de Simon Sebag Montefiore.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2015, 657 págs. B. Il.

    Jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do Juízo Final, o campo de batalha do atual choque de civilizações.
    Como foi que esta pequena e longínqua cidade veio a ser a Cidade Santa, o «centro do mundo», e é hoje um elemento essencial da paz no Médio Oriente?
    Recorrendo a novos arquivos, a publicações recentes, aos documentos da sua família e à investigação de toda uma vida, Simon Sebag Montefiore revela-nos, nesta edição revista e aumentada, as muitas encarnações desta cidade em permanente mutação.

    Através das suas guerras, dos casos amorosos e das revelações dos homens e das mulheres reis, imperatrizes, profetas, poetas, santos, conquistadores e prostitutas que criaram e destruíram Jerusalém, que se dedicaram à cidade e dela fizeram as crónicas. Para além das muitas pessoas comuns, encontramos no elenco desta história nomes como Salomão, Saladino e Suleimão, o Magnífico, Cleópatra, Calígula e Winston Churchill; Abraão, Jesus e Maomé; Mark Twain, Rasputine ou Lawrence da Arábia.

    Desde o rei David até Donald Trump, desde o nascimento do judaísmo, do cristianismo e do islão até ao conflito israelo-palestiniano, este livro é uma narrativa épica e apaixonante de 3000 anos de fé, de matanças, de fanatismo e de coexistência. A história de como Jerusalém se tornou Jerusalém, a única cidade que existe duas vezes: no céu e na terra.

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  • As Palavras do Punk de Augusto Santos Silva

    Palavras do Punk, As

    Augusto Santos Silva

    7,50 

    As Palavras do Punk: Uma Viagem Fora dos Trilhos Pelo Portugal Contemporâneo de Augusto Santos Silva e Paula Guerra.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2013, 257 págs. B. Il.

    Este livro oferece o panorama contemporâneo das bandas punk em Portugal. Inserido num projecto de investigação, é fruto de um estudo profundo de Paula Guerra e Augusto Santos Silva sobre esta subcultura. Pioneiro pelo tema, As Palavras do Punk leva-nos ao âmago da música, das letras, dos ambientes, e dos protagonistas do punk português. «O punk é uma cena. A palavra imprime um colorido próprio à estrutura que em cada caso liga os diferentes protagonistas: as bandas, as editoras, os promotores, os críticos, os divulgadores, os consumidores, os fãs; e os recursos e meios de que dispõem, como os discos e outros registos fonográficos, os concertos e outros eventos, os bares, caves, salas e outros espaços de exibição e encontro, os jornais, boletins e fanzines, as lojas de roupas, acessórios e discos, as ruas e bairros, as plataformas físicas e digitais…» «Cultura, cena, forma musical: o punk é isto, desde os seus primórdios. Como, antes, durante e depois dele, outras dinâmicas o foram e são. O ponto é que as dimensões estão articuladas. A estrutura melódica rudimentar, a sonoridade agressiva, a intensidade e a rapidez da canção, o impacto da percussão, as palavras que se gritam mais do que se cantam, a ocupação performativa do palco, as cores fortes, as incisões e pinturas dos corpos, os adereços metálicos, os símbolos que conotam dureza, masculinidade ou rebeldia, o teor cru e provocatório das letras, os ambientes e horas de encontro, tudo isso se conjuga numa ética e numa estética que dialogam entre si.»

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  • Um Herói Português de Vasco Pulido Valente

    Herói Português, Um

    Vasco Pulido Valente

    7,00 

    Um Herói Português: Henrique de Paiva Couceiro (1861-1944) de Vasco Pulido Valente.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2006, 162 págs. B.Il.

    Este livro é o retrato da vida de um D. Quixote, de um Santo Condestável, um homem de aventuras e tragédias que comandou expedições por terras desconhecidas em Angola, combateu em Moçambique e voltou a Portugal para fazer política e desafiar a República em incursões românticas que iriam restaurar a monarquia.
    Anglófilo, monárquico, inimigo de Salazar e por ele exilado em Granadilha, nas Canárias, Henrique Paiva Couceiro é um herói português que, no dia em que entrou para o quadro de oficiais do exército, foi preso por dar cinco tiros num civil desarmado para vingar um insulto habitual dirigido a sua mãe em pleno Chiado…

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  • Finanças Pessoais

    Finanças Pessoais

    Juan Palacios

    6,50 

    Finanças Pessoais: Quatro Princípios para Investir de Juan Palacios.
    Aletheia Editores. Lisboa, 2011, 237 págs. B.

    Como é que devemos investir as nossas poupanças e administrar bem o nosso dinheiro?

    A saúde e o dinheiro são dois elementos necessários ao nosso bem-estar material.

    São muitas as semelhanças entre medicina e finanças, duas áreas de conhecimento que avançaram espectacularmente nos últimos cinquenta anos. Mas também existem algumas diferenças. A mais notória é que, enquanto a maioria da nossa população aceita a medicina e procura nela remédio para os seus problemas, quase ninguém sabe alguma coisa de finanças e, consequentemente, dificilmente podemos aproveitar esse saber para resolver os nossos assuntos financeiros.

    Esta situação é surpreendente, pois as regras financeiras para investir bem são simples e qualquer pessoa pode entendê-las, embora, infelizmente, quase ninguém as aplique.

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