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  • Filosofia da Religião de Fulton J. Sheen

    Filosofia da Religião

    Fulton J. Sheen

    10,00 

    Filosofia da Religião de Fulton J. Sheen
    Livraria Agir Editora. Brasil, 1960, 351 págs. B.

    A Filosofia da Religião do Arcebispo Fulton J. Sheen é uma síntese profunda entre a filosofia tomista clássica, a razão e a cultura moderna. Sheen argumenta que a religião não é irracional, mas sim a expressão máxima da inteligência humana, defendendo que o homem moderno só encontra sentido para a sua existência ao reconhecer a sua relação com o Transcendente

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  • Contos de Graham Greene

    Contos

    Graham Greene

    5,00 

    Contos de Graham Greene.
    Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro, 1959, 350 págs. Mole.

    Os contos de Graham Greene cor-rem paralelos à sua obra de romancista. Fazem pequeno volume, assim como a sua obra teatral que consta apenas de duas peças. Foram primeiro publicados em 1935, em número de dez, sob o título de The Basement Room (A Sala do Porão) que é, aliás, o conto inicial do presente volume e do qual foi tirado o argumento para o filme The Fallen Idol. Em 1947, Estes mesmos contos acrescidos de mais nove formaram o volume das Nineteen Stories, dezassete dos quais foram retomados em Twenty-One Stories, publicado em 1954.

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  • José Veríssimo, Crítica

    José Veríssimo, Crítica

    Olívio Montenegro

    3,00 

    A qualidade de ver e opinar por si mesmo foi sempre uma das mais constantes em José Veríssimo. Por isto, num tempo em que o Os Sertões, de Euclides da Cunha, só parecia ofuscar o senso crítico dos melhores julgadores, admira-se ainda hoje o imperturbável senso de José Veríssimo destacando com perfeita imparcialidade o que realmente havia de novo e forte no Os Sertões, de audaciosamente original e vivo, mas também o que nesse grande livro havia de enfático e exaustivo, o que nêle era fácil descobrir de “falta de simplicidade”, dessa simplicidade, êle diz, “que não exclui a fôrça, a eloqüência, a comoção, e constitui a principal virtude de qualquer estilo”.

  • Alexandre Herculano: o Historiador de Maria Beatriz Nizza da Silva

    Alexandre Herculano: o Historiador

    Maria Beatriz Nizza da Silva

    3,00 

    Alexandre Herculano: o Historiador de Maria Beatriz Nizza da Silva.
    Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro, 1964, 125 págs. B.

    O seu individualismo romântico traduz-se na inamovível presença da pessoa do autor, quando não como objeto principal do interêsse, ao menos como sujeito acima de todos interessado na ação, apresentando a personagem, expondo a idéia, fazendo o comentário, exprimindo o louvor ou a repreensão. Na própria historiografia, êsse individualismo se afirma, na seleção, exposição e comentário dos fatos, sempre na subordinação a uma tese em que se afirma o ideal político social ou religioso do historiador. – Hernâni Cidade.

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  • Gonçalves Dias: Poesia de Manuel Bandeira

    Gonçalves Dias: Poesia

    Manuel Bandeira

    3,00 

    Gonçalves Dias (1823-1864) foi um poeta, professor, jornalista e teatrólogo brasileiro. É lembrado como o grande poeta indianista da Primeira Geração Romântica. Deu romantismo ao tema índio e uma feição nacional à sua literatura. É considerado um dos melhores poetas líricos da literatura brasileira. É Patrono da cadeira n.º15 da Academia Brasileira de Letras.

  • Amar, Verbo IntrasitivoImagem WhatsApp 2025 03 26 às 16.21.33 a8d21179

    Amar, Verbo Intrasitivo

    Mário de Andrade

    6,00 

    Amar, Verbo Intrasitivo de Mário de Andrade.
    Agir. Rio de Janeiro, 2008, 181 págs. Mole.

    Preço: 6€
    Portes:  0,75€

     

    “Amar, Verbo Intransitivo”, de 1927, marca a estreia de Mário de Andrade como romancista. A originalidade da linguagem, a proximidade da palavra escrita à língua falada e o alheamento das regras gramaticais assinalam o modernismo da obra. A história de Carlos, adolescente numa família burguesa tradicional, e da sua iniciação sexual por Fraülein Elza, contratada para o efeito, chocou a burguesia paulistana da época.

    Nos caminhos de um livro de Marlene Gomes Mendes;
    Posfácio Inédito (de Mário de Andrade)
    A propósito de Amar, verbo intrasitivo de Mário de Andrade (Artigo)
    Um ídílio no modernismo brasileiro de Telê Porto Ancona Lopes
    Fac-símiles de Amar, verbo intranstivo

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