Colorário de Sagres de A. J. da Silva d’ Azevedo. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1964, 117 págs. B.
O autor, prof. da Universidade Pontifícia de São Paulo, num texto de síntese, no entanto, criterioso e bem documentado, analisa a vida, a obra e o legado do Infante D. Henrique na epopeia do Descobrimentos portugueses, que nas palavras do autor tiveram como corolário a “descoberta” das Américas
Príncipe sem Coroa de A. J. da Silva d’ Azevedo. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1963, 97 págs. B.
Ensaio biográfico e de reflexão moral dedicado à figura do Infante D. Henrique, publicado no contexto das comemorações henriquinas da década de 1960. O autor, professor catedrático na Universidade Pontifícia de São Paulo, estrutura o texto em torno do pensamento, da ação e do legado do Infante na expansão marítima quatrocentista. A análise combina dados históricos com elementos de exaltação biográfica
────────────────── Características do Exemplar ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
Peso: 200g ──────────────────
Fidelidade aos Princípios de J. M. da Silva Cunha. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1969, 404 págs. B.
Reúnem-se no presente volume algumas alo- cuções e discursos que tive ocasião de proferir no desempenho das funções que, desde 4 de Dezembro de 1962, exerço no Ministério do Ultramar, até 19 de Março de 1965, como Subsecretário de Estado da Administração Ultramarina e, a partir desta data, como Ministro.
AOS PORTUGUESES DA ÍNDIA DE M. M. SARMENTO RODRIGUES Agência Nacional do Ultramar. Lisboa, 1955. 132 págs. B.
Reunião de discursos e mensagens do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, sobre o Estado da Índia Portuguesa e os seus complexos problemas geopolíticos. O volume reúne as intervenções pronunciadas e enviadas nos anos em que o território era administrado por Portugal, constituindo um relevante documento de época sobre a gestão e a ideologia colonial do Estado Português no Oriente.
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✍️ Exemplar autografado pelo autor.
Peso: 260g
──────────────────────────────────
Quitubia de José Basílio da Gama. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1973, 109 págs. B.
Poema publicado anonimamente, mas da autoria do poeta luso-brasileiro José Basílio da Gama (1741-1795).
O poema foi escrito neste Portugal de aquém. E como quer que o autor lusíada seja nado em terras do Brasil, inscreve-se no mare nostrum, marcando os três continentes, o triângulo do luso-tropica lismo, que antes de ser maneira portuguesa de estar no mundo, foi história amassada no sangue dos heróis. Ecumenicamente, sem distinção de raças nem de cores.
Escrito na corte de Lisboa, o Quitúbia não é bem para Angola o que o Uruguay representa para o Brasil, posto seja o mesmo o autor dos dois poemas. Não é, reconhecemos, nem no merecimento da forma, nem no alcance do tema inspirador. Assenta, porém, nas mesmas bases. E se o coração nos força a depor esta edição nas mãos da juventude de Angola, folgaríamos lhe fosse ofertada pelas mãos entrelaçadas do Brasil e Portugal, em liturgia solene de comunhão lusíada.
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