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  • Neutel de Abreu por Manuel Ferreira.

    Neutel de Abreu

    Manuel Ferreira

    7,50 

    Neutel de Abreu por Manuel Ferreira.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1946, 129 págs. Mole.

    Neutel Martins Simões de Abreu (1871-1945), natural de Figueiró dos Vinhos, serviu no exército e esteve em Macau, Angola, São Tomé e, sobretudo, Moçambique, onde fundou Nampula e construiu estradas, transformando a região. Considerado herói do Império Colonial, foi amplamente condecorado e homenageado, incluindo pelo Presidente Carmona em 1941. Regressou a Portugal como figura nacional celebrada.

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  • Eduardo da Costa (Vol. I)

    Eduardo da Costa (Vol. I)

    Belo de Almeida

    10,00 

    Eduardo da Costa (Vol. I) de Belo de Almeida
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1938, 279 págs. B.

    “Bem merece Eduardo da Costa o estudo biográfico que lhe consagrou o Sr. Tenente-Coronel Belo de Almeida.
    O ilustre autor do excelente livro «Meio século de lutas no Ultramar» destacou assim um nome de um dêsses grandes lutadores, que, quer no campo militar, quer nos domínios da reconstrução administrativa, prestou valiosos serviços à sua Pátria.
    Eduardo da Costa foi, com efeito, do tipo daqueles grandes portugueses do século XVI que à audácia e coragem militares acrescentavam a capacidade de administrar, de fazerem a obra necessária de construir em sólidos alicerces o Império. Eles sabiam impor a «Pax lusitânica» como base da obra de civilização.
    Com larga documentação, mostra o Sr. Tenente-Coronel Bel de Almeida a vida e feitos de Eduardo da Costa, militar esforçado, administrador sabedor e progressivo, e escritor erutido e estudioso.” in Prefácio

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  • Jornadas Heróicas

    Jornadas Heróicas

    Artur de Paiva de Gastão Sousa Dias

    20,00 

    Jornadas Heroicas de Artur de Paiva de Gastão Sousa Dias.
    Agência Geral das Colónias. 1949, 269 págs. B.

    Artur de Paiva GOIC (Leiria, Leiria, 20 de Março de 1856 — 1900) foi um oficial do Exército Português, onde atingiu o posto de coronel, e administrador colonial que se notabilizou no processo de exploração e ocupação do sudoeste de Angola.

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  • Dupla Restauração de Angola (1641-1648) de A. da Silva Rego

    Dupla Restauração de Angola (1641-1648)

    A. da Silva Rego

    25,00 

    Dupla Restauração de Angola (1641-1648) de A. da Silva Rego.
    Agência Geral das Colónias. LIsboa, 1948, 274 págs. E.

    TODOS OS portugueses sabem o que vulgarmente se quer dizer quando se fala em <campanhas da Restauraçãon.

    São lutas contra o jugo castelhano ou holandês, após a revolução nacionalista de 1640, a fim de reganhar o antigo império perdido durante o duro «cativeiro de Babilónia» de 1580 a 1640. Estas lutas assumem ainda significado diverso, quando se trata de lutas na metrópole ou de lutas no Oriente. Na história angolana, porém, as «campanhas da restan- ração apresentam outra significação. Os Portugueses, embora expulsos da costa, estavam firmemente estabelecidos em Muxima, Massangano, Cambambe e Ambaca e, em vista disto, nunca perderam os seus direitos sobre a velha possessão africana. Por conseguinte, a conquista de Luanda pelos Holandeses, embora tivesse representado grave quebra de prestigio para os antigos senhores de toda aquela costa, não abalou em nada os dados fundamentais da presença portuguesa em Africa. Deve, pois, falar-se em «restauração de Luanda» e não em «restauração de Angola».

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  • António Galvão, o "Apóstolo das Molucas"

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas”

    Joaquim Costa

    7,50 

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas” de Joaquim Costa.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1943, 96 págs. B.

    A História contraiu uma grande divida com António Galvão, notável governador das Ilhas de Maluco em 1536 e que é justo e urgente tirar do «rol dos esquecidos. Homem de caracter, probo e esforçado, honrou em todas as circunstâncias o nome de Portugal e servir com desinteresse, galhardia e lealdade, Deus, a Pátria e o Rei. Quando o Rev. Richard Hakluyt deliberou, em 1601, publicar a crónica das viagens e descobrimentos dos inglêses, seus compatriotas, fizeram-lhe notar que êsse trabalho seria incompleto se não desse a conhecer o que os portugueses tinham anteriormente feito em matéria de descobertas e navegação.

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