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  • THIS IS COMMUNIST HUNGARY DE ROBERT DELANEY

    This Is Communist Hungary

    Robert Delaney

    7,50 

    THIS IS COMMUNIST HUNGARY DE ROBERT DELANEY
    Henry Regnery Company. Chicago, 1958, 260 págs. E.

    An account by Robert Delaney of communist Hungary during the Cold War, published in 1958 in the immediate aftermath of the 1956 Hungarian Revolution and its brutal suppression by Soviet forces. The author documents the totalitarian regime installed in the country, daily life under state surveillance, and the crushing of the Hungarian people’s aspirations for freedom, offering a contemporary testimony to one of the most defining episodes of the European Cold War.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 520g
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  • MAL A PIOR DE VASCO PULIDO VALENTE

    Mal a Pior

    Vasco Pulido Valente

    8,00 

    DE MAL A PIOR: Crónicas (1998-2015) DE VASCO PULIDO VALENTE
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2016, 542 págs. B.
    📃Selecção de Miguel Pinheiro

    Colectânea de crónicas de Vasco Pulido Valente, o colunista mais influente do país, escritas entre 1998 e 2015. O autor escreve sobre primeiros-ministros, presidentes da República, papas, economia, terrorismo, religião, desporto e costumes, recusando-se a aceitar mansamente a ingerência do Estado na vida dos indivíduos. Historiador doutorado em Oxford e colunista de longa data do Expresso, Pulido Valente combina rigor histórico com uma ironia mordaz e um estilo inconfundível.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 770g
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  • ISLÃO E O OCIDENTE DE JAIME NOGUEIRA PINTO

    Islão e o Ocidente

    Jaime Nogueira Pinto

    10,00 

    O ISLÃO E O OCIDENTE: a grande discórdia DE JAIME NOGUEIRA PINTO
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 350 págs. B.

    Ensaio de Jaime Nogueira Pinto sobre as raízes históricas e ideológicas da violência associada ao radicalismo islâmico contemporâneo, escrito no rescaldo do ataque ao semanário Charlie Hebdo de Janeiro de 2015. O autor procura compreender de onde vêm os actos de extrema violência cometidos por grupos como o Boko Haram ou os perpetradores das decapitações de cristãos no Iraque e na Síria, identificando quem são os seus autores, em que acreditam e que fundas raízes históricas explicam as complexas divisões e seitas dentro do mundo islâmico.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 530g
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  • Sociedade Civil, A

    Sociedade Civil, A

    G. W. F. Hegel

    7,50 

    A Sociedade Civil de G. W. F. Hegel
    Editorial Estampa. Lisboa, 1979, 149 págs. B.
    Colecção: Teoria | 45
    𓂃🖊 Tradução: José Saramago

    Na obra Princípios da Filosofia do Direito, G. W. F. Hegel define a Sociedade Civil (Bürgerliche Gesellschaft) como a esfera intermediária entre a Família e o Estado. Trata-se do domínio das necessidades materiais, do mercado e dos interesses privados, onde domina o individualismo e a concorrência, exigindo a regulação através de leis e instituições.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Renovado (Discurso) de Carneiro Pacheco

    Portugal Renovado (Discurso)

    Carneiro Pacheco

    10,00 

    Portugal Renovado (Discurso) de Carneiro Pacheco
    Oficina Gráfica da Casa Portuguesa. Lisboa, 1940, 399 págs. B.

    António Carneiro Pacheco (1887–1957) foi um proeminente professor de Direito e político português do Estado Novo. Como Ministro da Educação Nacional entre 1936 e 1940, liderou a “Reforma Carneiro Pacheco”, que estruturou o sistema de ensino nacional até 1974. Foi responsável pela criação do livro único, pela obrigatoriedade do crucifixo nas escolas e pela fundação da Mocidade Portuguesa. Posteriormente, atuou como embaixador na Santa Sé e em Madrid.

    📖 Exemplar por abrir
    🟡 Capa danificada.

  • NEW DIPLOMACY AND ITS APPARATUS DE GEOFFREY MCDERMOTT

    New Diplomacy and Its Apparatus, The

    Geoffrey McDermott

    8,00 

    The New Diplomacy and Its Apparatus de Geoffrey McDermott
    Plume Press. London, 1973, 208 págs. E.
    📃 Com prefácio de Lord Chalfont

    Published in 1973, Geoffrey McDermott’s “The New Diplomacy and Its Apparatus” explores the evolution of international relations after WWII, drawing from his career as a British diplomat. The work critiques the transition from aristocratic, secretive negotiations to a modern system shaped by global organizations and mass media, advocating for structural reform.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 525 g
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  • Diplomacy: the dialogue between states

    Diplomacy: the dialogue between states

    Adam Watson

    10,00 

    Diplomacy: the dialogue between states de Adam Watson
    Methuen & Co. London, s.d., 239 págs. B.

    In the first major assessment of diplomatic dialogue since Nicolson’s Diplomacy in 1939, Adam Watson traces the changing techniques of diplomacy from ancient times through the ‘diplomatic society’ of Europe to the present global system. In examining the conventions and institutions which help to shape the international system the author aims not so much to preserve diplomatic order which worked well in the past but rather to identify the continuities and the new conditions which will enable the dialogue to function in the future. He pays special attention to the extension of the dialogue into new fields and to the impact of the newly independent states of the third world. This leads him to argue strongly that the world’s growing interdependence has increased rather than lessened the scope of diplomacy in the nuclear age.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Problemas Actuais do Marxismo de Henri Lefebvre

    Problemas Actuais do Marxismo

    Henri Lefebvre

    5,00 

    Problemas Actuais do Marxismo de Henri Lefebvre
    Editorial Fronteira. Amadora, 1977, 137 págs. B.
    Colecção: Direito & Cultura | 7

    “A perspectiva de uma história dramática da filosofia tem uma outra consequência. Se for assim, podemos conceber que a filosofia nasça, atravesse crises, morra ou se transforme muito profundamente. A hipótese do seu fim põe-na em questão e apresenta uma questão profunda, sempre renovada, a do sentido da filosofia (ontem, hoje, amanhã).
    Este pequeno livro inscreve-se numa história dramática e limitada, a do dogmatismo no pensamento contemporâneo. Refere-se essencialmente a uma sistematização que se desmorona, o dogmatismo marxista. Este dogmatismo, no entanto, não é um fenómeno isolado, que não exerceria nem receberia nenhuma influência. Daí, este estudo toma lugar numa história já mais larga, e com preocupações talvez mais profundas.
    Para aquele que admite (num «campo» ou no outro) uma separação absoluta entre o marxismo e o resto, entre a ciência burguesa e a ciência proletária, ou entre as concepções revolucionárias e as concepções opostas, este livro não tem sentido. No entanto, tal visão do «tudo ou nada» no conhecimento, tal rejeição da interacção destrói a dialéctica pela base, quando posta em princípio por um marxista.
    Em nome de uma «concepção do mundo», ele proíbe-se de conceber o mundo actual. Quando adoptada por um não-marxista, equivale a uma negação da coexistência pacífica, a uma declaração de guerra no plano filosófico, que não se pode considerar desprovida de importância e significado.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porque é que Marx Tinha Razão de Terry Eagleton

    Porque é que Marx Tinha Razão

    Terry Eagleton

    8,00 

    Porque é que Marx Tinha Razão de Terry Eagleton
    Edições 70. Lisboa, 2023, 250 págs. B.

    Em tom aguerrido e controverso, o autor contesta a anunciada morte do marxismo.
    Num mundo em que o capitalismo tem sido abalado por graves crises e em que o ódio à esquerda se torna cada dia mais manifesto, este livro é tão urgente e oportuno como ousado e honesto.
    Escrito com a argúcia, o humor e a clareza habituais em Eagleton, Porque É que Marx Tinha Razão atrairá um público muito mais vasto do que o restrito público académico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Papalagui  de Tuiavii.

    Papalagui, O

    Tuiavii

    7,50 

    O Papalagui  de Tuiavii
    Antígona Editores. Lisboa, 1996, 74 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Joost Swarte

    Tuiavii nunca teve intenção de publicar esses discursos na Europa, nem sequer de os mandar imprimir; destinavam-se unicamente aos seus compatriotas polinésios. Se eu, apesar disso, transmito aos leitores europeus os discursos desse indígena, sem que ele o saiba e certamente contra sua vontade, é porque estou convencido de que nos vale a pena, a nós, homens brancos e esclarecidos, ter conhecimento do modo como um indivíduo ainda intimamente ligado à natureza nos vê a nós e à nossa cultura. Através dos seus olhos descobrimos a nossa própria imagem, e isso com uma simplicidade que já perdemos. Os leitores particularmente fanáticos da nossa civilização irão decerto achar a sua maneira ver ingénua, e até mesmo pueril, ou parva; no entanto, mais do que uma frase de Tuiavii deixará pensativo o leitor mais modesto, pois a sabedoria de Tuiavii não emana de um saber erudito, mas é mais uma inocência de fonte divina.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nixon e Caetano de José Freire Antunes

    Nixon e Caetano: promessas e abandono

    José Freire Antunes

    10,00 

    Nixon e Caetano: promessas e abandono de José Freire Antunes
    Círculo de Leitores. Março, 1993, 428 págs. E. Il.

    Com a ascenção do republicano Richard Nixon à Casa Branca, numa época em que as relações entre os Estados Unidos e Portugal eram frias, criaram-se grandes expectativas ao governo de Marcello Caetano.
    Nixon adoptou de facto em relação a Portugal e aos seus desígnios em África uma atitude muito mais favorável do que tinha sido a de Kennedy e apoiou o governo de Lisboa por várias formas.
    Mas as promessas de cooperação e de ajuda, feitas em 1969 por Nixon, foram esbarrando na hostilidade do Congresso dos Estados Unidos quanto à política de Portugal em África e num relaxamento da vontade política. Os americanos tinham «saído para o almoço» quando sobreveio o golpe militar de 25 de Abril de 1974.
    É este ciclo temporal que José Freire Antunes nos descreve neste livro indispensável para compreender as relações bilaterais entre os dois países.


    Caracterísiticas do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
  • Ano de Política, Um

    Ano de Política, Um

    Egas Moniz

    50,00 

    Um Ano de Política de Egas Moniz
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, 1919, 415 págs. B.

    Apesar do título se referir a «um ano de política», Egas Moniz traça o seu percurso político, do início do século XX até 1919, ano em que abandona definitivamente a atividade política para se dicar por inteiro à neurologia.

    Egas Moniz entrou ativamente na política na década de 1900, ocupando o lugar de deputado pelo Partido Progressista, ainda no sistema político monárquico. Cinco anos depois, distancia-se do status-quo rotativista, passando para o campo dos republicanos.

    Virá a ter um papel destacado entre 1917 e 1918, quer como chefe do Partido Nacional Republicano, líder parlamentar, embaixador em Madrid, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros (cargo correspondente ao de ministro no modelo político adotado por Sidónio Pais) e presidente da delegação portuguesa à Conferência de Paz de Paris, onde foram estabelecidos os termos da rendição alemã que pôs fim à 1ª Grande Guerra.

    A sua carreira política é marcada por duas ruturas principais: primeiro com o sistema monárquico, em 1905; depois, em pleno regime republicano, ao apoiar a ditadura de Sidónio Pais que tomou o poder em dezembro de 1917 e presidiu a chamada República Nova até ao momento em que foi assassinado, em dezembro de 1918.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Regionalização de Luís Valente de Oliveira

    Regionalização

    Luís Valente de Oliveira

    6,00 

    Regionalização de Luís Valente de Oliveira.
    Edições ASA. Porto, 1996, 206 págs. B.

    A institucionalização de regiões administrativas no continente figura na constituição da república portuguesa, desde 1976! Já se passaram vinte anos, sem que se tenha dado o passo definiti- vo da formalização das estruturas administrativas regionais. É evidente que a operação comporta riscos… Mas também contém virtualidades.

     

    Este livro refere em que consiste a regionalização, quais os problemas que ela põe e como se podem reduzir os riscos que apresenta e extrair as muitas potencialidades que ela encerra

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Angola

    Angola

    Orlando Ferraz

    17,50 

    Angola: Caminhos e Desafios da Reconciliação e da Reconstrução de Orlando Ferraz.
    Elivulu Editora. Luanda, 2022, 202 págs. B.

    Este é um livro sobre o futuro, a sua construção a partir do presente, com um olhar ao passado para seguir adiante. Como refere no prefácio Ernesto Joaquim Mulato, engenheiro e ex-deputado à Assembleia Nacional de Angola, o tema desta obra «constitui uma das aspirações nacionais primárias de qualquer Estado que queira trilhar o caminho do desenvolvimento harmonioso e sustentado tendo como o ponto de chegada o bem-estar económico e social do seu povo».

    O livro está estruturado em 5 parte. Na primeira o autor retrata os factos históricos que directa ou indirectamente contribuíram na formação e tomada de consciência nacional para a revolta contra a ocupação colonial que se desenvolveu com a luta de libertação nacional encetada pelos nacionalistas angolanos até a assinatura dos acordos de Alvor entre o governo português e os três movimentos de libertação nacional. A segunda parte traz à lembrança o histórico da guerra fratricida influenciada pela guerra fria. O autor faz ainda uma incursão até aos acontecimentos vivenciados em Angola no fatídico e memorável dia 27 de Maio de 1977 devido ao seu impacto adverso na defesa e garantia dos direitos humanos. As eleições gerais de 1992 e os acontecimentos pós-eleitorais, incluindo a retoma do conflito armado até a expulsão da UNITA das cidades do Bailundo (Huambo) e Andulo (Bié) constituem a abordagem da terceira parte. A seguir trata do recrudescimento da guerra civil pós-eleitoral. A última parte é sobre esperança, sobre a merecida bonança que «Angola, agora ou nunca», muito precisa. Enfatiza o autor: todo angolano deve acreditar que a felicidade é o último bem prosseguido pela reconciliação e reconstrução nacional.

    Um estudo profundo que condensa 25 anos de pesquisa – 1997 a 2022 – com recurso a diversas fontes, quer bibliográficas como orais, com entrevistas inéditas de personalidades da história angolana e de África, entre as quais se destaca Kenneth Kaunda, pan-africanista, primeiro presidente da Zámbia (1964-1991).

  • Prisão Política

    Prisão Política

    Sedrick de Carvalho

    17,00 

    Prisão Política de Sedrick de Carvalho.
    Elivulu Editora. Luanda, 2021, 212 págs. B.

    As editoras Elivulu (Angola) e Perfil Criativo (Portugal) no seguimento da publicação de várias edições dedicadas à questão da memória colectiva de Angola, trazem este ano (2021) o diário de cárcere de um jovem preso político angolano, Sedrick de Carvalho, do processo conhecido como 15+2, que nos revela os bastidores da sua detenção, prisão e julgamento.

    O relato começa a 20 de Junho de 2015, na Vila Alice (Luanda) quando um grupo de jovens se encontrou no ILULA para realizar uma leitura colectiva da obra “Da Ditadura à Democracia”, de Gene Sharp. Estes jovens foram violentamente presos por uma força especial de intervenção rápida do Serviço de Investigação Criminal e, mais tarde, assistiram a um bizarro julgamento no qual foram acusados de terrorismo. Sofreram uma prisão prolongada até 29 de Junho de 2016, data em que foram libertados por ordem do Tribunal Supremo.

     

  • Devagar Depressa dos Tempos de Marcello Duarthe Mathias

    Devagar Depressa dos Tempos

    Marcello Duarthe Mathias

    15,00 

    Devagar Depressa dos Tempos: Notas de um Diário (1962-1969) de Marcello Duarthe Mathias.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1980, 206 págs. B.

    Antologia do que de mais relevante Marcello Duarte Mathias escreveu nos seus Diários. Uma compilação de textos descritos com humor e perspicácia e que nos revelam as riquíssimas vivências de um diplomata e os seus encontros com figuras importantes ao longo da sua carreira.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.