• Depoimento de Marcello Caetano

    Depoimento

    Marcello Caetano

    7,50 

    Depoimento de Marcello Caetano
    Distribuidora Record. Brasil, 1975, 248 págs. B.

    «Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de Abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português. E não mais deixei de trabalhar nele até ao dia em que, dois meses decorridos, o terminei, já no Rio de Janeiro. Trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível do testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Moçambique Terra Queimada de Jorge Jardim

    Moçambique Terra Queimada

    Jorge Jardim

    8,00 

    Moçambique Terra Queimada de Jorge Jardim
    Intervenção. Lisboa, 1976, 416 págs. B.

    Livro da autoria do mais controverso político português em Moçambique, que revela os contornos das negociações que foi mantendo com a FRELIMO, ainda antes do 25 de Abril de 1974, a ‘Revolução dos cravos’, com a complacência de Marcelo Caetano e o então presidente da Zâmbia, Kanneth Kaunda.

     

    Negociações que continuaram mesmo após a revolução de 1974 e que depois seriam complicadas e boicotadas, sendo Jorge Jardim perseguido e obrigado mesmo a abandonar Portugal primeiro e, depois, Moçambique.

    Este livro é um documento importante e incontornável sobre a guerra colonial, o final do regime, a descolonização e o início da guerra civil.

    📝 Assinatura de posse.

  • Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem

    Mariano Robles Romero-Robledo

    7,50 

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo.
    Liber. Lisboa, s.d., 254 págs. B. Il.

    “Eu conhecera Humberto Delgado em Washington, também num dia de Setembro de 1953. Acompanhara-o depois na sua campanha eleitoral e tomara conta dos serviços de Imprensa. A Embaixada do Brasil fora, com António Sérgio, Jaime Cortesão, Vieira de Almeida, Artur Portela, entregar ao embaixador Álvaro Lins um exemplar dos «Lusíadas», no dia em que se completara um mês que ele concedera asilo político a Humberto Delgado. E, paredes meias da P.I.D.E., estive em recepção grande concedida pelo mesmo embaixador, mas sem a presença do asilado.
    Tive de Humberto Delgado algumas cartas do exílio, entregues por portadores, como se fora matéria explosiva; e segui momentos de esperança ou desespero até ele cair na emboscada de Villanueva del Fresno…
    Foi um dos que ficou pelo caminho, com o seu sangue a argamassar a resistência portuguesa que haveria de explodir em triunfo só em 25 de Abril deste ano. Pode falar-se à vontade dele e dos que o mataram e estes responderão pelo crime. Na opinião pública já há muito foram condenados e execrados. E enquanto não comparecerem perante o tribunal os criminosos, livros como este de Mariano Robles e José António Novais narram os meandros de uma fase da luta de reconquista das liberdades durante o último meio século de vida carcerária. Bem triste sina a da nossa geração onde os crimes como o que vitimou Humberto Delgado foram correntes. São os marcos miliários desta penosa viasacra da nossa História contemporânea.” in Dedicatória de Raúl Rego

    Obra ilustrada com diversas fotografias e cópias de documentos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco

    Cinco Homens de Estado

    Luís Beiroco

    5,00 

    Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco
    Livros do Brasil. Lisboa, 2003, 172 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 169

    «O autor começa por fazer uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial; todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra; De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos; Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino; De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do Amaral

    📌 Carimbo: Oferta dos Editores

  • De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle

    De Gaulle Mon Père

    Philippe de Gaulle

    15,00 

    De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle
    Plon. França, 2003, 2 vols. B. Il.

    Quel portrait plus fidèle que celui qu’un fils peut faire de son père ? Voici donc la suite des entretiens que Philippe de Gaulle a accordés à Michel Tauriac. Au moment où s’ouvre ce second tome, le Général vient d’entrer à l’Elysée, et bientôt, à Alger, va éclater la tragédie. Dix années vont se succéder, au cours desquelles nous suivons Charles de Gaulle. Nous vivons avec lui en famille, prenons part à ses réflexions intimes. Nous sommes à ses côtés quand les généraux se révoltent, quand on tire sur sa voiture au Petit-Clamart, quand il nomme Pompidou Premier ministre, quand il perd le référendurn et se retire dans son village. Ces événements dramatiques ont bouleversé le cours de l’histoire contemporaine et plus de trente ans après sa disparition, Charles de Gaulle n’en finit pas de déchaîner les passions. Dans la bouche de son fils, cette figure incontournable du patrimoine français se révèle être ” père et mari envers et contre tout “, un être capable de susciter l’amour exceptionnel d’une femme qui se serait fait tuer pour lui.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • De Gaulle de Max Gallo

    De Gaulle

    Max Gallo

    25,00 

    De Gaulle de Max Gallo
    Éditions Robert Laffont. Paris, 1998, 4 vols. B

    A biografia de De Gaulle, escrita pelo historiador e romancista Max Gallo, não é apenas um relato de datas e factos; é uma narrativa épica que trata a vida do General como um grande romance histórico. Gallo utiliza um estilo literário vibrante — muitas vezes escrevendo no tempo presente — para transportar o leitor para o centro das decisões que moldaram o século XX.

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  • C'Était de Gaulle

    C’Était de Gaulle

    Alain Peyrefitte

    30,00 

    C’Était de Gaulle de Alain Peyrefitte
    Èditions de Fallois. França, 1994, 3 vols.

    Alain peyrefitte a eu, entre 1959 et 1969, quelque 300 entretiens en tête à tête avec le général de gaulle. Auxquels s’ajoutent les conseils des ministres, les conseils restreints, les rencontres avec des chefs d’etat ou de gouvernement étrangers. pendant toute cette période, il a pris des notes au jour le jour, avec l’accord du général. ces notes, ce sont essentiellement les propos tenus parle général, scrupuleusement recueillis, dans l’intention de les soustraire à l’oubli, en respectant non seulement leur teneur, mais aussi le style et le ton des dialogues. La transcription fidèle de ces notes, classées thématiquement pour la publication, produit un effet saisissant : le lecteur voit surgir, et retrouve dans toute l’intensité de sa présence le personnage exceptionnel que fut de gaulle. peyrefitte nous introduit dans l’intimité du général que nous écoutons penser tout haut. c’est un de gaulle en liberté, qui va beaucoup plus loin que dans ses textes officiels et s’exprime avec une familiarité et une franchise surprenantes. Par la richesse et la diversité des révélations qu’il apporte, et le portrait intellectuel et moral qui s’en dégage, ce volume constitue un témoignage capital sur celui qui compte parmi les derniers héros et les grands mythes de l’histoire nationale.

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  • Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século

    Pierre Kalfon

    8,00 

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 570 págs. E. Il.

    Graças a dezenas de testemunhos directos e à análise rigorosa de fontes inéditas, Pierre Kalfon conseguiu produzir uma biografia que já se impôs como obra de referência indispensável, para quem quiser conhecer de facto um dos protagonistas políticos mais generosos do século XX. E, talvez, o mais amado: Che Guevara

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  • Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente

    Estudos Sobre a Crise Nacional

    Vasco Pulido Valente

    10,00 

    Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1980, 318 págs. B.

    O livro que a seguir se pode ler é constituído por ensaios e artigos escritos entre 1965 e 1969.

     

    Quando surgiu a possibilidade de os publicar (porque houve quem lhes visse um interesse que, para mim, não era claro), pensei em corrigi-los, segundo a presumível maturidade teórica e técnica que hoje é talvez a minha.

     

    Mas rapidamente desisti. Iria deformá-los, sem os melhorar. E, se eles valem alguma coisa, valem sobretudo como sinais de um esforço que, em várias direcções e com graus diferentes de inteligência e perspicácia, procurou ver claro nessa questão que todos o Portugueses que jamais se atreveram a pensar têm consigo mesmos: Portugal.

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  • Crítica da Ideologia Contemporânea

    Crítica da Ideologia Contemporânea

    Galvano Della Volpe

    6,00 

    Crítica da Ideologia Contemporânea de Galvano Della Volpe
    Editorial Estampa. Lisboa, 1974, 172 págs. B.
    Colecção: Teoria | 23

    “O presente volume, com os seus desenvolvimentos e esclarecimentos de lógica, política e estética, conclui uma longa pesquisa materialistico-histórica cujos pontos-chave são A lógica como ciência positiva Rousseau e Marx, Crítica do Gosto, e termina pelo menos idealmente uma pesquisa intelectual «de esquerda» que durou mais de um quarto de século (a contar a partir do Discurso sobre a desigualdade, de 1943).
    Dos escritos aqui republicados e recolhidos, à guisa de capítulos de um livro orgânico, construtivo e polémico ao mesmo tempo, não há um sequer que não tenha sofrido retoques, mesmo profundos (veja-se, por exemplo, A chave da dialéctica histórica).” in Prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Literatura Política Ideológica de Claude Prévost

    Literatura Política Ideológica

    Claude Prévost

    7,50 

    Literatura Política Ideológica de Claude Prévost
    Moraes Editores. Lisboa, 1976, 224 págs. B.

    Claude Prévost, nas suas reflexões sobre «Literatura, Política e Ideologia, considera ser a função primordial do escritor enquanto utilizador privilegiado da palavra, essa matéria viva: transmitir um pensamento imbuído de acção, agir com o outro, dado que «o material que a literatura trabalha está carregado de história e de sentido.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Ler Gramsci de Dominique Grisoni

    Ler Gramsci

    Dominique Grisoni

    6,00 

    Ler Gramsci de Dominique Grisoni.
    Iniciativas Editoriais. Lisboa, 1974, 359 págs. B.

    Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. O homem a respeito do qual disse o Procurador do tribunal fascista: preciso impedir este cérebro de funcionar durante 20 anos. Porém, o cárcere não impediu Gramsci de prosseguir a sua reflexão política: as obras mais importantes de Gramsci foram escritas na prisão. Onde não esteve os vinte anos que lhe desejou o Procurador, mas apenas dez. A sua débil saúde não resistiu mais à prisão. Gramsci, o primeiro a fornecer um conteúdo mais concreto à estratégia da tomada do poder nos países de capitalismo avançado consideraram Dominique Grisoni e Robert Maggiori os autores do presente trabalho, um livro distinguido pela totalidade, ou quase totalidade, da esquerda francesa.

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  • Solidariedade Sustentada de António Correia de Campos

    Solidariedade Sustentada

    António Correia de Campos

    6,00 

    Solidariedade Sustentada: Reformar a Segurança Social de António Correia de Campos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 230 págs. B.
    Colecção: Trajectos Portugueses | 48

    A obra romântica Ciencia y Caridad, de Pablo Picasso (Museyu Picasso, Barcelona), que capeia este livro, executada aos 16 anos do artista, simbolicamente, documenta como, no final do século XIX, a sociedade pouco mais tinha que ciência e caridade para oferecer aos carenciados. No final do século XX, a caridade tinha evoluído para a solidariedade e a ciência organizou a prestação de serviços de forma universal, eficaz, justa e sustentada por todos. No dealbar do século XXI, o modelo universal dá sinais de fissuras na justiça distributiva e de a prazo vir a ter dificuldades de sustentação financeira. São essas fissuras que este livro analisa.

    O autor procura soluções que garantam sustentabilidade institucional e financeira ao modelo de protecção social universal, a que os países da Europa atribuem uma das mais altas prioridades da sua vida colectiva.

    Ao presidir quase dois anos à comissão que produziu o Livro Branco da Segurança Social, um trabalho a que comentadores de todos os sectores ideológicos atribuem elevada qualidade científica, técnica e política, o autor foi observador participante de um processo completo de decisão política até à aprovação da nova Lei de Bases da Segurança Social em Julho de 2000. Este livro documenta os pontos fortes e fracos de uma das reformas do Estado moderno, explicando as razões dos desajustamentos actuais, confrontando ambições com resultados, comparando reformas entre países próximos e relatando, a par e passo, as perdas e ganhos do processo político e legislativo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Psicologia de Massas do Fascismo de Wilhelm Reich

    Psicologia de Massas do Fascismo

    Wilhelm Reich

    10,00 

    Psicologia de Massas do Fascismo de Wilhelm Reich.
    Martins Fontes. Brasil, 2001, 374 págs. B.

    Este estudo clássico é uma contribuição única à compreensão de um dos fenômenos cruciais do nosso tempo – o fascismo. Para Reich, o fascismo é a expressão da estrutura irracional do caráter do homem médio, cujas necessidades biológicas e primárias e cujos impulsos são reprimidos há milênios.

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  • 7 de Dezembro de 2004

    7 de Dezembro de 2004

    Mário Soares

    30,00 

    Discurso de agradecimento proferido no jantar que lhe ofereceram os seus Amigos por ocasião dos 80 anos em 7 de Dezembro de 2004 de Mário Soares.
    Comissão Organizadora do Jantar dos 80 Anos. Lisboa, 2004, 86 págs. B. Il.

    A ideia deste jantar nasceu, como sabem, à minha revelia, duma “conspiração” entre três amigos queridos: Vasco Vieira de Almeida, António Dias da Cunha e Victor Ramalho, com uma aliada de peso: a minha filha, Isabel.

    🔢 Edição Numerada: 309
    ❗Acompanha a publicação um cartão de Mário Soares a oferecer o livro.

  • Globalization of World Politics de John Baylis

    Globalization of World Politics, The

    John Baylis

    10,00 

    The Globalization of World Politics: An Introduction to International Relations de John Baylis e Steve Smith.
    Oxford University Press. Oxford, 2005, 811 págs. B.

    Written specially for those coming to the subject for the first time, this text has been carefully edited by John Baylis and Steve Smith to ensure a coherent, accessible and lively account of the globalization of world politics. As with the previous edition, there is a companion website that offers up-to-date case studies of the conflicts in Kosovo and the 1990-91 Gulf War and a new case study on Iraq. The Globalization of World Politics, Third Edition, is ideal for undergraduate and graduate courses in International Relations.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.