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  • Mulher na Igreja

    Mulher na Igreja, A

    Anne Carr

    6,00 

    A Mulher na Igreja de Anne Carr.
    Temas e Debates. Lisboa, 1997, 332 págs. B.

    A teologia feminista é hoje o fruto de um grupo cada vez mais numeroso e qualificado de mulheres, que desenvolvem a reinterpretação da tradição da fé cristã (Bíblia, concílios, padres da Igreja, teólogos e história cristã das mulheres) segundo um novo paradigma. (…) Deus não é masculino nem feminino: está para além das diferenças sexuais.”  In Introdução à edição portuguesa de Frei Bento Domingues

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  • Vida Sexual da Mulher Feia, A

    Vida Sexual da Mulher Feia, A

    Claúdia Tajes

    6,00 

    A Vida Sexual da Mulher Feia de Claúdia Tajes. Palavra. Lisboa, 2007, 139 págs. B.

    Num texto muito bem-humorado, a gaúcha Claudia Tajes descreve aventuras e desventuras da mulher feia, desde o tratamento diferenciado que recebe na família e na escola até os relacionamentos amorosos na vida adulta.

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  • STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo de Ana Tapia

    STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo

    Ana Tapia

    6,00 

    STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo de Ana Tapia.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2017, 285 págs. B.

    Sente que não tem tempo para nada? Que a sua vida se limita a trabalho-casa-trabalho-casa? Os seus filhos crescem a uma velocidade alucinante e dá por si a pensar que não consegue acompanhá-los e dar-lhes a devida atenção? E aquele projeto que iria proporcionar-lhe tanto prazer mas ficou guardado no fundo da gaveta porque as horas do dia não esticam? BASTA! Não basta sobreviver.

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  • A Mulher Destruída de Simone de Beauvoir

    Mulher Destruída, A

    Simone de Beauvoir

    5,00 

    A Mulher Destruída de Simone de Beauvoir.
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 251 págs. B.
    Livros Unibolso | 91

    A grande escritora do existencialismo e da denúncia de uma moral burguesa ultrapassada e, sobretudo, o arauto da corrente feminista, que exige, para a mulher, um outro estatuto, assente na liberdade e na igualdade. De facto, os seus apaixonantes livros de memórias e os seus lucidíssimos romances chamam as atenções gerais para uma forma velada de escravatura ético-social a que a mulher dos nossos tempos ainda se encontra sujeit, quer no plano do sexo quer no plano do trabalho. […] Haverá um novo papel a representar, pela mulher, no mundo moderno? Deixará a mulher a categoria de objecto para atingir aquela que lhe cabe, de pessoa? Poderá a mulher conquistar um lugar ao sol na sociedade do futuro? Esta, algumas das perguntas formuladas por Simone de Beauvoir nesta obra.

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  • Para a Libertação da Mulher de Roger GaraudyPara a Libertação da Mulher

    Para a Libertação da Mulher

    Roger Garaudy

    6,00 

    Para a Libertação da Mulher de Roger Garaudy.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1981, 122 págs. B.

    Desde há seis mil anos que as nossas sociedades têm sido feitas e dirigidas pelos homens e para os homens.

    Metade da Humanidade a metade feminina tem conhecido apenas a submissão e o esbulho de alguns dos seus direitos mais elementares. Porém, ao longo deste século, e mais ainda depois de 1968, o movimento das mulheres pôs em causa tal estado de coisas.

    Neste seu novo livro, polémico e contundente, em que se fala das Novas Cartas Portuguesas e de Maria de Lourdes Pintasilgo, Roger Garaudy, de quem esta Colecção publicou recentemente Ainda É Tempo de Viver, defende a libertação da mulher como pressuposto imprescindível da própria libertação humana.

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  • Heroínas Portuguesas

    Heroínas Portuguesas

    Rocha Martins

    7,00 

    Heroínas Portuguesas de Rocha Martins.
    Livraria Lello. Porto, s.d., 124 págs. B.

    Do índice:
    I – D. Filipa de Vilhena;
    II – D. Mariana de Lencastre, Defensora de Monção;
    III – A Duquesa de Ficalho.

    Ilustrado em folhas intercaladas no texto.

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  • Rainhas de Portugal

    Rainhas de Portugal

    Francisco da Fonseca Benevides

    10,00 

    Rainhas de Portugal de Francisco da Fonseca Benevides.
    Marcador. Queluz de Baixo, 2016, 501 págs. B.

    Conheça os mais de trinta reis e quarenta rainhas que governaram Portugal desde a fundação da monarquia até à implementação da republica. Saiba quem foram as duas rainhas reinantes e as nove que foram regentes ou estiveram encarregadas do governo do país em um determinado periodo. Descubra que nem todas as consortes dos chefes de estado português foram rainhas. Cinco não chegaram a ser coroadas porque faleceram antes da exaltação dos seus maridos ao trono. Quatro casaram-se quando os maridos já tinham deixado de ser reis. Enleadas no meio da trama politica e dos casamentos combinados da sua época, dez delas nunca estiveram em Portugal. Duas não chegaram a consumar os seus matrimónios. Uma foi repudiada. Outra foi coroada depois de morta.

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  • Infantas de Portugal

    Infantas de Portugal

    Júlia Nery

    6,00 

    Infantas de Portugal de Júlia Nery.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 123 págs. E.

    As histórias de reis, rainhas e seus reais herdeiros, sempre vêm suscitando a nossa imaginação, tendo acesso agora os curiosos aos pormenores mais íntimos das realezas dos nossos dias, e com larga cópia de detalhes.

    Tal como nós, as princesas também vão levar os filhos à escola, tomam com eles um gelado numa gelataria popular, narram aos cronistas sociais e na televisão os seus segredos de alcova, desaires maritais e não só. É verdade que passam grandes temporadas nos Alpes, nos safaris e na Côte d’Azur, deixando-se fotografar, filmar, posando

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    Tal como nós, as princesas também vão levar os filhos à escola, tomam com eles um gelado numa gelataria popular, narram aos cronistas sociais e na televisão os seus segredos de alcova, desaires maritais e não só. É verdade que passam grandes temporadas nos Alpes, nos safaris e na Côte d’Azur, deixando-se fotografar, filmar, posando

  • Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60

    Cecília Barreira

    8,00 

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 412 págs. E.

    A partir de um inquérito a autora apresenta, sob a forma de entrevistas, como várias mulheres (e alguns homens) dos mais diversos quadrantes e profissões (política, cultura, moda, etc), viviam, o que pensavam e como passaram os anos da ditadura de Salazar.

    📘Plastificado de origem

  • Presença da Mulher no Controle Social das Políticas Saúde

    Presença da Mulher no Controle Social das Políticas Saúde

    Fátima Oliveira

    6,00 

    Presença da Mulher no Controle Social das Políticas de Saúde de Fátima Oliveira.
    Rede Feminista de Saúde. Belo Horizonte, 2003, 212 págs. B.

    A presença da mulher no controle social das políticas de saúde é o registro de conferências, palestras e aulas proferidas durante a “Capacitação de agentes multiplicadoras para o controle social das políticas de saúde”, realizada pela Rede Feminista de Saúde, de 14 a 17 de novembro de 2002, em Belo Horizonte – MG.

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  • Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza de Alberto A. Abreu

    Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza

    Alberto A. Abreu

    10,00 

    Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza de Alberto A. Abreu. Câmara Municipal Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2006, 96 págs. B.

    O ouro é belo e caro. Por isso é símbolo de poder. De ouro se fizeram: as coroas de louros dos Césares, as coroas reais e anéis reais e episcopais, os ceptros. E de ouro se fazem também os adornos: diademas, brincos, gargantilhas, fieiras e colares, alfinetes de peito (de embelezamento e apotropaicos), as cruzes de peito e outros elementos protectores e devocionais. De ouro são também as pulseiras, e as alianças designativas de estado civil.

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  • Mulher no Século XX de Plínio Salgado

    Mulher no Século XX, A

    Plínio Salgado

    7,50 

    Mulher no Século XX de Plínio Salgado.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1946, 155 págs. B.

    Do índice: Pergunta do século XX; A Esfinge-mulher; A mulher é medida, pesada e comparada; Abramos um parêntesis; A mulher e a civilização naturalista; Falsos argumentos críticos materialistas; Da Idade-Média à Renascença;  A Ciência do Bem e do Mal; Instrução e Educação; A mulher e o cristianismo; Concepção integral do homem e da mulher; Missão maternal da mulher; O homem depende da mulher; O homem do nosso tempo; Nem a mulher-boneca, nem a mulher-soldado; Mulheres masculinizadas e homens afeminados; Acção social da mulher; Notas

    📝 Assinatura de posse.

  • UN Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women: A Commentary

    UN Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women: A Commentary

    Marsha A. Freemann

    15,00 

    UN Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women: A Commentary de Marsha A. Freemann [et al].
    Oxford Univerity Press. Reino Unido, 2013, 731 págs. B.

    This volume is the first comprehensive commentary on the Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination against Women and its Optional Protocol. The Convention is a key international human rights instrument and the only one exclusively addressed to women. It has been described as the United Nations’ ‘landmark treaty in the struggle for women’s rights’.

    The Commentary describes the application of the Convention through the work of its monitoring body, the Committee on the Elimination of Discrimination against Women. It comprises detailed analyses of the Preamble and each article of the Convention and of the Optional Protocol. It also includes a separate chapter on the cross-cutting substantive issue of violence against women. The sources relied on are the treaty language and the general recommendations, concluding observations and case law under the Optional Protocol, through which the Committee has interpreted and applied the Convention. Each chapter is self-contained but the Commentary is conceived of as an integral whole. The book also includes an introduction which provides an overview of the Convention and its embedding in the international law of human rights.

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  • Sexo Dependentes: 21 Histórias de Mulheres Radicais de Paula IzquierdoSexo Dependentes: 21 Histórias de Mulheres Radicais de Paula Izquierdo

    Sexo Dependentes

    Paula Izquierdo

    7,00 

    A busca do prazer é o eixo em torno do qual se rege a história do ser humano. Se estamos a falar de um homem essa procura nada tem de estranho, mas o mesmo não acontece quando uma mulher procura viver para o prazer. Será correcto chamarmos sexodependente a uma mulher que dá rédea solta…

  • Nunca Cases com Uma Mulher Com Pés Grandes de Mineke Schipper

    Nunca Cases com Uma Mulher Com Pés Grandes

    Mineke Schipper

    10,00 

    Em todas as culturas, as questões relativas ao sexo e ao género foram expressas em provérbios, uma das mais curtas formas literárias. Este livro apresenta um estudo surpreendente e divertido sobre as semelhanças (até mais do que diferenças!) entre milhares de provérbios sobre a mulher, a sua condi-ção e as suas vivências, provenientes de centenas de línguas e mais de 150 países.

  • Mulher e o Prazer

    Mulher e o Prazer, A

    Gilbert Tordjman

    7,00 

    A Mulher e o Prazer de Gilbert Tordjman.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 368 págs. E.

    Ora, a sexualidade das mulheres, complexa, plural e subtil, nunca poderia identificar-se pura e simplesmente com a do homem, embora possamos encontrar similitudes espantosas no plano fisiológico. Ao longo dos tempos, a sexualidade feminina foi modelada pelas condições  culturais, pelo estatuto social, pelas estruturas económicas e políticas, que lhe impuseram uma variabilidade de expressão muito grande no tempo e no espaço. – in Prefácio.

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