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  • Vagabundos de Máximo Gorky

    Vagabundos

    Máximo Gorky

    5,00 

    Os Vagabundos de Máximo Gorky
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 308 págs. B.

    Os vagabundos ocupam, na obra de Gorki, uma posição explicativa: Gorki, criou, literariamente, o vagabundo. Não se pode associar aos nomes de Hansum, ou de Dickens, ou de Vítor Hugo. O vagabundo de Gorki é um tipo à parte: o bossiak, um equivalente eslavo do clochard francês. Foi o exotismo do tipo que primeiro chamou a atenção para o jovem autor. Introduzia-se, na literatura, um novo mundo, uma nova visão das coisas.
    O que é, afinal, um bossiak?
    Uma rápida consulta à Rússia medieval, a qual se prolongaria até 1817, denunciaria o quadro social do grande país euroasiático. De um lado, uma nobreza de importação, cópia barata e servil de outras nobrezas, uma corte que parodiava Versalhes, uma administração que via, nos administrados, tão-somente, um cadastro de pagadores de impostos. Do outro, o camponês, o mujique, o povo.

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  • Teresa Raquin de Emílio Zola

    Teresa Raquin

    Emílio Zola

    5,00 

    Teresa Raquin de Emílio Zola
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 305 págs. E. Il.

    Num apartamento sombrio na viela do Pont-Neuf, em Paris, Thérèse Raquin está presa a Camille, seu primo, num casamento sem amor. A monotonia conjugal é interrompida quando inicia um caso amoroso com Laurent, amigo do seu marido. Mas a paixão leva-os a cometer um crime que os perseguirá para sempre.
    Thérèse Raquin causou escândalo quando foi publicado, em 1867, e trouxe ao seu autor, com apenas vinte e sete anos, uma notoriedade que o acompanhou toda a vida. O romance de Zola é não só um retrato de adultério, loucura e vingança, mas também uma exploração dos aspetos mais sombrios da existência humana.

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  • Teatro de Oscar Wilde

    Teatro

    Oscar Wilde

    10,00 

    Teatro de Oscar Wilde
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 584 págs. E.
    Colecção: Antologias Universais
    𓂃🖊 Prefácio: João Gaspar Simões

    Antologia clássica publicada pela Portugália Editora (na coleção Antologias Universais). A obra conta com tradução de Januário Leite e prefácio de João Gaspar Simões, reunindo quatro das mais famosas peças do autor:

    O Leque de Lady Windermere
    Uma Mulher sem Importância
    Um Marido Ideal
    A Importância de ser Severo

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  • Sidi de Arturo Pérez Reverte

    Sidi: El Cid, o nascimento de uma lenda

    Arturo Pérez-Reverte

    8,00 

    Sidi: El Cid, o nascimento de uma lenda de Arturo Pérez-Reverte
    Edições ASA. Porto, 2021, 347 págs. B.

    Ele não tinha pátria nem rei, apenas um punhado de homens fiéis. Não tinham fome de glória, apenas fome. Assim nasceu um mito. Assim se conta uma lenda.

    Rodrigo Díaz de Vivar, o mítico herói espanhol também conhecido como El Cid – ou Sidi – é o protagonista deste romance. Um cavaleiro transformado em mercenário pelos acasos da vida, intrépido, fiel aos seus valores, venerado pelas suas hostes, temido pelos inimigos.

    Sidi é uma homenagem de Arturo Pérez-Reverte a um dos mitos fundadores do seu país. E é também um livro de aventuras no seu estado mais puro.

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  • Senhora de Catherine Clément

    Senhora

    Catherine Clément

    6,00 

    A Senhora de Catherine Clément
    Edições ASA. Porto, 1996, 365 págs. B.

    “O nosso verdadeiro nome comum era Nasi, o que significa príncipe. Infelizmente, desde aquela época, já não éramos príncipes, mas sim proscritos.”

    Perseguida pela Inquisição, Beatriz de Luna, ou Gracia Nasi, nascida em Lisboa em 1510, é a mulher judia, jovem viúva de um banqueiro português (Francisco Mendes), que, herdeira de uma poderosa fortuna, vai pôr em marcha um dos mais impressionantes episódios da Europa seiscentista.
    Enfrentando o ódio dos Habsburgos e dos Papas, que a perseguem até à Palestina, ela é a força que irá proteger os cristãos-novos espoliados da Península Ibérica, à cabeça de um império comercial que, tal como o dos Fugger ou o dos Médicis, vergava a cabeça a reis, embaixadores e aristocratas.
    Expulsa sucessivamente de Lisboa, Antuérpia, Veneza e Ferrara (onde manda imprimir a primeira Bíblia traduzida para ladino — a célebre Bíblia de Ferrara), A Senhora personifica o êxodo singular dos Marranos, no contexto dos conflitos políticos, comerciais e religiosos da era humanista, num teatro onde se encontram as três grandes religiões do Livro, bem como o Oriente e o Ocidente.
    Uma das obras mais vendidas em França durante 1992, A Senhora é um notável romance histórico onde, tal como escreveu o Magazine Littéraire, “o mundo mediterrânico ressuscita com a luz, os seus perfumes, o esplendor e a desgraça dos marranos“.

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  • Rival de Roger Vailland

    Rival

    Roger Vailland

    7,00 

    O Rival de Roger Vailland
    Editorial Inova. Porto, 1975, 339 págs. B.
    Colecção: Metamorfoses | 13

    Beau Masque, italiano, belo homem de trinta anos, refugia-se em França; a polícia da Itália procura-o como resistente activo.

    Ele agrada às mulheres e liga-se com Pierrette Amable que resistira até ao seu aparecimento. Pierrette é operária numa fábrica têxtil e militante comunista, entusiasta e devotada ao Partido e ao Sindicato. O director da fábrica, Philippe Letourneau, pertencente a uma família da alta finança, é um rapaz inteligente, mas o seu carácter não é muito forte. Poeta nas horas vagas, resolve tomar o partido dos operários contra o dos patrões. A firmeza e a capacidade de Pierrette seduzem-no e ele apaixona-se louca-mente. Fornece-lhe argumentos, contra a sua própria família, durante uma campanha de imprensa, mas não obtém dela mais do que uma compaixão sorridente. Philippe torna-se amigo de Beau Masque e trabalha para o persuadir de que a sua companheira o engana. O ciúme vai provocar a tragédia de que os dois homens serão vítimas. O romance de Roger Vailland é um grande fresco, muito rico, cheio de intrigas secundárias e de personagens de segundo plano, saborosas e verídicas; pessoal da fábrica, directores, grevistas, etc.

    Com esta obra, Roger Vailland inscreve-se na grande tradição clássica do romance francês; é o relato da educação, da formação, da «qualidade» do herói

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  • Quando Vires um Gato Branco de Saki Murayama

    Quando Vires um Gato Branco

    Saki Murayama

    8,00 

    Quando Vires um Gato Branco de Saki Murayama
    Editorial Presença. Lisboa, 2023, 300 págs. B.

    Imagine que tem um desejo que gostava muito de ver realizado. Há uma forma de o conseguir, mas só quando vir um gato branco…

    Na mais conhecida grande loja do Japão, esconde-se um segredo que tem passado ao longo de várias gerações: por entre prateleiras e maravilhosos produtos, passeia-se um gato branco, capaz de realizar desejos. Quem o consegue descobrir pode, finalmente, ver o seu maior desejo concedido. Mas encontrá-lo não é fácil: o gato branco esconde-se dos mil sonhos guardados no coração das pessoas…

    No grande elevador dourado, Isana, a responsável por fazer os clientes subir e descer aos mágicos pisos da loja, sonha voltar a ver o pai, que a deixou ainda em criança. na sapataria, encontramos Sakiko, que gostaria de reencontrar a sua melhor amiga, com quem não fala há anos. Na secção de produtos de luxo, vemos Kengo, que deseja saber quem é a mãe, que o abandonou à nascença. E no arquivo conhecemos Ichika, que quer recuperar um amor perdido. Todos acalentam a esperança de ver o gato branco. Todos têm memórias agridoces do passado ou um futuro cheio de incertezas, mas será que precisamos que tudo seja como sonhámos para sermos felizes? Quanta felicidade está, afinal, guardada na palavra surpresa?

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  • Projecto Hail Mary de Andy Weir

    Projecto Hail Mary

    Andy Weir

    10,00 

    Projecto Hail Mary de Andy Weir
    Cultura Editora. S. L., 2025, 509 págs. B.

    Ryland Grace é o único sobrevivente de uma missão de último recurso para salvar a humanidade.

    Só que ele não o sabe. Nem sequer se lembra do próprio nome, quanto mais do propósito da missão e de como completá-la.

    Tudo o que sabe é que esteve a dormir durante muito, muito tempo. E que agora está a milhões de quilómetros de casa, com dois cadáveres desconhecidos a fazer-lhe companhia.

    Com os seus companheiros de tripulação mortos e as suas memórias a regressar vagamente, Ryland percebe que tem uma tarefa impossível pela frente. O tempo não está do lado dele e, para evitar uma catástrofe, tem de resolver um puzzle científico de proporções épicas — e salvar a espécie humana da extinção.

    Com outros seres humanos a anos-luz de distância, tem de fazê-lo sozinho. Ou será que não?

    Uma aventura interestelar irresistível, como só Andy Weir poderia imaginar. Projeto Hail Mary é uma história de descoberta e sobrevivência que nos transporta a lugares onde nunca sonhámos ir

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  • Por um Fio de Joe Connelly

    Por um Fio

    Joe Connelly

    6,00 

    Por um Fio de Joe Connelly
    Planeta Editora. Lisboa, 1999, 280 págs. B.

    Romance sobre um paramédico nocturno de Nova Iorque consumido pelos fantasmas de quem não conseguiu salvar. Entre turnos exaustivos e a violência crua das ruas, a fronteira entre sanidade e colapso vai-se apagando. Um retrato brutal e visceral da culpa, da exaustão e da redenção impossível. O livro que deu origem ao filme de Scorsese Bringing Out the Dead, com Nicolas Cage.

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  • Pachantatra

    Pachantatra

    L. Pereira Gil

    6,00 

    Pachantatra de L. Pereira Gil [Trad.]
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 374 págs. E. Il.

    O Panchatantra é uma antiga coleção de fábulas indianas, originalmente escrita em sânscrito, que se acredita ter sido composta por Vishnu Sarma. O título “Panchatantra” significa “Cinco Tratados”, e o livro é dividido em cinco partes, cada uma com suas próprias histórias e lições. As fábulas, muitas vezes protagonizadas por animais, exploram temas como amizade, ganância, guerra, paz e a importância de ações prudentes. O Panchatantra é conhecido por sua influência na literatura mundial, tendo sido traduzido para mais de 50 línguas e possuindo mais de 200 versões.

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  • Noivos de Alexandre Manzoni

    Noivos

    Alexandre Manzoni

    10,00 

    Os Noivos de Alexandre Manzoni
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    É certamente um dos acontecimentos editoriais do ano. A Paulinas Editora, numa nova coleção coordenada por José Tolentino Mendonça, honra-se de trazer à estampa nesta primavera de 2015 a obra monumental de Alessandro Manzoni, Os Noivos (I Promessi Sposi, no original). Esta obra é não só um clássico absoluto da literatura italiana, mas também um dos grandes romances do cânone europeu e mundial. De respiração e proporções épicas, a obra-prima de Manzoni teve duas edições em vida do próprio autor: a primeira de 1827 e uma segunda, amplamente revista e considerada como definitiva, em 1840.
    A tradução portuguesa que agora se apresenta segue essa segunda edição e constitui também um acontecimento excecional do ponto de vista da tradução. Há décadas que aquele que é, entre nós, o mais conceituado tradutor da literatura italiana, José Colaço Barreiros, alimentava o sonho de poder vir a verter para português esta obra. Fê-lo agora, numa tradução de altíssima qualidade que muito contribuirá para o sucesso esperado deste volume junto dos leitores.

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  • Não Digas Nada de Mary Kubica

    Não Digas Nada

    Mary Kubica

    7,50 

    Não Digas Nada de Mary Kubica
    Topseller. Amadora, 2014, 335 págs. B.

    Um thriller psicológico intenso e de leitura compulsiva, Não Digas Nada revela como, mesmo numa família perfeita, nada é o que parece.
    Tenho andado a segui-la nos últimos dias. Sei onde faz as compras de supermercado, a que lavandaria vai, onde trabalha. Nunca falei com ela. Não lhe reconheceria o tom de voz. Não sei a cor dos olhos dela ou como eles ficam quando está assustada. Mas vou saber.
    Filha de um juiz de sucesso e de uma figura do jet set reprimida, Mia Dennett sempre lutou contra a vida privilegiada dos pais, e tem um trabalho simples como professora de artes visuais numa escola secundária.
    Certa noite, Mia decide, inadvertidamente, sair com um estranho que acabou de conhecer num bar. À primeira vista, Colin Thatcher parece ser um homem modesto e inofensivo. Mas acompanhá-lo acabará por se tornar o pior erro da vida de Mia.

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  • Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs

    Mulher Que Voltou

    Mercedes Salisachs

    6,00 

    Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 456 págs. B.
    Colecção: Latitude | 41

    Eulália regressa à sua pequena vila natal na Costa Brava grávida e solteira, numa Espanha onde a moral religiosa é lei. Em três dias, vizinhos, familiares e toda a comunidade lhe fecham as portas. Cada recusa revela uma hipocrisia, cada silêncio esconde um segredo. Sem amparo, Eulália refugia-se numa gruta para dar à luz sozinha. O bebé não sobrevive. Um retrato implacável de como uma sociedade pode matar sem levantar a mão.

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  • Mishima ou a Visão do Vazio de Marguerite Yourcenar

    Mishima ou a Visão do Vazio

    Marguerite Yourcenar

    7,00 

    Mishima ou a Visão do Vazio de Marguerite Yourcenar
    Relógio d’ Água. Lisboa, s.d., 99 págs. B.
    Colecção: À Volta da Literatura

    A 25 de novembro de 1970, o mais reconhecido romancista japonês do pós-guerra, Yukio Mishima, chocou o mundo ao cometer seppuko, famoso ritual de suicídio japonês, por norma reservado à classe guerreira.
    Neste livro, Marguerite Yourcenar, atenta leitora de Mishima e estudiosa dos papéis culturais da ficção, desvenda a vida e a política do autor: a sua afeição pela cultura ocidental, a sua família e a sua homossexualidade, os seus escritos e a sua morte, que cuidadosamente premeditou.

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  • Minha Prima Rachel de Daphne du Maurier

    Minha Prima Rachel, A

    Daphne du Maurier

    7,50 

    A Minha Prima Rachel de Daphne du Maurier
    Editorial Presença. Lisboa, 2017, 343 págs. B.

    Sem sequer nunca se terem encontrado, Philip odeia Rachel, com quem Ambrose, seu primo, casou durante uma estadia em Itália. e quando este lhe escreve e lhe transmite a suspeita de que a mulher o quer envenenar, Philip não sente quaisquer dúvidas.

    Ambrose morre em circunstâncias pouco claras e Philip jura vingar a sua morte. Semanas depois, Rachel visita-o na sua propriedade da Cornualha, e a animosidade que Philip sentia por ela vai dando lugar a um fascínio incontrolável. Quem é Rachel afinal? Uma mulher realmente apaixonada? Ou movida por interesses pessoais?

    Daphne du Maurier confirma nesta obra o seu enorme talento para escrever histórias com uma grande riqueza narrativa, suspense e intriga permanentes e uma apurada caracterização das personagens. Um romance clássico, cativante, com uma escrita belíssima.

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  • Melhores Contos de Kafka

    Melhores Contos, Os

    Kafka

    7,50 

    Os Melhores Contos de Kafka
    Editora Arcádia. Lisboa, 1966, 207 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio: Armando Ventura Ferreira

    Antologia dos contos essenciais de Kafka: A Metamorfose; A Sentença; O Médico de Aldeia; Chacais e Árabes; O novo advogado; Diante da Lei; A Mensagem Imperial; Símbolos; O vizinho; Fábula Curta; O Abutre; O Piloto; O Caçador Gracus; Primeiro Desgosto; Na Colónia Penal; Comunicação a uma Academia.

    📝 Assinatura de posse.