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  • Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha

    Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha

    L. Geiger

    15,00 

    Renascença e do Humanismo na Italia e na Allemanha de L. Geiger
    Livrarias Aillaud e Bertrand. Lisboa, s.d., 1097 págs. E. Il.
    Colecção: História Universal | 12

    Volume da História Universal de Oncken dedicado ao Renascimento e ao Humanismo, com mais de mil páginas encadernadas e ilustradas, em edição Aillaud e Bertrand do início do século XX.

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  • Portugal um Pais parado no Meio Caminho de Miguel Real

    Portugal um Pais parado no Meio Caminho (2000-2015)

    Miguel Real

    8,00 

    Portugal um Pais parado no Meio Caminho (2000-2015) de Miguel Real
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 214 págs. B.

    Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.

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  • Máximo Rio Amazonas de João Daniel

    Máximo Rio Amazonas

    João Daniel

    6,00 

    Máximo Rio Amazonas de João Daniel
    O Independente. Lisboa, 2001, 189 págs. B.

    Edição parcial. Apresentação de Lucinda Saragoça: “O padre jesuíta João Daniel – o autor do Tesouro Descoberto no Rio Máximo Amazonas, aqui abreviado para O Máximo Rio Amazonas – nasceu a 24 de Julho de 1722 em Travassós – Viseu. (…) Entrou na Companhia de Jesus em Dezembro de 1739. Em 1741, com menos de vinte anos, portanto, embarcou para o estado do Maranhão e Grão-Pará, na qualidade de irmão estudante. No Colégio jesuíta de São Luís cursou Humanidades, Filosofia, Teologia, revelando-se um distinto aluno de Física. Dez anos depois ordenou-se sacerdote. Percorrendo aldeias e fazendas do Pará, foi missionário no Cumarú. Em Setembro de 1757 é desterrado com vários outos missionários jesuítas, por «usar todos os meios para induzir os povos a uma sublevação contra a Real Ley de Sua Magestade, e a Bulla do Sumo Pontifice, respectiva à liberdade dos Índios e contra as pessoas que concorreram para a publicação de ambas» O governador do Grão-Pará e Maranhão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1751-59), irmão do Marquês de Pombal acusou-o de utilizar os púlpitos para tão «sedicioso» fim. No dia 28 de Novembro de 1757 veio para Portugal. Preso no forte de Almeida em 1758-62, foi depois transferido para o forte de São Julião da Barra, em Lisboa, onde cumpriria mais catorze anos de prisão. A 19 de Janeiro de 1776 veio a morte libertá-lo. Está sepultado na igreja de São Julião.” Ilustrado com uma gravura e um mapa.

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  • Gregos de J. M. Cook

    Gregos, Os

    J. M. Cook

    7,00 

    Os Gregos: na Jónia e no Oriente de J. M. Cook.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 269 págs. B. Il.
    Colecção: História Mundi | 25

    “Está ainda por escrever a história dos gregos do Oriente. Este simples livro será, quando muito, um esboço pioneiro de tal história, matizado, como não podia deixar de ser, pelos preconceitos e predileções do autor. Demonstra no entanto que, embora os nossos conheci mentos acerca dos acontecimentos políticos e militares sejam demasiado escassos para permitir uma narrativa com sequência, não faltam provas relativamente à história cultural e social dos gregos do Oriente.
    O leitor que tiver a paciência de chegar ao fim há-de notar que é na verdade duplo o objectivo desta obra. A primeira parte trata dos diferentes ramos do povo grego que, finda a Idade do Bronze, emigraram rumo a leste, para o litoral da Asia Menor, e a que hoje chamamos gregos do Oriente. Acompanhá-los-emos no desenvolvimento da sua civilização e notaremos o aparecimento de determinadas qualidades de carácter e inteligência que os distinguiram uns dos outros. Devemos ter presente que nunca estiveram isolados dos gregos da Grécia europeia; o Egeu constituiu sempre o foco da civilização grega; e, ao contrário dos seus compatriotas da Itália Meridional e da Sicilia, estes gregos do Oriente nunca se tornaram colonos, seja em que sentido for.
    No século IV a. C. o centro de gravidade do mundo grego começou a deslocar-se para leste; muitos gregos emigraram para os novos reinos de Alexandre no Oriente, e-no que respeita à história da Grécia – o que se passava na metade oriental do mundo grego era muito mais importante do que o que sucedia no Ocidente. Por isso, nos últimos capítulos, em que nos debruçaremos sobre os gregos do Oriente, poderemos, já integrados no assunto, ser testemunhas do apogeu grego e da consolidação final da vida civilizada.” in Prefácio

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  • Exclusão e Intolerância de Miriam Halpern Pereira

    Exclusão e Intolerância

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Exclusão e Intolerância de Miriam Halpern Pereira [Dir.]
    ISCTE. Lisboa, 1997, 180 págs. B.
    Colecção: História | 33

    Revista académica dedicada à “Exclusão e Intolerância”.

    Do índice

    HETERODOXIA E EXCLUSÃO

    Robert Rowland
    Inquisição, intolerância e exclusão

    Henry Kamen
    Exclusão e intolerância na Espanha do inicio da Época Moderna

    Humberto Baquero Moreno
    Exclusão e marginalidade social no Portugal quatrocentista

    José Pedro Paiva
    O Inferno e o Paraíso em duas visões marginais de origem popular

    Fernanda Olival
    Acesso de uma família de cristãos-noνος à Ordem de Cristo

    Críticas e Debates

    Nuria Sales
    Quinto centenário da “La” expulsión de los judíos

    INTOLERANCIA E LIBERALISMO

    Maria de Fátima Sá e Melo Ferreira
    Liberalismo, religião e política

    Fernando Catroga
    Heterodoxias e resistências no último rito de passagem

    Benedicta Duque Vieira
    Tolerância religiosa e educação Portugal anos 90

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  • Contra Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa

    Contra-Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa (Séculox XVIII e XIX)

    Fátima Sá e Melo Ferreira

    7,50 

    Contra-Revolução Espírito Público e Opinião no Sul da Europa (Séculox XVIII e XIX) de Fátima Sá e Melo Ferreira [Coord.]
    Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa. Lisboa, 2009, 136 págs. B.

    Neste volume publicam-se as comunicações apresentadas ao Colóquio internacional organizado pelo Centro de Estudos de História Contemporă-nea do ISCTE-IUL, em que historiadores portugueses, franceses, italianos e espanhóis reflectiram em conjunto sobre a História da Contra-Revolução no Sul da Europa dos finais do século XVIII ao século XIX.

    Partindo cronologicamente de interrogações relativas ao

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  • Red Moon Rising

    Red Moon Rising

    Matthew Brzezinski

    10,00 

    Red Moon Rising de Matthew Brzezinski
    Times Books. Nova Iorque, 2007, 322 págs. E.

    On 4 October 1957, at the height of the Cold War, the Soviet Union secretly launched Sputnik, Earth’s first artificial moon, which passed over the American continent once every 101 minutes. This book describes a time when two nations and ideologies were pitted against each other in a quest that laid the foundations of the technological world.

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  • Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops

    Palestina no Tempo de Jesus, Na

    Daniel-Rops

    10,00 

    Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 530 págs. B.
    Colecção: A Vida Quotidiana | 17

    A vida de um menino de Israel, no meio da sua família e dos imperativos da sociedade do país em que nasceu, e onde era esperada ardentemente a vinda do Messias, numa obra de sólida documentação e de leitura empolgante, da autoria de um dos mais ilustres escritores franceses de hoje

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir

  • O Corpo de Estado-Maior do Exército Português de Maria João Vaz

    Corpo de Estado-Maior do Exército Português, O

    Maria João Vaz

    6,00 

    O Corpo de Estado-Maior do Exército Português: Apogeu e Queda de Maria João Vaz.
    ISCTE. Lisboa, 2013, 206 págs. B.

    Revista Ler História, nº 65Número especial da revista académica Ler História (ISCTE) dedicado ao Corpo de Estado-Maior (CEM) do Exército português no período 1937–1974. A investigação central, da autoria de João Neves, analisa a refundação do CEM nos anos iniciais do Estado Novo — momento em que este corpo se institucionalizou de forma a criar rapidamente a reputação de uma elite intelectual e decisória no seio do Exército — integrando-a no contexto político e militar da época, tanto a nível nacional como internacional. Os restantes artigos do número percorrem o apogeu e a progressiva erosão desta instituição até à sua transformação no âmbito do processo revolucionário de 1974.

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  • Codex Templi de Teresa Pinto Furtado

    Codex Templi

    Teresa Pinto Furtado

    30,00 

    Codex Templi: os mistérios templários à luz da história e tradição de Teresa Pinto Furtado.
    Zéfiro. Sintra, 2007, 766 págs. B. Il.

    Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.

    Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.

    A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.

    Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda…

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  • Luanda & Bahia

    Luanda & Bahia

    Washigton Nascimento

    20,00 

    Luanda & Bahia: identidades e etnicidades em contextos contemporâeneos de Washigton Nascimento [et al.]
    Pontes Editores. Brasil, 2020, 185 págs. B.

    Este livro reúne pesquisas em torno de temas ligados a identidades e etnicidades em Luanda (Angola) e na Bahia (Salvador e Recôncavo). Ele analisa, por um lado, os processos discursivos criados pelos europeus e suas ciências (notadamente a História e Antropologia) para a descrição, análise e controle dos “outros” inventariados no processo de colonização e, por outro, como se dá o processo de construção das identidades neste contexto. Washington Nascimento, por meio do debate em torno dos assimilados, busca perceber as identidades e alteridades produzidas no encontro colonial, bem como as tentativas de criação de uma identidade nacional angolana a partir de Luanda. Marise de Santana dedica-se a discutir as diferentes dimensões dos conflitos étnicos (e religiosos) no recôncavo baiano, mais propriamente em Candeias e São Francisco do Conde. Edson Ferreira analisa de que formas a exposição de fotografias “Fé e Festa nos Janeiros da Cidade da Bahia: São Salvador” impactou nos olhares sobre a cidade de Salvador e nos pertencimentos dos frequentadores da mostra fotográfica.

  • Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto de Washington Nascimento

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto

    Washington Nascimento

    21,50 

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto: trânsitos culturais no sul de Angola de Washington Nascimento.
    FVG Editora. Brasil, 2023, 323 págs. B. Il

    A história contada neste livro começa com a chegada em Angola dos luso-brasileiros (pernambucanos) em meados do século XIX e como esse grupo foi fundamental na formação da região, que os europeus chamavam de Moçâmedes, mas que para os Kuvale era Mussungo Bitoto. Depois se dedica a pensar como os africanos escravizados oriundos do Brasil, que vieram com seus senhores, contribuíram na formação de um novo grupo social na região, os Mbali, cuja maior expressão identitária e cultural são a sua arte mortuária e a festa da cruzeta, que mistura aspectos do universo afro-brasileiro com o kimbundu, ovimbundu e herero. Tais sujeitos, com origens bem diversas, assim como os acontecimentos desses três últimos séculos, se amalgamaram em uma realidade diversificada e contraditória, riquíssima, e que se manifesta em práticas culturais-artísticas recentes, como a poesia, fotografia e música. Estamos tratando de um universo complexo, ancestral, colonial e afrofuturista, uma mistura de estéticas e origens diversas que conectam e denunciam realidades diferentes, atrelando para sempre Pernambuco, Mussungo Bitoto, Moçâmedes, Namibe; Brasil e Angola.

  • Revoltas Escravas de João Pedro Marques

    Revoltas Escravas

    João Pedro Marques

    6,00 

    Revoltas Escravas: Mistificações e Mal-Entendidos de João Pedro Marques.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2006, 129 págs. B.

    Os escravos africanos terão sido os primeiros antiescravistas do mundo colonial moderno? A sua resistência terá sido a causa principal do fim da escravidão? As leis abolicionistas que os vários países ocidentais aprovaram a partir de finais do século xviii terão sido apenas o capítulo final da épica luta antiescravista mantida pelas populações escravas?

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  • Semba vai à Luta, O

    Semba vai à Luta, O

    Washington Nascimento

    18,50 

    O Semba vai à Luta: Liceu Vieira Dias, Ngola Ritmos e o Movimento pela Independência de Angola de Washington Nascimento.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 344 págs. B.

    Conta a história de Liceu Vieira Dias e do Ngola Ritmos, um conjunto musical fundado em Luanda, no ano de 1947. Dos cinco membros iniciais, dois foram presos no campo de concentração do Tarrafal, e dois foram colocados em liberdade vigiada em Angola. Na perspectiva musical, esse grupo será um dos criadores do Semba. É também a história da cultura urbana de Luanda, sobretudo do teatro, literatura e cinema das décadas de 1950 a 1970. Bem como uma história das mulheres e suas atuações como cantoras, atrizes e locutoras de rádio. Este livro é sobre o uso da liberdade de expressão e artística, sem a qual não se é artista na plenitude.

  • Angola 1977

    Angola 1977

    Manuel Tiago

    15,00 

    Angola 1977 de Manuel Tiago.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 224 págs. B

    «Angola 1977», coordenado por Manuel Tiago, é uma obra que reúne textos que reflectem o compromisso com a busca e esclarecimento da verdade, seja filosófica, literária, espiritual ou factual sobre os acontecimentos trágicos do 27 de Maio de 1977. Os autores, com as suas perspectivas e experiências únicas, guiam-nos por caminhos de reflexão e descoberta, incentivando-nos a questionar, a pensar criticamente e a ampliar os nossos horizontes. Ao folhearmos as páginas deste livro, somos convidados a embarcar numa jornada literária que confronta versões anteriores, revelando vozes críticas e experiências presentes na escrita de cada autor representado. Cada texto é uma porta de entrada para um mundo particular, carregado de significados, reflexões e emoções que ecoam para além das fronteiras do nosso país e conectam mentes.

     

  • A Revolução Francesa de A. Mandred

    Revolução Francesa, A

    A. Mandred

    5,00 

    A Revolução Francesa de A. Mandred
    Editora Arcádia. Lisboa, 1963, 379 págs. B.
    Biblioteca Arcádia de Bolso | 34

    A Revolução Francesa foi um período de intensa agitação política e social iniciado em 1789, marcado pela crise económica, desigualdades sociais e contestação ao poder absolutista. Derrubou o Antigo Regime e levou à abolição da monarquia, à implantação da República e a várias fases de instabilidade, incluindo o Terror. O processo terminou com a ascensão de Napoleão Bonaparte, deixando um impacto duradouro na Europa

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.