• Bíblia Tenha Razão

    Bíblia Tenha Razão

    Werner Keller

    6,00 

    Bíblia Tenha Razão: a verdade histórica da bíblia demonstrada pela arqueologia de Werner Keller
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 428 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 10

    As escavações, os estudos arqueológicos e a erudição histórica foram, pouco a pouco, revelando e comprovando a veracidade dos textos bíblicos. Este livro excepcional, que em poucos dias deu a volta ao mundo com o maior aplauso de todos os credos, é a história viva e apaixonante do mais célebre recanto da Terra, através das páginas da Bíblia e das vicissitudes romanescas da confirmação delas pelas descobertas dos sábios.

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  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

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  • Treblinka de Jean-François Steiner

    Treblinka

    Jean-François Steiner

    6,00 

    Treblinka: a revolta de um campo de extermínio de Jean-François Steiner
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1973, 392 págs. E.

    «Porque se deixaram os judeus levar para o matadouro como carneiros?», perguntavam, indignados, os jovens «sabras» de Israel por ocasião do processo de Eichman. Na Europa, também muitos judeus da nova geração, não tendo conhecido o nazismo, fazem a mesma pergunta. O facto é que, no universo concentracionário, todos os povos têm tido o mesmo com- portamento: uma preparação cuidadosamente elaborada pelos SS assegurava a submissão dos condenados. Em 1947, em «Les jours de notre mort», Rousset escrevia: «O triunfo dos SS exige que a vítima torturada se deixe levar ao pelourinho sem protestar, que se desminta e se abandone até ao ponto de cessar de afirmar a sua identidade… Nada há de mais terrível do que estas procissões de seres humanos caminhando para a morte como manequins.»

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  • Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac

    Inferno das Mulheres: Auschwitz

    Christian Bernadac

    7,00 

    Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, 1972, 401 págs. B.
    Colecção Ofício de Viver | 18

    Christian Bernadac é um escritor já bem conhecido do público português. O conjunto dos seus livros, que a Editorial Inova tem vindo a publicar- OS MÉDICOS MALDITOS; OS MÉDICOS DO IMPOSSÍVEL; OS FEITICEI-ROS DO CÉU; O COMBOIO DA MORTE -e que só em França já ultrapassou um milhão de exemplares, constitui um autêntico processo dos crimes cometidos pelo regime hitleriano. INFERNO DE MULHERES, o último, e que é dedicado às deportadas de Auschwitz que, apesar da sua frágil condição de mulheres, souberam, tão bem como os homens, resistir ao inferno dos campos nazis, abre um novo capítulo na sua obra.

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  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

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  • Eu Persegui Eichmann de Simon Wiesenthal

    Eu Persegui Eichmann

    Simon Wiesenthal

    6,00 

    Eu Persegui Eichmann de Simon Wiesenthal.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 295 págs. E.

    Neste relato intenso e pessoal, Simon Wiesenthal — sobrevivente do Holocausto e célebre caçador de nazis — partilha a história real da sua obsessiva perseguição a Adolf Eichmann, um dos principais responsáveis pela Solução Final. Mais do que uma narrativa de espionagem ou vingança, o livro revela os bastidores da busca por justiça após o fim da Segunda Guerra Mundial, a frustração com a inércia das autoridades e a determinação solitária de Wiesenthal.

    A obra é escrita num tom direto e emotivo, e mergulha o leitor na tensão e nas dificuldades de localizar um dos criminosos mais procurados do século XX. Para quem se interessa por História, justiça internacional ou biografias marcantes, este é um testemunho essencial.

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  • Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final

    Laurece Rees

    10,00 

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 425 págs. E. Il.

    Neste livro, Laurence Rees conta a história da mais famosa instituição nazi. Descobrimos como Auschwitz evoluiu de campo de concentração para prisioneiros políticos polacos para o local do maior assassínio em massa da história: campo de morte e campo de concentração, onde cerca de um milhão de judeus foi assassinado.

    Um livro baseado material novo proveniente dos recentemente abertos arquivos russos que desafiará muitos argumentos antes aceites.

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  • Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847)

    António Pedro Marques

    8,00 

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques
    Livros Horizonte. Lisboa, 1988, 147 págs. B.

    A primeira metade do século XIX, período crucial na história da nossa vida colectiva, foi marcada por constantes ingerências externas nos assuntos internos de Portugal, ingerências levadas a cabo, não só pela “velha aliada” Grã–Bretanha, mas também por outras potências então dominantes no cenário político europeu, designadamente a França, a Espanha e a Áustria.

     

    As interferências diplomáticas e as intervenções militares das potências europeias, que condicionaram a livre evolução da vida política portuguesa, foram originadas, fundamentalmente, pelos interesses económicos, pelas estratégias políticas, ou pelas rivalidades existentes entre essas potências, mas não deixaram de ser consentidas, ou mesmo, em alguns casos, solicitadas pelos governos e monarcas de Portugal.

    Procura-se, pois, apresentar uma análise geral das relações de Portugal com a Europa, tentando-se explicar factores que condicionaram as ingerências estrangeiras em cada uma das principais fases da nossa evolução política no período em causa.

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  • História da Rússia

    História da Rússia

    Gregory L. Freeze

    20,00 

    História da Rússia de Gregory L. Freeze
    Edições 70. Lisboa, 2017, 663 págs. B.

    “História da Rússia” trespassa os mitos e mistérios que envolvem a Rússia desde os seus primórdios, com revelações de arquivos confidenciais cuja existência se desconhecia até há pouco tempo. Uma equipa distinta de historiadores removeu a propaganda e os preconceitos do passado para contar a história definitiva da Rússia, desde o seu início em Kiev e no Principado Moscovita até aos três últimos séculos de império, revolução, comunismo, crise pós-soviética e reconstrução.

    Esta edição atualizada abrange ainda os desenvolvimentos desde a era de Putin até à primeira década do século XXI, constituindo uma história por si mesma envolvente e essencial para todos aqueles que se interessam pela Rússia e pelo lugar que este país ocupa no mundo.

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  • Brasil Colonial de Miriam Halpern Pereira

    Brasil Colonial

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Brasil Colonial: Leituras e Representações de Miriam Halpern Pereira
    ISCTE. Lisboa, 2000, 224 págs. B.
    Revista Ler História, nº 39.

    APRESENTAÇÃO
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    A VISÃO AFECTIVA DA PAISAGEM EM MINAS GERAIS NO SÉCULO XVIII
    Laura de Mello e Souza

    PARA UM MELHOR CONHECIMENTO DOS DOMÍNIOS COLONIAIS: A CONSTI-TUIÇÃO DE REDES DE INFORMAÇÃO NO IMPÉRIO PORTUGUÊS EM FINAIS DESETECENTOS
    Angela Domingues

    COMO UM FIO DE ARIADNE NO INTRINCADO LABIRINTO DO MUNDO: A IDEIA DO IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO EM PERNAMBUCO (1800-1822)
    Guilherme Pereira das Neves

    MULHERES NA COLÓNIA: UMA HISTÓRIA A SER ESCRITA
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    FROTAS DE 1749: UM BALANÇO
    José Jobson de Andrade Arruda….

    NORMA E CONTRAVENÇÃO: OS BISPOS DE MARIANA E O QUOTIDIANO NO RECOLHIMENTO DAS MACAÚBAS – MINAS GERAIS (1716-1850)
    Leila Mezan Algranti

    IDENTIDADES NACIONAIS E TRÂNSITOS DOS AÇORES AOS CONFINS DO BRASIL. AS MOTIVAÇÕES DA COLONIZAÇÃO AÇORIANA DE SANTA CATARINA EM MEADOS DE SETECENTOS
    Avelino de Freitas de Meneses

    A IMAGEM DO BRASILEIRO NA OBRA LTIERÁRIA DE JÚLIO DINIS
    Nuno Valério

    EMIGRANTES: ESTRATÉGIAS, IDENTIDADES E REPRESENTAÇÕES
    Andrea Klimt.

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  • As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels

    Guerras Camponesas da Alemanha, As

    Friedrich Engels

    5,00 

    As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels
    Editorial Presença. Lisboa, 1975, 162 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Ciências Sociais | 47

    Nesta obra, concluída em 1850, Engels estuda um dos períodos mals conturbados da história do povo alemão: o período das guerras camponesas no primeiro quartel do século XVI. Aí encontramos as figuras de Lutero e Thomas Münzer, cuja caracterização tem sido frequentemente tratada de forma ambígua, Sobre o didatismo do texto, para além do valor metodológico que ele encerra, é o próprio Engels que assinala que a guerra dos camponeses não está longe das guerras actuais.

    Sendo esta observação dos finais do século XIX, não é difícil que ela preserve hoje o seu significado.

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  • Perda da Independência de Carlos Margaça Veiga

    Perda da Independência

    Carlos Margaça Veiga

    7,00 

    Perda da Independência: de Alcácer Quibir aos Açores de Carlos Margaça Veiga
    Quidnovi. Matosinhos, 2006, 110 págs. E.
    Colecção: Batalhas da História de Portugal | 8

    A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.

    📘 Plastificado de origem

  • Passagem para Lisboa de Ronald Weber

    Passagem para Lisboa

    Ronald Weber

    7,50 

    Passagem para Lisboa de Ronald Weber
    Clube do Autor. Lisboa, 2012, 425 págs. B. Il.

    Passagem para Lisboa é um relato ímpar de um dos mais conturbados períodos da História europeia. Nele se conta a extraordinária transformação de Portugal, durante a Segunda Grande Guerra, de uma tranquila cidade portuária até se tornar a grande porta de fuga da Europa nazi.
    A realeza, as celebridades, os diplomatas, os soldados em fuga e os cidadãos vulgares arrastavam-se desesperadamente, através da França e da Espanha, até conseguirem alcançar a nação neutral. E em Portugal, os exilados encontravam a paz e a abundância, apesar de, frequentemente, enfrentarem exasperantes atrasos e incertezas, antes de conseguirem reservar passagens nos barcos ou aviões, para o seu destino final.

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  • História do Mundo

    História do Mundo

    Bernard Brossollet

    45,00 

    História do Mundo de Bernard Brossollet
    Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 1999, 18 vols. E. Il.

    1- Cronologia: Grandes personagens: Das origens aos nossos dias
    2- Primeiras Civilizações: Das origens a 970 a.C.
    3- No tempo da Grécia Antiga: 970- 277 a.C.
    4- No tempo da grandeza de Roma: 277 a.C. – 192 d.C.
    5- No tempo das grandes invasões: De 192 a 731
    6- No tempo de Carlos Magno: De 731 a 1096
    7- No tempo dos castelos fortes: De 1096 a 1328
    8- Rumo a um mundo novo: De 1329 a 1500
    9- No tempo do Renascimento: De 1500 a 1592
    10- O século de ouro: De 1592 a 1690
    11- No tempo do Iluminismo: De 1691 a 1774
    12- No tempo das revoluções: De 1774 a 1812
    13- O despertar das nacionalidades: De 1812 a 1856
    14- No tempo dos imperialismos: De 1856 a 1901
    15- O início de uma nova era: De 1901 a 1925
    16- No tempo das ditaduras: De 1925 a 1940
    17- O Mundo em guerra: De 1940 a 1959
    18- O fim do século XX: De 1959 aos nossos dias

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  • Grande Aventura do Homem de Victor Civita

    Grande Aventura do Homem

    Victor Civita

    20,00 

    Grande Aventura do Homem  de Victor Civita [Ed.]
    Abril. Brasil, 1970, 4 vols. E. Il.

    Um milhão de anos atrás, nossos antepassados disputavam as ca vernas com as feras. Se um habitante de outro planeta nos visitasse na época, ele não poderia imaginar que os descendentes daqueles pequenos seres de testa fugidia em muito pouco tempo se tornariam os senhores do planeta e que estariam hoje se lançando à conquista das estrelas, cercados de máquinas extraordinárias.

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  • Romance do Nosso Meio Século (6) de Gilbert Guilleminault.

    Romance do Nosso Meio Século (6)

    Gilbert Guilleminault

    7,00 

    Romance do Nosso Meio Século (6) de Gilbert Guilleminault.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 208 págs. E. Il.

    O Romance do Nosso Meio Século vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto.

     

    1. volume: A abdicação de Eduardo VIII (1936) O mistério dos processos de Moscovo – A queda de Barcelona (26 de Janeiro de 1939) – O assassinato de Leão Trotsky, o homem perseguido (20 de Agosto de 1940)

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