• Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco

    Homem de Brios, Um

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Um Homem de Brios de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1967, 316 págs. B.
    Colecção: Obras Completas de Camilo Castelo Branco | 40

    Este romance cativante mergulha nas complexidades do amor e no seu impacto profundo na experiência humana. Ambientado num contexto de intensas transformações sociais em Portugal do século XIX, o livro explora o poder transformador do amor e as suas consequências. Através das vidas das suas personagens, o autor aborda temas como a desigualdade social, o desejo, o arrependimento e as consequências duradouras das escolhas. Provocador e perspicaz, este romance oferece uma reflexão intemporal sobre a natureza do amor e a sua capacidade de moldar os nossos destinos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vingança de Camilo Castelo Branco

    Vingança

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Vingança de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1907, 238 págs. E.

    O “romance original” Vingança, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1858, é um bom exemplo de como a forma romanesca se constitui nos países periféricos. A inserção de um narrador intrometido, que, em vários momentos, intervém na narrativa, esboça opiniões sobre o conteúdo e o modo de se escrever romances em Portugal, além da temática da vingança ligada ao fluxo e distribuição de capital, parecem forçar a construção de uma narrativa não linear. Neste caso, estes dois elementos são de grande importância para a análise aqui proposta, pois busca-se entender qual a relação entre a economia liberal portuguesa e a forma adquirida pelo romance dentro desse ambiente. Através deste recorte pretende-se constituir uma leitura da forma romanesca e sua adaptação ao ambiente periférico português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Senhor do Paço de Ninães de Camilo Castelo Branco

    Senhor do Paço de Ninães, O

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    O Senhor do Paço de Ninães de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1966, 262 págs. B.
    Colecção: Obras de Camilo Castelo Branco | 7

    Esta novela foi pela primeira vez publicada em 1867, primeiro sob a forma de folhetins no jornal O Commercio do Porto e, mais tarde, em livro, por uma editora portuense. Para o seu enredo, Camilo baseou-se num documento histórico, o rol dos fidalgos cativos em Alcácer Quibir e numa laje funerária, existente na Igreja paroquial de Landim, no Minho. A paixão de Camilo pela História e pelo facto concreto revela-se no texto: na eleição da época da acção, na selecção dos episódios evocados e na interpretação que suscitam, na presença, mais ou menos directa, de determinados passos das fontes escolhidas e na natureza dos comentários críticos a propósito deles tecidos, afinal, da imagem de Portugal entretecida na obra.

    📝 Assinatura de posse.

  • Carlota Angela

    Carlota Angela

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Carlota Angela de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1924, 228 págs. E.

    A novela passional propriamente dita: um casal amoroso, uma conspiração contra eles, uma bela heroína, um tio muitíssimo malvado, o poder do dinheiro, a justiça enfim e particularíssimas observações sobre Junot as invasões francesas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poses para um Retrato de Época

    Poses para um Retrato de Época

    José Viale Moutinho

    10,00 

    Poses para um Retrato de Época: Camilo Castelo Branco visto pelos seus contemporâneos de José Viale Moutinho [Org.].
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2005, 338 págs. B.

    Poses para um Retrato na Época é uma antologia de páginas sobre Camilo Castelo Branco da autoria de alguns dos escritores e jornalistas que o conheceram, pessoal e literariamente. José Viale Moutinho pretende com este livro arrolar materiais, com importância inclusive sociológica, que permitam uma maior aproximação ao Homem e ao Escritor. E aqui estão palavras de Ana Plácido, a companheira de Camilo, de Ramalho e de Júlio César Machado, seus amigos, de Ricardo Jorge, de Trindade Coelho e de Júlio Dinis, de Eça e de Bruno, de Silva Pinto e de Oliveira Martins, de Fialho e de Pinheiro Chagas, críticas, narrativas de episódios e de ambientes, bem como alguns documentos parlamentares justificativos da compensação de uma obra literária com uma coroa de visconde…

    Eis, enfim, uma mão-cheia de prefácios, cartas, crónicas, artigos e apenas um breve poema, que constituem os traços, as sombras e a iluminação de um retrato de Camilo, que, intencionalmente, acaba por acontecer apenas a sépia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Malefícios da Literatura do Amor e da Civilização

    Malefícios da Literatura do Amor e da Civilização

    João Camilo dos Santos

    7,50 

    Malefícios da Literatura do Amor e da Civilização: Ensaios sobre Camilo Castelo Branco” é uma obra de João Camilo dos Santos que explora a vida e obra de Camilo Castelo Branco, focalizando na influência do amor e da literatura na sociedade e na vida do próprio escritor. O livro, publicado em 1992 pela Fim de Século, é composto por ensaios que analisam a obra de Camilo Castelo Branco, como o romance “Os Malefícios da Literatura, do Amor e da Civilização”, e sua relação com as questões sociais e culturais da época.

  • Anoitecer da Vida, Ao

    Anoitecer da Vida, Ao

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Anoitecer da Vida de Camilo Castelo Branco.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 133 págs. Mole.

    «Vejo-te ainda qual eras
    nesses fugitivos dias
    de saudosas alegrias
    dum amor, belo ao nascer.Vejo-te ainda qual eras,
    terna amiga, carinhosa,
    cara irmã, luz milagrosa
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Queda d'um Anjo de Camilo Castello Branco

    Queda d’um Anjo

    Camilo Castello Branco

    15,00 

    O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: eleito deputado, Calisto vai viver para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital, tomando como amante uma prima afastada, Ifigénia, e transitando da oposição miguelista para o partido liberal no governo. Ironicamente, a esposa de Calisto, Teodora, uma aldeã prosaica, imita-o na devassidão: vendo-se desprezada pelo marido, une-se a um primo interesseiro e sucumbe ela própria aos vícios da modernidade.

  • Quatro Horas Inocentes de Camilo Castelo Branco

    Quatro Horas Inocentes

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Quatro Horas Inocentes de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1904, 230 págs. B.

    «Reúne escritos  de vários géneros – duas novelas, páginas de recordações, divagações sentimentais, uma série de sátiras em verso sem vigor e sem graça, e a curiosa narrativa histórica intitulada O Santo de Midões, que não destoaria do elenco dos anteriores volumes de miscelânea» (Da Nota Preliminar).

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerrilha Literária: Eça de Queiroz - Camilo Castelo Branco

    Guerrilha Literária: Eça de Queiroz – Camilo Castelo Branco

    A. Campos Matos

    10,00 

    As relações literárias entre Eça de Queiroz e Camilo Castelo Branco, não muito amistosas, nunca foram objecto de uma análise tão exaustiva como a que A. Campos Matos realizou neste livro. O humor e a ironia dos extraordinários textos onde reciprocamente Eça e Camilo se avaliam tornam esta obra um divertido e inédito documento para quem se interessa pela literatura portuguesa do séc. XIX.

  • Caveira do Martyr

    Caveira do Martyr

    Camilo Castelo Branco

    30,00 

    Caveira do Martyr de Camilo Castelo Branco.
    Tavares Cardoso & Irmão Editores. Porto, 1902, 531 págs. E

    “A viúva de Domingos Leite e de João da Veiga Cabral já não tinha alma sensível às felicidades convencionais desta vida. Recordações que lhe eram afronta, e saudades atormentadoras – a imagem terrível do primeiro marido, e a imagem amada e deplorativa do segundo – fechavam-lhe em nuvem negra qualquer aurora de esperançoso contentamento. Nem as carícias de Ângela, nem os amoráveis rogos de Francisco Mendes a demoveram de seguir o destino que a norteara a Portugal. O ermo, a soledade, a dor sem distração, morrer, enfim, alheia de amparos que suavizam o transe, era para Maria Isabel uma necessidade do coração, um sacrifício voluntário à redenção de suas culpas para com Domingos Leite, e ao seu imenso amor a João da Veiga Cabral. No entanto, se algum desafogo sentia ao cuidar que suas lágrimas eram vistas desde o seio de eternidade, com certeza não eram os olhos do primeiro marido os que lhe davam a recompensa da imolação.”

    📕  2ª edição de uma das mais estimadas obras de Camilo, primitivamente editada em 3 volumes, entre 1875 e 1876.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição numerada: 1.927 e assinada pelos editores.

     

  • Ensaios de Interpretação Crítica de José RégioEnsaios de Interpretação Crítica de José Régio

    Ensaios de Interpretação Crítica

    José Régio

    7,50 

    Índice Discurso sobre Camões; Camilo, romancista português; Florbela; O fantástico na obra de Mário de Sá-Carneiro.

  • Tradição e Modernidade em Camilo

    Tradição e Modernidade em Camilo

    Túlio Ramires Ferro

    10,00 

    Tradição e Modernidade em Camilo (A Queda Dum Anjo) de Túlio Ramires Ferro.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1966, 137 págs. B.

    A Queda dum Anjo, «novela longa» de Camilo, foi publicada primeiramente em folhetins no Jornal do Comércio, desde 30 de Abril até 12 de Agosto de 1865, e depois em volume em fins de Dezembro desse ano.

    “O sr. Campos Júnior, conhecido livreiro editor desta cidade, anuncia a Revolução de Setembro em 29 de Dezembro de 1865, acaba de editar o lindo romance de Camilo Castelo Branco “A Queda dum Anjo.”

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados a lápis