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  • L' Idée Fixe de Paul Valéry

    L’ Idée Fixe

    Paul Valéry

    3,00 

    «J’étais en proie à de grands tourments ; quelques pensées très actives et très aiguës me gâtaient tout le reste de l’esprit et du monde. Rien ne pouvait me distraire de mon mal que je n’y revinsse plus éperdument. Il s’y ajoutait l’amertume et l’humiliation de me sentir vaincu par des choses mentales, c’est-à-dire, faites…

  • Guerre de Troie N' Aura Pas Lieu de Jean Giraudoux

    Guerre de Troie N’ Aura Pas Lieu

    Jean Giraudoux

    2,50 

    Cette tragédie réanime d’illsutres personnages de l’Iliade d’Homère et le thème en est connu: Hélène vient de se faire compliasamment enlever par Pâris, le prince troyen; les Grecs attaqueront si elle ne leur est pas rendue. A Troie, ce fait-divers vaudevillesque déclenche les passions entre partisans de la paix (Hector, Andromaque) et bellicistes (le roi…

  • Ferragus de Balzac

    Ferragus

    Balzac

    2,50 

    Un jeune baron s’éprend d’une femme mariée, Clémence Desmarets, qu’il soupçonne d’adultère. Il se lance alors dans une enquête périlleuse et échappe de justesse à la mort. Qui cherche sa perte ? Si Clémence est aussi pure que vertueuse, quel lien peut-elle entretenir avec le sinistre Ferragus, forçat évadé du bagne et membre de dangereuses…

  • Elle et Lui de George Sand

    Elle et Lui

    George Sand

    3,00 

    « Elle » est Thérèse Jacques, « lui » est Laurent de Fauvel. Ils sont artistes, s’aiment et partent pour l’Italie… « Elle », c’est bien sûr George Sand, « lui », Alfred de Musset. Vingt-cinq ans après l’aventure de Venise, George Sand revient sur la liaison la plus célèbre et la plus passionnée de…

  • Comprendre Le Structuralisme de J. B. Fages

    Comprendre Le Structuralisme

    J. B. Fages

    4,00 

    La première moitié du XXe siècle a fait surgir un ensemble de thèmes et d’orientations que l’on aurait tendance à considérer comme fondamentalement et définitivement représentatifs de l’esprit moderne. Des mots tels que Humanisme, personne humaine, existence, Histoire, praxis, des perspectives de recherche et d’action proposées par les sciences humaines et notamment la psychologie et…

  • Le Château des Carpathes de Jules Verne

    Château des Carpathes, Le

    Jules Verne

    2,50 

    Près du village de Werst, en Transylvanie, se dresse le château des Carpathes qui, depuis le départ du dernier représentant de ses seigneurs, Rodolphe de Gortz, est complètement abandonné et fui par tous tant les rumeurs alarmantes et de folles légendes circulent à son sujet. Un jour, une fumée est aperçue au faîte du donjon….

  • Chaque Homme Dans la Nuit de Julien Green

    Chaque Homme Dans la Nuit

    Julien Green

    3,00 

    Dans sa propriété de Wormsloe, l’oncle Horace se meurt. A Wilfred., le neveu catholique comme lui qu’il réclame à son chevet, il confie « son trésor », une épaisse enveloppe. C’est ce que cherchait fébrilement sa sueur afin de détruire les dernières traces d’un vieux scandale. Lequel, Wilfred n’ose le demander. Chacun ici le croit…

  • Mitologia Fadista de António Osório

    Mitologia Fadista, A

    António Osório

    7,00 

    Mitologia Fadista de António Osório.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2016, 119 págs. B.

    A Mitologia Fadista insere-se nesta linha e constitui a mais desenvolvida inquirição ideológica sobre o fado, cancro da vida e da cultura nacionais, segundo Lopes Graça. Desde as origens até pouco antes do 25 de Abril, procura o autor desvendar, neste livro, o fenómeno fadista nas suas principais implicações e pontos de apoio, pondo bem a claro o que ele comporta de aniquilante e servil.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Salazar: Mocidade e Príncipios de Franco Nogueira

    Salazar: Mocidade e Príncipios

    Franco Nogueira

    10,00 

    Salazar: Mocidade e Príncipios de Franco Nogueira.
    Atlântida Editora. Coimbra, s.d., 339 págs. B.

    Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, gerou-se em Portugal um clima de ódio contra a figura histórica e humana de Oliveira Salazar. Não procuro negar a legitimidade dos motivos de quantos nutrem aquele sentimento. Decerto terão para tanto razões pessoais. É perfeitamente possível, aliás, formular reservas a muitos aspectos da obra de Salazar, e a traços da sua personalidade; e a quem possuir documentos que o permitam, e que eu desconheço, seria mesmo lícito condenar em bloco aquela obra e aquela personalidade.

     

    Mas o ódio é mau conselheiro, e a paixão política parece ser, dentre todas as paixões, a que mais cega os homens. No plano histórico, se são de arredar o favor e o encómio, também são de evitar tanto o ódio como a paixão. Impõe-se ao cronista de factos passados toda a frieza, toda a isenção de ânimo, toda a objectividade de juízo: não pode ser o apóstolo da figura retratada, nem o seu detractor tão-pouco. Em qualquer caso, a realidade histórica é esta: Oliveira Salazar governou POrtugal durante quase quarenta anos. Esses quarenta anos não foram um espaço em branco na história da Nação: mal ou bem, alguém os preencheu. Afigura-se que os portugueses têm o direito de saber como viveu a sua pátria e o que nesta aconteceu ao longo daquele período. Os portugueses de hoje e os de amanhã (…)

     

    É neste espírito, de absoluto desprendimento, de rigoroso exame das fontes, mesmo de gelado realismo, que concebi o relato do consulado de Oliveira Salazar. Não é obra de vitupério, nem de apostolado: busco a verdade, à luz de factos e documentos. Quem a quiser entender diferentemente, que entenda: mas não está de boa-fé.

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  • Crianças Sobredotadas: Mitos e Realidades2024/10/1000030907.jpg

    Crianças Sobredotadas: Mitos e Realidades

    Ellen Winner

    10,00 

    Crianças Sobredotadas: Mitos e Realidades de Ellen Winner.
    Instituto Piaget. Lisboa, 1999, 383 págs. B.

    As crianças sobredotadas são objecto de um certo número de ideias feitas voluntariamente contraditórias.(…) O mundo das crianças sobredotadas é mais complexo do que parece: por detrás do mito, fascinante e inquietante, a autora desta maravilhosa obra, revela-nos a realidade de uma infância, simultaneamente, prometedora e frágil.

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  • OBRA POÉTICA DE ALFREDO BROCHADO2024/10/1000030917.jpg

    Obra Poética

    Alfredo Brochado

    7,50 

    OBRA POÉTICA DE ALFREDO BROCHADO
    Lello Editores. Porto, 1998. 171 págs. B.

    Reunião da obra poética de Alfredo Brochado, poeta de Amarante próximo de Teixeira de Pascoaes, com introdução crítica de José Carlos Seabra Pereira. A sua poesia situa-se na confluência entre o saudosismo e o neo-romantismo português, herdeira do decadentismo finissecular e, em menor grau, do simbolismo, marcada por um lirismo melancólico que os contemporâneos do poeta, incluindo Vitorino Nemésio, associaram à imagem clássica do poeta triste e discreto.

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    Características do Exemplar
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 340g
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  • Reiventar a Criatividade: Dirigentes em Tempo de Mudança de Paulo da Trindade Ferreira2024/10/1000030921.jpg

    Reiventar a Criatividade: Dirigentes em Tempo de Mudança

    Paulo da Trindade Ferreira

    6,00 

    À semelhança do pintor que, depois de espalhar uma camada de tinta na tela, sente necessidade de se distanciar para ter uma visão de conjunto da sua obra, também o processo criativo é constituído por avanços e recuos. Através deles, apercebemo-nos do que já realizámos, das alterações a introduzir e do que ainda há para realizar. (p. 103)

  • Ideologias Inventário Crítico dum Conceito2024/10/1000030926.jpg

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito

    José Madureira Pinto

    7,50 

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito de José Madureira Pinto.
    Editoria Presença. Lisboa, 1978, 146 págs. B.

    Começando por enunciar alguns dos obstáculos à progressão do conhecimento sobre a dimensão simbólica das sociedades, pretende o presente trabalho inventariar um conjunto de materiais teóricos que possam apoiar a construção de uma teoria geral das ideologias. A alguns dos trabalhos das ciências da linguagem procurou-se ir buscar elementos de resposta para a questão da especificidade do ideológico. De alguns estudos sociológicos, confinantes com a psicologia e a psicanálise, retiveram-se tópicos indispensáveis à equacionação do problema das «razões de ser da diversidade social de «formas de consciência». Através de uma distinção entre os processos sociais de produção e circulação/inculcação de sentido, tenta-se, afinal, repensar os conceitos de ideologias, de práticas e aparelhos ideológicos, bem como situar outro dos problemas clássicos da sociologia: o processo de socialização.

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  • Antologia Poética de Luis Cernuda2024/10/1000030938.jpg

    Antologia Poética

    Luis Cernuda

    6,00 

    Antologia Poética de Luis Cernuda.
    Editorial Espasa Calpe. Madrid, 2002, 386 págs. B.

    Los mejores poetas dan pie, a veces, a lecturas divergentes de sus obras. En este caso, el poeta Ángel Rupérez se acerca a la poesía de Luis Cernuda (1902-1963) solicitando de ella voces y significados distintos de los que se le atribuyen más comúnmente.

    Le saca de su generación para leerlo en su plena individualidad y, también, le rescata de algunas lecturas intencionadamente sectarias que vuelven a secuestrarlo -a él y a su obra y reducirlo a ser eslabón de un programa poético cuyo interés máximo es ser eso, programa y escuela, y no obra y distinción individual. Por el contrario, Ángel Rupérez subraya la individualidad extrema de la poesía de Cernuda, inseparable de la soledad que rodeó su gestación y escritura. Pero esa individualidad no esquiva entronques profundos con tradiciones poéticas hispánicas -Manrique y Unamuno-, germánicas -Hölderlin-o inglesas-Browning, Wordsworth y Eliot. Para Ángel Rupérez, su vuelo meditativo, lírico y reflexivo a la vez, es su máxima distinción y su máximo logro, tal como podrá comprobar el lector leyendo la selección de poemas que tiene entre las manos de uno de los mejores poetas españoles del siglo xx.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Literatura Italiana

    História da Literatura Italiana

    Paul Arrighi

    3,50 

    História da Literatura Italiana de Paul Arrighi.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1959, 125 págs. B.

    PAUL ARRIGHI, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Aix-Marselha, oferece ao leitor português, numa síntese feliz, um breve panorama da Literatura Italiana, das origens aos nossos dias. Nos séculos XII e XIII surge uma nova língua literária que com Dante Alighieri (1265) se impõe definitivamente. Literatura riquíssima, até ao nosso século tem sido principalmente através dos seus poetas, de Petrarca a Leopardi, e dos seus filósofos históricistas de Vico a Croce, que a Literatura Italiana tem repercutido na nossa vida literária. O teatro de Goldoni, a novelística de Manzoni, D’ Annunzio, Pirandello, Papini, constituiram o fundamento e o veículo da nossa convivência com a Itália literária. É depois da guerra, de 1945, que se nos revela, para além de Papini e de Silone e do Prémio Nobel de Grazia Deledda, a pujança da ficção italiana contemporânea: Bontempelli, Elio Vittorini, Alberto Moravia, Corrado Álvaro, Cúrzio Malaparte, Cesare Pavese, Vasco Pratolini, Mario Soldati, Carlo Levi, Carlo Coccioli, Giuseppe Marotta e muitos outros escritores que colocam o romance italiano ao nível da melhor produção mundial.

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados e apontamentos a lápis

  • Sophia de Mello Breyner Andresen Inscrição da Terra

    Sophia de Mello Breyner Andresen Inscrição da Terra

    Luís Ricardo Pereira

    7,00 

    Sophia de Mello Breyner Andresen Inscrição da Terra de Luís Ricardo Pereira.
    Instituto Piaget. Lisboa, 2003, 175 págs. B.

    “Tomando por referência o corpus textual do livro “Geografia”, de 1967, da escritora, este livro tem por finalidade descrever analiticamente a forma do conteúdo da pesia andreseana. Assim, este estudo procura, em primeiro lugar, enquadrar a sua arte poética num contexto periodológico definido, recenseando as afinidades que mantém, sobretudo, com a geração dos Cadernos de Poesia. Posteriormente, salientam-se as coordenadas e os mecanismos poéticos que enformam a poesia de Sophia Andresen.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.