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  • Três Ensaios Sobre a Obra de Manuel da Fonseca de Maria de Lourdes Belchior

    Três Ensaios Sobre a Obra de Manuel da Fonseca

    Maria de Lourdes Belchior

    6,00 

    DA POESIA DE MANUEL DA FONSECA OU A DEMANDA DO PARAÍSO – Maria de Lourdes Belchior SOBRE O FOGO E AS CINZAS DE MA- NUEL DA FONSECA – Maria Isabel Rocheta O ROMANCE RURAL NA PERSPECTIVA NEO-REALISTA: «SEARA DE VENTO» DE MANUEL DA FONSECA Maria Alzira Seixo Subsídios para o estabelecimento de uma bibliogra- fia…

  • Sargento-Mor de Vilar de Arnaldo Gama

    Sargento-Mor de Vilar, O

    Arnaldo Gama

    6,00 

    O romance O Sargento-Mor de Vilar, de Arnaldo Gama, retrata as invasões francesas de 1809, conduzidas pelo general Soult no Norte do país, e a resistência do povo português. No plano da intriga romanesca, a obra narra os amores atribulados, mas com final feliz, entre Luís Vasques, o jovem fidalgo de Encourados, e Camila de…

  • Santo da Montanha de Camilo Castello Branco

    Santo da Montanha

    Camilo Castello Branco

    5,00 

    “Seis meses antes de se abrir um céu que o leitor há de entrever em certas festas de Corpus Christi, em Braga, se eu conseguir bosquejá-las dignamente, espalharam-se prospetos da festividade por todo o reino. Corria o ano de 1687. A notícia alvoroçara as famílias das províncias de norte e sul. Era um louvar a…

  • Rapariga do Lion D' Or de Sebastian Faulks

    Rapariga do Lion D’ Or, A

    Sebastian Faulks

    7,50 

    Rapariga do Lion D’ Or de Sebastian Faulks.
    DIFEL 82. Lisboa, 2003, 286 págs. B.

    Em meados dos anos 30 uma jovem órfã deixa Paris para ir trabalhar como empregada de mesa num hotel em Janvilliers, pequena cidade à beria-mar. Anne procura uma vida nova, longe de terríveis injustiças do seu passado. O convívio com os clientes do hotel leva-a a conhecer e apaixonar-se por Charles Hartmann, um advogado rico, recentemente casado e veterano da I Guerra Mundial. As atrocidades cometidas durante este conflito destruíram a família de Anne e o amor e segurança do seu pequeno mundo. A revelação desse passado trágico levará Charles a repensar a sua vida e a tomar uma decisão. O romance expõe os efeitos duradouros da guerra sobre as pessoas comuns, assim como a inquietação reinante em França nos anos entre os dois conflitos mundiais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rainha da Cine Roma de Alejandro Reyes

    Rainha da Cine Roma, A

    Alejandro Reyes

    6,00 

    Rainha da Cine Roma de Alejandro Reyes.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2009, 287 págs. B.

    No dia em que se conhecem, Maria Aparecida e Betinho, duas crianças de rua em Salvador da Bahia, tornam-se inseparáveis. Vítimas de abusos por parte dos pais, fazem do Cine Roma a sua casa, e da amizade que os une, um antídoto para combater a dura realidade de quem vive a fugir de sombras ameaçadoras.

    No ambiente de violência das ruas, os dois amigos vão crescendo e, um dia, os seus caminhos separam-se. Betinho vai para o Rio de Janeiro com um namorado e Maria Aparecida fica a viver numa igreja abandonada com outros desabrigados. Magoada pelo abandono do amigo, e na esperança de se reconciliar com a sua memória, decide regressar a casa para tomar conta do pai. De volta à rua, começa a prostituir-se, cruza-se com Creuza e desce ainda mais fundo ao inferno.

    Betinho, agora Roberta, regressa a Salvador para reencontrar Maria Aparecida, desencontrada de si, perdida nos excessos. Entre exorcismos de mágoas, abraços de saudades e lágrimas, voltam a viver juntos. Nem a presença de Creuza, nem mesmo Chico, um poeta com quem Maria vive um amor proibido, consegue separar os dois companheiros de solidão e retirar-lhes a única coisa que ainda os faz viver: a esperança. Um romance sobre a vida real no submundo urbano baiano. Uma história sobre duas crianças que um dia sonharam que podiam ser amadas.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Que eu Vi Em Tóquio de Joseph Grew

    Que eu Vi Em Tóquio, O

    Joseph Grew

    7,50 

    O Que Eu Vi em Tóquio de Joseph C. Grew.
    Editorial Século. Lisboa, 1943, 272 págs. B.

    Joseph Clark Grew serviu como embai xador norte-americano no Japão desde Fevereiro de 1932 até o ataque a Pearl Harbour. Para o diplomata norte-americano cujo livro teve em toda a parte um êxito compreensível, dada a importância e a natureza das revelações que encerra, o ataque a Pearl Harbour e a guerra contra os Estados Unidos constituem a conclusão inevitável de um longo processo em que antes da nação americana intervieram a Rússia e a China, ambas vencidas pelo Japão e despojadas da influência que exerciam na zona do Pacífico. Segundo o seu depoimento a guerra entre os Estados Unidos e o Japão tem todas as características de uma guerra de libertação dos povos astáticos e só poderá ter por epílogo a vitória total dos americanos sem quaisquer compromissos com os seus adversários tradicionais.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins

    Pequena História da Imprensa Portuguesa

    Rocha Martins

    6,00 

    Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 114 págs. B.

    A primeira noticia do Mundo devia ser o Fiat Lux, mas o Criador não tinha a quem a comu nicar e, assim, a informação inicial foi a que transmitiu a Adão: «Poderás comer de todas as árvores do jardim e mostrou-lhe o Eden mas não come rás da árvore dos conhecimentos do Bem e do Mal, porque morrerás no dia em que o fizeres).

    O repórter primitivo saíu entrevistador. A Serpente, ao procurar a mãe Eva, inquiriu-a: «Deus disse, real mente, que não comerias de todas as árvores do jardim?»).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulher Procura Hotel de Cinco Estrelas com Homem Incluído de Gaby Hauptmann

    Mulher Procura Hotel de Cinco Estrelas com Homem Incluído

    Gaby Hauptmann

    6,00 

    Mulher Procura Hotel de Cinco Estrelas com Homem Incluído de Gaby Hauptmann.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2002, 266 págs. B.

    Katrin, uma rapariga alemã de 23 anos que trabalha na caixa de um supermercado, nem pode acreditar na sorte grande que lhe saiu: acabou de ganhar uma semana de férias na neve num hotel de 5 estrelas. Assim, sem tempo para pensar, dá por si num círculo de ricos e atractivos hóspedes de um hotel. Na chiquérrima estância de esqui, a vida corre às mil maravilhas, até Katrin se aperceber de que andam por ali estranhos poderes em acção. O que se passa com o encantador Jan, o Procurador da República, que se encontra com homens estranhos? Quem é o tipo que à noite lhe põe no quarto sinistros poemas de amor? Ao seu namorado de Estugarda ela procura contar tudo como se fossem coisas sem importância, mas Ronny do dia para a noite teme o pior e põe-se a caminho, só que não chega lá. E então, de repente, Katrin descobre do que se trata e tira partido da situação…

    É que a dada altura acontece o inesperado e o hotel fica isolado pela neve, circunstância que vem precipitar acontecimentos que Katrin dificilmente poderá esquecer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Materialismo Histórico e História das Civilizações

    Materialismo Histórico e História das Civilizações

    A. Pelletier

    5,00 

    Materialismo Histórico e História das Civilizações de A. Pelletier [et al.].
    Editorial Estampa. Lisboa, 1975, 200 págs. B.

    Os dois estudos que compõem este volume reproduzem – com certos acrescentos e correcções no que concerne ao segundo – uma série de artigos publicados na revista La Pensée.

    Estes artigos foram suscitados por um debate organizado pelo Centre d’Etudes et le Recherches Marxistes sobre a noção de civilização, «em relação com os actuais programas de História e de Filosofia dos últimos anos do ensino secundário»: desde 1964, formara-se um grupo de trabalho em torno deste tema, que foi largamente discutido no decurso dum colóquio que teve lugar em Paris no ano seguinte. A obra que se vai ler é, portanto, pelo menos no que se refere a uma das partes, um resultado dessa investigação colectiva. Mas há que dizer que, longe de pretender encerrá-la, quereria favorecer a sua continuação e desenvolvimento.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Marketing Internacional de Carlos Viana

    Marketing Internacional

    Carlos Viana

    10,00 

    Marketing Internacional de Carlos Viana.
    Edições Sílabo. Lisboa, 2002, 455 págs. Mole. 2ª Edição.

    Esta obra, agora em segunda edição revista e actualizada, é um manual de informação, reflexão e compreensão dos conceitos e práticas específicas do marketing internacional, dos processos de internacionalização de empresas e, em particular, um instrumento de apoio ao processo de tomada de decisão em mercados internacionais crescentemente abertos, liberalizados e globalizados.

    Os estudantes dos vários cursos, superiores ou médios, os empresários e quadros de empresas que se encontrem envolvidos na problemática inerente aos negócios internacionais e, de um modo geral, todos os que desejem compreender melhor os processos de internacio-nalização e globalização encontrarão aqui a linguagem que facilmente entendem e o exemplo prático que os ajudará a perspectivar a aplicação das técnicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro do Passado Misterioso de Robert Charroux

    Livro do Passado Misterioso

    Robert Charroux

    5,00 

    O Livro do Passado Misterioso, tal como os nossos livros precedentes, propõe-se abrir, «tão latamente quanto possivel», a porta dos mistérios, dos factos honestamente heréticos e das sugestões boas para despertar o sentido critico e a curiosidade daqueles a quem os ucasses, os dogmas e os slogans¹ não satisfazem.

    Fala-se aqui das civilizações perdidas, da magia de Cristóvão Colombo, dos retratos mágicos que aparecem na pedra da lareira de uma casa espanhola, de Agpaoa, do «cirurgião que mergulha as suas mãos no corpo do doente como se as carnes fossem tão fluidas como a água», como se as leis da nossa ciência terrestre não passassem de imaginações impostas pelos feiticeiros da física clássica…

    Fala-se ainda de cem coisas que não convém contar num livro conformista e untado do imprimatur da boa e respeitável conveniência: de feitiçaria, das misteriosas aventuras que se passam no céu e dos inacreditáveis poderes legados aos nossos antepassados terrestres por outros antepassados ainda mais longinquos, que tinham vindo do céu.” in Prefácio

  • Kikia Matcho

    Kikia Matcho

    Filinto de Barros

    6,00 

    Kikia Matcho: O Desalento do Combatente de Filinto de Barros.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1999, 152 págs. Mole.

    Filinto de Barros nasceu em Bissau a 28 de Dezembro de 1942. Fez estudos secundários no Colégio Nuno Álvares, em Tomar, e estudos superiores na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra e no Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Depois da independência da Guiné-Bissau foi embaixador em Lisboa, entre 1978 e 1981. Na Guiné-Bissau exerceu vários cargos políticos, entre os quais ministro da Informação e Cultura (1981-1983), ministro dos Recursos Naturais e Indústria (1984-1992) e ministro das Finanças (1992-1994). Kikia Matcho, sua primeira obra literária, é, nas palavras do autor, um pequeno exercício de ficção. Nem história, nem sociologia, nem etnologia, nem política, tão-somente uma abordagem que se pretende dinâmica e existencial do processo de síntese sociocultural de um Povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Integração dos Timorenses na Sociedade Portuguesa

    Integração dos Timorenses na Sociedade Portuguesa

    Manuel Viegas Tavares

    7,00 

    Integração dos Timorenses na Sociedade Portuguesa de Manuel Viegas Tavares.
    Instituto Piaget. Lisboa, 1999, 95 págs. B.

    … Este povo que tem nome Sol nascente a si se deu olhando ao sol pra poente língua madre descobriu … Ah! Este povo aí firme grito ao mar montanha de pé sem nunca vergar! É talvez isto, ou mesmo muito para além, que o Doutor Viegas Tavares, alma a uníssono com a vibrátil vaga de Timor, nos transmite e desafia neste breve ensaio antropologico. Sem maneirismo, límpido e singelo. Com o que os timorenses tiveram que ser e o que os portugueses poderiam ter sido.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Imagens da Obra do Padre Manuel Bernardes

    Imagens da Obra do Padre Manuel Bernardes

    Lucília Gonçalves Pires

    6,00 

    Imagens da Obra do Padre Manuel Bernardes de Lucília Gonçalves Pires.
    Editorial Comunicação. Lisboa, 1978, 145 págs. B.

    Uma antologia diferente do Padre Manuel Bernardes: novos textos em foco, cuidadosamente anotados e comentados, mostram que a obra de Bernardes tem como ponto fulcral a angústia pro- vocada pela incerteza da salvação»; temática, crítica social e ligação ao barroco são os aspectos estudados na apresentação críticas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Horas Perdidas

    Horas Perdidas

    Urbano Tavares Rodrigues

    7,00 

    Horas Perdidas de Urbano Tavares Rodrigues.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1973, 224 págs. B.

    “(…) Horas Perdidas será (sei que é) obra de frouxa composição, que a todo o passo se contesta, reprincipia, se desfaz, e do próprio magma de angústia renasce, maculada na escrita por séries enumerativas de adjectivos e sobretudo de substantivos — sintoma de uma febre de expressão e de uma conquista e aprendizagem de meios verbais. Hoje vejo ao longo dos capítulos de Horas Perdidas o atormentado, ardente e hesitante avanço de uma liberdade íntima de opção e recusa individual para o reconhecimento, para a descoberta de uma liberdade histórica e social (…)”.

    📕  2ª Edição
    𓂃🖊 Prefácio de Miguel Urbano Rodrigues.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Formação do Espaço Português de José Hermano Saraiva

    Formação do Espaço Português

    José Hermano Saraiva

    5,00 

    Formação do Espaço Português de José Hermano Saraiva.
    Ministério da Educação Nacional. Lisboa, 1970, 179 págs. B.

    A Colecção Educativa, criado no Estado Novo, almejava servir de apoio à educação de adultos, procurando ao mesmo tempo sublinhar os valores e lealdade pátrios: cada volume continha uma citação do Chefe da Nação, Salazar. Dividia-se em séries temáticas: A – Doutrina, B – Informação e Propaganda, C -Educação Supletiva de Adultos, D – História Pátria, E – Geografia de Portugal, F – Arte Portuguesa, Etnografia e Folclore, G – Literatura e Pensamento Português, H – Educação Moral e Cívica, I – Educação Familiar, J – Educação Sanitária, Educação Física e Desporto, L – Aperfeiçoamento Profissional, M – Organização, Previdência Social e segurança e no Trabalho, N – Agricultura, Pecuária, Indústrias Caseiras e Artesanato e, por fim, O – Livros Recreativos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.