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  • Crime do Padre Amaro

    Crime do Padre Amaro

    Eça de Queiroz

    3,50 

    Crime do Padre Amaro de Eça de Queiroz.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 507 págs. B.

    Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.

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  • Coronel Charbet de Honoré Balzac

    Coronel Charbet

    Honoré Balzac

    2,50 

    «Muito do êxito popular de O Coronel Chabert terá ficado a dever-se à singularidade da sua história mas também à ausência do largo preâmbulo, frequente em Balzac, que enquadra com mão lenta as personagens no seu ambiente paisagístico, social e humano retardando, e atirando para muitas páginas adiante, o que é movimento essencial da acção….

  • Como Mirar la Pintura

    Como Mirar la Pintura

    Jean Guichard-Meili

    6,00 

    Como Mirar la Pintura de Jean Guichard-Meili.
    Editorial Labor. Espanha, 1965 [?], 221 págs. B.

    Esta obra de Jean Guichard-Meili, reputado crítico y especialista de arte, como ya nos indica su título, constituye un ensayo destinado a provocar la comprensión del pú-blico hacia las obras artísticas que enriquecen el patrimonio humano. Hacer ver y sentir la pintura, tal es el propósito y el logro de esta obra.

    El autor hace desfilar por estas pá-ginas, ante nuestros ojos, el pres-tigioso y subyugador mundo de la pintura, estableciendo a menudo un motivado paralelo entre las obras que constituyen sus cimas y aquellas otras, más recientes, que informan nuestra sensibilidad contemporánea.

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  • Come Reza Ama

    Come Reza Ama

    Elizabeth Gilbert

    5,00 

    Come Reza Ama de Elizabeth Gilbert.
    Suma de Letras. Espanha, 2010, 448 págs. B.

    Aos 34 anos, Elizabeth Gilbert, escritora premiada e destemida jornalista da GQ e da SPIN, descobre que afinal não quer ser mãe nem viver com o marido numa casa formidável nos subúrbios de Nova Iorque e parte sozinha numa viagem de 12 meses com três destinos marcados: o prazer na Itália, o rigor ascético na Índia, o verdadeiro amor na Indonésia. Irreverente, espirituosa, senhora de um coloquialismo exuberante, Elizabeth não abandona um minuto a sua auto-ironia e conta-nos tudo acerca desta fuga desesperada ao sonho americano que começou no momento em que encontrou Deus.

    Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e preenchida, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão determinante: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. “Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia” é uma micro-autobiografia desse ano.

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  • Cavaleiro das Duas Bandeiras

    Cavaleiro das Duas Bandeiras

    Inácio de Loyola

    7,50 

    As aventuras de Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, narradas por Catarina de Áustria, filha de Joana, a Louca. Um livro brilhante e iluminador: a vida de um homem controverso, mas um santo, vista e contada por um olhar feminino e apaixonado. Na verdade, Catarina, irmã do imperador Carlos V e, mais tarde,…

  • Capitão Richard

    Capitão Richard

    Alexandre Dumas

    2,50 

    Capitão Richard de Alexandre Dumas.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 318 págs. E.

    Alexandre Dumas, escritor francês, nasceu em 1802. Neto de um aristocrata e filho de um general napoleónico caído em desgraça, cresceu na pobreza. Mudou-se para Paris em 1823, onde trabalhou para o Duque de Orleães. Fascinado pelo teatro, iniciou-se na literatura.

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  • Bruxa de Portobello de Paulo Coelho

    Bruxa de Portobello

    Paulo Coelho

    5,00 

    Bruxa de Portobello de Paulo Coelho.
    Pergaminho. Lisboa, 2009, 221 págs. B.

    O novo romance de Paulo Coelho conta a história de Athena, uma jovem adoptada por emigrantes libaneses que se estabeleceram em Inglaterra para fugir à guerra que assolava o seu país natal. Agora, têm de enfrentar uma intolerância religiosa que se assemelha à existente nos tempos da Inquisição, quando os que eram considerados hereges pela Igreja Católica eram violentamente punidos e condenados à fogueira. Este é um retrato da sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso das nossa vidas…

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  • Artur e os Minimeus

    Artur e os Minimeus

    Luc Besson

    3,00 

    Artur e os Minimeus de Luc Besson.
    Edições ASA. Porto, 2006, 192 págs. B.

    Artur vive no campo com a avó. Apesar de se sentir abandonado pelos pais, que raramente o vão visitar, vive feliz no seu mundo de brincadeiras. Alfred, o pachorrento cão de guarda, é o seu companheiro inseparável. Mas um dia, a vida tranquila de Artur é abalada pela ameaça implacável de um homem poderoso, que quer ficar com a casa da avó. Sem quaisquer escrúpulos, consegue intimar a velha senhora a abandonar a casa em 48 horas, caso não consiga pagar uma antiga dívida.

    Mas há um tesouro, escondido algures no jardim, que os poderia salvar. No entanto, só o avô, que desapareceu misteriosamente há quase quatro anos, conhece o seu paradeiro. O nosso herói decide entrar em acção e sozinho, descobre um segredo fantástico que o pode conduzir ao avô – a “chave” para passar para o mundo dos Minineus – e parte para uma aventura inesquecível.

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  • Artur e a Cidade Proibida

    Artur e a Cidade Proibida

    Luc Besson

    3,00 

    Artur e a Cidade Proibida de Luc Besson.
    Edições ASA. Porto, 2006, 159 págs. B.

    Artur, Selénia e Betameche prosseguem corajosamente a sua viagem pelas Sete Terras com o objectivo de chegar à Cidade Proibida e aí encontrar o avô de Artur, desaparecido há quase quatro anos. Só ele sabe em que parte do jardim se encontra escondido o tesouro que poderá salvar a sua casa e o fabuloso mundo dos Minimeus.

    No coração da Necrópole os nossos heróis vivem as mais extraordinárias aventuras, enfrentando corajosamente o maléfico Maltazard que tudo faz para os impedir de alcançar os seus objectivos.

    Tanto o mundo de Artur como o de Selénia estão em perigo de desaparecer e só eles os poderão salvar. Mas, para Artur, que se apaixona perdidamente pela princesa, há muito mais em jogo: a conquista do coração de Selénia…

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  • António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência

    Fernando Carmino Marques

    8,00 

    António Nobre em Paris, Só: Correspondência de Fernando Carmino Marques [Org.].
    Caixotim Edições. Porto, 2005, 182 págs. B.

    Transcrição e estudo de quarenta e sete cartas que António Nobre escreveu e enviou durante a sua permanência em Paris, entre Novemnro de 1890 e Março de 1895, destinadas essencialmente a Alberto de Oliveira e Augusto Nobre, amigo e irmão respectivos do poeta.

    “A leitura desta cartas mostra-nos uma interessante relação com o Só, a intertextualidade existe entre os vários textos afigura-se-nos elucidativa de aspectos menos conhecidos da personalidade do seu autor”. da Introdução

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  • Amarguinha tem um Irmão

    Amarguinha tem um Irmão

    Tiago Rebelo

    5,00 

    Amarguinha tem um Irmão de Tiago Rebelo.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 39 págs. E

    Chamava-se Amarguinha porque não gostava de doces. Martinho era o seu grande amigo, companheiro de todas as brincadeiras e conversas. Mas chega um dia em que as duas crianças têm de separar-se; será que esta amizade tão especial vai resistir à distância? Um livro emocionante, uma verdadeira lição sobre a amizade.

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  • Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra

    Victor. J. Mendes

    7,00 

    Almeida Garrett Crise na Representação nas Viagens na Minha Terra de Victor. J. Mendes.
    Cosmos. Lisboa, 185 págs. B.

    Será magra consolação que o modelo das Viagens na Minha Terra, mais que o Tristram Shandy, fossem os escritos de Xavier de Maistre.

    O maior motivo de interesse do livro de Victor J. Mendes é sugerir uma descrição alternativa das Viagens na Minha Terra que, se for verdadeira, as torna precursoras de O Sentimento dum Ocidental, de Cesário Verde, mais do que epigonais em relação ao Voyage autour de ma chambre.

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  • Agosto Que Nunca Esqueci

    Agosto Que Nunca Esqueci

    António Mota

    3,00 

    Agosto Que Nunca Esqueci de António Mota.
    Edinter Jovem. Lisboa, 1998, 171 págs. E.

    Um retrato da emigração dos anos sessenta. Agosto na aldeia, tempo de romarias e casamentos. Tempo de revelações, tempo de surpresa que nem todos receberão bem, mas também tempo de reparar os afectos que se julgavam perdidos. Gente que vive e convive com os dramas e as alegrias da vida.

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  • África Acima de Gonçalo de Cadilhe

    África Acima

    Gonçalo de Cadilhe

    6,00 

    África Acima de Gonçalo de Cadilhe.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2017, 234 págs. B.

    África Acima recolhe crónicas semanais que Gonçalo Cadilhe foi escrevendo e publicando no jornal Expresso ao longo de vários meses.

    Como é seu hábito, Gonçalo Cadilhe recusou o transporte aéreo. Em autocarros e comboios, em balsas e bicicletas de ocasião, à boleia em camiões ou a pé com a mochila às costas, o viajante atravessou África desde o cabo da Boa Esperança, no extremo Sul, até ao Estreito de Gibraltar, no extremo Norte.

    Oito meses, quinze países, 27 000 quilómetros e 50 000 palavras resultaram num livro sincero e deslumbrado, em que as amizades, o humor, a tolerância e a humildade conseguem vencer a miséria, a corrupção, as estradas desfeitas e o calor brutal de uma viagem épica por um continente impressionante. Na sua mais recente viagem, Gonçalo Cadilhe redescobre a magia e os mistérios de uma África que continua a fascinar os grandes viajantes.

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  • Vozes Intimas

    Vozes Intimas

    António Osório

    10,00 

    Vozes Intimas de António Osório.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2008, 253 págs. B.

    Neste livro, António Osório partilha connosco as vozes de alguns artistas (pintores, músicos e escritores). Estão aqui, entre outros, Mário Botas, Vivaldi, Eugénio Montale e Umberto Saba. Há espaço para alguns segredos, cartas, escritos e memórias (visto que o autor conheceu algumas das pessoas que aqui homenageia).

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  • Véu Rasgado

    Véu Rasgado

    Carmen Bin Ladin

    6,00 

    Véu Rasgado de Carmen Bin Ladin.
    Gótica. Algés, 2003, 185 págs. B.

    Carmen Bin Ladin, nascida na Suíça de mãe iraniana e pai suíço, casou-se em 1974 com Yeslan, um dos irmãos de Osama Bin Laden. Apaixonada por aquele jovem exótico e refinado, filho de um dos homens mais ricos da Arábia Saudita, acompanhou-o aos Estados Unidos, onde ele estudava numa universidade americana. Foi lá que nasceu a primeira filha de ambos. No entanto, a vida do casal muda drasticamente quando Yeslam acaba os estudos e o casal se instala na Arábia Saudita. Carmen torna-se então uma testemunha privilegiada da ascensão da Organização Bin Laden, uma empresa tentacular estreitamente ligada à família real. Ao lado do marido, procura vislumbrar os mínimos sinais de modernização do mundo árabe. Em vão… Assiste pouco a pouco à fanatização crescente do país, cujo exemplo mais evidente é o cunhado, Osama Bin Laden, o líder da Al-Qaeda. Então, decide partir para salvar as filhas da terrível condição das mulheres na Arábia Saudita. Julgava poder passar uma esponja no passado, refazer a sua vida em Genebra… Até ao 11 de Setembro de 2001.

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