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  • Discípulo do Diabo, ODiscípulo do Diabo

    Discípulo do Diabo, O

    Murray Smith

    7,00 

    Discípulo do Diabo de Murray Smith.
    Bertrand Editora. Amadora, 2005, 623 págs. B.

    Bem-vindo ao mundo emaranhado de Devil’s Juggler, um romance que nos conduz com excitação ininterrupta das garras da NYPD para os reinos do IRA, dos cartéis colombianos da cocaína e do SIS britânico – lugares onde nenhuma traição permanece em segredo por muito tempo.

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  • Dicionário Prático de Matemática de Georges Alain

    Dicionário Prático de Matemática

    Georges Alain

    7,50 

    Dicionário Prático de Matemática de Georges Alain.
    Terramar Editores. Lisboa, 2001, 415 págs. B.

    Este livro expõe o conjunto das matemáticas desde as primeiras bases escolares até ao secundário. Ele fornece todas as definições, todos os teoremas e todas as fórmulas que um estudante do secundário pode necessitar, permitindo-lhe assim preencher qualquer lacuna.

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  • Desaparecimento PerfeitoDesaparecimento Perfeito

    Desaparecimento Perfeito

    Holly Jackson

    7,50 

    Desaparecimento Perfeito de Holly Jackson.
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 327 págs. B.

    A muito aguardada continuação
    De o homicídio perfeito.
    Preparem-se para mais suspense,
    Investigacao, revelacoes e…
    Segredos mortiferos.

    Pois é. Pip já não é detetive. Agora, com a ajuda de Ravi, começou um podcast de true crime sobre o homicídio que desvendaram juntos no ano anterior. o podcast tornou-se viral, é certo, mas ela insiste em dizer que o tempo em que investigava crimes já lá vai. Será?

    Pip vai ter de voltar atrás no que disse. A verdade é que desapareceu alguém que ela conhece. Jamie Reynolds, para sermos mais exatos. a polícia, no entanto, parece nada fazer. Pip sente imediatamente que tem de ser ela a investigar. Mais uma vez, os segredos mortíferos começam a ser revelados, mas… será que Pip vai conseguir encontrar Jamie antes que seja demasiado tarde?

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  • D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares DiasD. Carlos

    D. Carlos: Lisboa 1908

    Marina Tavares Dias

    15,00 

    D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 2007, 175 págs. E. Il.

    Dia 1 de Fevereiro de 2008 assinalam-se 100 anos sobre a data em que, no regresso de Vila Viçosa, D. Carlos foi assassinado em pleno Terreiro do Paço. Com a qualidade e rigor a que Marina Tavares Dias habituou os seus leitores, este livro apresenta uma visão apaixonada e apaixonante sobre a vida e a época daquele que foi o primeiro chefe de Estado português do século XX.

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  • Crónicas Imagens Proféticas e Outras de João Bénard da Costa

    Crónicas Imagens Proféticas e Outras

    João Bénard da Costa

    10,00 

    Crónicas Imagens Proféticas e Outras (1º Volume) (2002-2003) de João Bénard da Costa.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2010, 413 págs. B. Il.

    «Divino no sentido de divo, que ele sem o ser plenamente foi, como seu porte de velho senhor, o mesmo riso de demiurgo que quase juramos haver já visto fixado pelos romanos em alguma estatuária, o brilho hiperbólico, a inteligência analogamente intensa, o timbre cavo, a curiosidade, a coquetterie, o enigma e, por fim, surpreendentemente ou não, a inocência.
    E divino também no sentido literal, na medida em que essa era a natureza do seu olhar. Quando João Bénard explicava aos incautos (osmesmos que, semo saber ou dizer, chegamtão cautos) que o seu tempo não era este, não era o deles, era o da maria cachucha, que reivindicava ele? Uma imperdoável apostasia: a de um contemporâneo que se coloca na pré-história.

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  • Crónicas de Músicos e de Pintores

    Crónicas de Músicos e de Pintores

    Madalena Gomes

    6,00 

    Crónicas de Músicos e de Pintores de Madalena Gomes.
    Distri Editora. S.L., 1984, 111 págs. B. Il.

    Estas pequenas e despretenciosas Crónicas de Músicos e de Pintores destinam-se aos jovens e, de uma maneira especial, aos adolescentes. Oxalá elas lhes dêem o desejo de conhecer melhor a vida e sobretudo a obra destes Oito Músicos (Vivaldi, Bach, Mozart, Chopin, Beethoven, Bela Bartok, Prokofieff, Lopes Graça) e destes Oito Pintores (Memling, Leonardo da Vinci, Bronzino, Rembrandt, Columbano, Picasso, Almada Negreiros, Vieira da Silva).

    📝 Assinatura de posse.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Armando Lopes

  • Como o Cinema era Belo de João Benard da CostaComo o Cinema era Belo

    Como o Cinema era Belo

    João Benard da Costa

    20,00 

    Como o Cinema era Belo de João Benard da Costa.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2006, 253 págs. B.

    Cinquenta filmes para assinalar 50 anos de vida de uma instituição que, desde o final dos anos 60, vem apoiando o cinema. Primeiro, no relançamento do cinema português, depois na divulgação e agora com especial atenção ao experimentalismo e à formação de autores. O Grande Auditório recebeu diferentes cinematografias, alguns dos mais belos filmes clássicos da nossa vida que marcaram uma época e trouxeram um público numeroso à Fundação.

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  • Código Secreto da Bíblia III de Michael Drosnin

    Código Secreto da Bíblia III

    Michael Drosnin

    6,00 

    Código Secreto da Bíblia III: As Novas Revelações e a Salvação do Mundo de Michael Drosnin.
    Sinais de Fogo. Lisboa, 2011, 222 págs. B. Il.

    O código oculto da Bíblia, identificado por um famoso matemático israelita e confirmado por um experiente decifrador de códigos da ultra-secreta Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos revela-nos extraordinárias predições, que se têm vindo a concretizar. Advertindo-nos sobre as calamidades que se avizinham, este código permite-nos antever os cenários possíveis para o futuro da humanidade: o assassinato de Barack Obama, a derrocada da economia em 2012, o despoletar da Terceira Guerra Mundial, o terror nuclear. Porém, o destino não está predeterminado, uma vez que as actuais gerações têm a capacidade e a obrigação moral de o alterar e de escolher o seu caminho.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Codex Maia de Douglas PrestonCodex Maia

    Codex Maia

    Douglas Preston

    7,50 

    Codex Maia de Douglas Preston.
    Saída de Emergência. Parede, 2007, 300 págs. B.

    “Saudações do mundo dos mortos”, declara Maxwell Broadbent na cassete de vídeo que deixou para trás depois do seu misterioso desaparecimento. Notório caçador de tesouros e ladrão de túmulos, Broadbent acumulou muitos milhões de dólares em arte, jóias e artefactos antes de desaparecer (juntamente com toda a sua colecção) da sua imensa mansão. No início, suspeitou-se de assalto, mas a verdade provou ser bastante mais estranha: como desafio final para os seus três filhos, Broadbent enterrou-se a si e ao seu tesouro algures no mundo, escondido como um faraó egípcio da Antiguidade. Se os filhos quiserem reivindicar a sua fabulosa herança, terão de encontrar o túmulo cuidadosamente ocultado pelo pai.

    Os dados estão lançados, mas os três irmãos não são os únicos a competir pelo tesouro. Com tantos milhões de dólares em jogo, bem como um antigo codex maia que pode conter a cura para o cancro, em breve outras pessoas se juntam à caçada… e nada fará parar algumas delas para conseguirem o que está na sepultura.

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  • Ciclo do Caranguejo, OCiclo do Caranguejo

    Ciclo do Caranguejo, O

    Josué de Castro

    8,00 

    Ciclo do Caranguejo de Josué de Castro.
    Brasília Editora. Porto, 1965, 185 págs. B.

    Em romance e a ele fiel Josué de Castro versa um dos aspectos que constituirá tema quase exclusivo da sua obra científica e acção mundial: o problema da fome.

    Um mangue do Recife é o seu ponto de análise e, sem dúvida, o início da sua experiência preocupada. O mangue – terra semiflutuante onde vivem, confundidos, o Homem e o Caranguejo foi por ele observado e sentido.

    Nas suas águas paradas são lama ou nas suas águas excitadas que serão lama, reverbera–se a complexidade do drama humano, com todas as suas forças em choque: a luta inumana de interesses, mas, também, a solidariedade quente de todos a quem a segregação económica e social uniu.

    É a vida no mangue envergonhada e gritante, isolada e atenta que teima em sobreviver mas, agora, com a certeza de que não deveria existir.

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  • Che de Manuel Alegre

    Che

    Manuel Alegre

    7,50 

    Che de Manuel Alegre.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.

    Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Campo dos Media

    Campo dos Media

    Adriano Duarte Rodrigues

    6,00 

    Campo dos Media de Adriano Duarte Rodrigues.
    Editorial Vega. Lisboa, 1999, 189 págs. B.

    Neste livro procura-se delimitar o campo dos media enquanto instituição social e estudar a discursividade, a narrativa e a tecnologia como suas principais componentes.

    📝 Assinatura de posse.

  • Campo de Feno com Papoilas de Manuel Corrego

    Campo de Feno com Papoilas

    Manuel Corrego

    6,00 

    Campo de Feno com Papoilas de Manuel Corrego.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1998, 233 págs. E.

    Terra dos vinhedos e milheirais, com encostas de mato e tesos de castanheiro, Vila Nova da Azinheira ła à vida descalça. Nos dias santos presunçava a chinela bordada e o tamanco de ferra, olhe lá o luxo de uma botas de atanado. A banda não desmentia essa marca de origem: antes que por artes e feitiços ficasse assinalada como a Rainha do Norte, a filarmónica dava pela alcunha de “Tamancos e Castanholas”. O senome não era tão desbocado como isso: devia-se aos arruamentos do começo, com a formação de tamancos a bater o compasso no saibro do macadame: quanto às castanholas, que bem ficavam elas nas Bodas de Luis Alonso!

    📝 Assinatura de posse.

  • Caixa de Fósforos, A

    Caixa de Fósforos, A

    Robert Sabatier

    5,00 

    Caixa de Fósforos de Robert Sabatier
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1971, 335 págs. B.

    Montmartre, anos 30. O pequeno Olivier vive entre as ruelas, os vizinhos barulhentos e as histórias de quem sobrevive com pouco, mas vive muito. Depois de perder a mãe, descobre que a rua também pode ser uma família — com crianças traquinas, antigos combatentes, e gente cheia de coração.

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  • Boro-Budur

    Boro-Budur

    Roger Vailland

    7,00 

    Boro-Budur: Viagem a Bali, Java e Outras Ilhas de Roger Vailland.
    Prelo Editora. Lisboa, 1961, 182 págs. B.

    “(…) O caderno de viagens de Roger Vailland é um caleidoscópio de imagens e sensações. O arquipélago da Indonésia, após a leitura deste livro, surge-nos no mapa com uma dimensão diferente, maior, e com uma importância que não nos parecia ter (…)”.

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  • Boneca, ABoneca de Yrsa Sigurdardóttir

    Boneca, A

    Yrsa Sigurdardóttir

    8,00 

    Boneca de Yrsa Sigurdardóttir.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2023, 476 págs. B.

    Era suposto ser um passeio de barco em família, para mãe e filha estarem juntas. Mas não foi assim que aconteceu.

    Tudo era normal, bonito e límpido – até que uma boneca é apanhada na rede. Depois de vários anos perdida no oceano, a boneca é uma visão aterrorizante e o primeiro instinto da mãe é devolvê-la às águas, mas acaba por ceder quando a filha pede para ficar com ela. Naquela noite, a mãe publica uma foto da boneca nas redes sociais. Pela manhã, ela está morta e a boneca desapareceu. Um gesto de ternura desencadeou uma série de acontecimentos fatídicos que, anos mais tarde, estarão ligados através de uma única testemunha desaparecida: a criança que levou a boneca para casa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.