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  • Contemporary European Architects (Vol. III) de Philip JodidoIndice

    Contemporary European Architects (Vol. III)

    Philip Jodido

    7,50 

    Contemporary European Architects (Vol. III) de Philip Jodido.
    Taschen. Alemanha, 1995, 176 págs. B. Il.

    This volume includes the most recent work by each of the major architects in contemporary Europe, including Rem Koolhaas, Sir Norman Foster, Jean Nouvel, Mario Botta, Joe Coenen, Nicholas Grimshaw and Christian de Portzamparc. Contemporary European Architects: v. 3 Paperback edition by Philip Jodidio

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  • Compreender a Arte de Waldermar Januszcazk

    Compreender a Arte

    Waldermar Januszcazk

    6,00 

    Compreender a Arte de Waldermar Januszcazk e Jenny McCleery.
    Editora Verbo. Lisboa, 1984, 77 págs. E. Il.

    Este livro apresenta um panorama fascinante da arte europeia dos últimos 500 anos, de Giotto a Warhol, revelando o modo como esta tem vindo a evoluir. Porque é que a pintura a óleo se popularizou? O que era a pintura de género? Como teve início a arte abstracta? A resposta ser-lhe-á dada ao longo desta obra. São mais de 70 os artistas aqui representados e analisados, de nomes famosos como Miguel Ângelo e Picasso a outros menos conhecidos como David e Kandinsky. Através dos pormenores dados, podemos aperceber-nos da sua técnica, enquanto os diagramas nos explicam aspectos da composição, tais como a secção de oiro. Quer prefira o impressionismo ou o surrealismo, a arte abstracta ou o barroco, este é o livro que precisa de ler.

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  • Francesco Guardi de Rodolfo Pallucchini

    Francesco Guardi

    Rodolfo Pallucchini

    10,00 

    Francesco Guardi de Rodolfo Pallucchini [Intr.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1965,

    Este álbum, dedicado a Francesco Guardi, um dos maiores e mais orginais artistas venezianos do séc. XVIII, é o primeiro de uma série que a Fundação Calouste Gulbenkian se propõe publicar, no intuito de dar a conhecer as principais obras de arte que constituem as diferentes secções da sua colecção. Trata-se de um importante e precioso conjunto de vinte pinturas que documenta a evolução da obra do artista de 1755/60 a 1791 e que Calouste Gulbenkian adquiriu, entre 1907 e 1921, nos mercados de Paris e Londres, principalmente neste último, onde no séc. XVIII se manifestou uma especial preferência pelos artistas venezianos. As obras que formam este extraordinário conjunto pertenceram antes a grandes coleccionadores como Rodolphe Kann, Ashley, Kaufmann, Conde de Camperdown e outros. Criteriosamente reunido, o núcleo de pinturas de Francesco Guardi reproduzidas no presente álbum é considerado único no mundo pela sua excepcional qualidade e revela o gosto apurado, a sensibilidade estética e a intuição rara de Calouste Gulbenkian.

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  • Cinema: Year by Year (1894-2005) de Robyn KarneyCinema

    Cinema: Year by Year (1894-2005)

    Robyn Karney

    15,00 

    Cinema: Year by Year (1894-2005) de Robyn Karney.
    Dorling Kindersley. Londres, 2005, 870 págs. E. Il.

    From the earliest flickering pictures to the soaring triumph of The Aviator, this year-by-year guide to the films, the stars, and the innovations of movie-making brings the silver screen to life. With Oscar results from the first awards ceremony to the latest 2005 winners, this entertaining and detailed visual history of cinema reveals everything you need to know about what’s hot and who’s not.

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  • O Cais das Merendas de Lídia Jorge

    Cais das Merendas, O

    Lídia Jorge

    6,00 

    O Cais das Merendas de Lídia Jorge.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 250 págs. B.
    Século XX | 196

    O Cais das Merendas desenvolve-se em torno dos temas da identidade e da aculturação. Estamos perante uma narrativa poética, teatralizada, em que as personagens rurais, confrontadas com o mundo exterior, dão testemunho da sua intimidade, medos e desejos mais profundos.

    A acção desenrola-se à beira-mar, numa praia do Sul de Portugal, girando as figuras em torno de um polo central: o Hotel Alguergue. Ocupado durante a época alta por turistas de várias nacionalidades, o hotel fica completamente despovoado durante os meses de Inverno. É então que os naturais da zona, esquecidos dos seus hábitos, precisam de se embriagar para voltarem a usar a sua língua materna e recitarem em voz alta as histórias tradicionais do seu país.

    Figuras como Rosarinho, Pai Patroços, Miss Laura ou Sebastião Guerreiro, que vemos desfilar durante esses parties interpretam a hesitação de uma comunidade dividida entre o desejo de se modernizar e o de manter o que de si mesma entende por próprio e genuíno.

    «No momento em que Portugal abandonava as últimas ilusões épicas e o mundo nos descobria como paraíso turístico, Lídia Jorge, cronista minuciosa e irónica da metamorfose do nosso secular cais das merendas, em vitrina cosmopolita, inventou-nos uma singular epopeia» segundo Eduardo Lourenço.

    📕 2ª Edição.
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  • Bunker de Hitler de Joachim Fest

    Bunker de Hitler, No

    Joachim FestBoi

    7,00 

    Bunker de Hitler de Joachim Fest.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2019, 196 págs. B. Il.

     Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.

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  • O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende

    Bosque dos Pigmeus, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende.
    DIFEL. Lisboa, 2004, 217 págs. B.

    Depois da Amazónia e dos Himalaias – cenários dos primeiros livros da trilogia -, desta vez a aventura decorre em África, onde Nadia e Alexander acompanham a avó Kate em mais uma expedição da International Geographic.

    Uma série de peripécias e os ciúmes de um elefante vão animar a semana que o grupo passa num safari. Mas o aparecimento de um padre espanhol vai alterar completamente os planos de terminar a reportagem e voltar para a capital, arrastando todo o grupo para um bosque misterioso habitado por pigmeus. Aí, e seguindo o rasto de dois missionários desaparecidos, instalam-se numa aldeia governada pelo rei Kosongo, pelo comandante Mbembelé e pelo bruxo Sombe, um triunvirato assustador que escraviza os pigmeus e o seu próprio povo para enriquecer com o contrabando.

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  • O Barbeiro de Sevilha de Beaumarchais

    Barbeiro de Sevilha, O

    Beaumarchais

    5,00 

    O Barbeiro de Sevilha de Beaumarchais.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1975, 106 págs. B.
    Livos de Bolso Europa-América | 119

    Beaumarchais, de seu verdadeiro nome Pierre-Augustin Caron, nasceu em Paris a 24 de Janeiro de 1732. Começou por exercer o ofício de relojoeiro, mas em breve o seu temperamento irrequieto o lançou no turbilhão do mundo.

    Mestre de música das filhas de Luís XV, homem de negócios muitas vezes a contas com a justiça por obra dos seus concorrentes, diplomata de bastidores, agente secreto, a morte surpreendeu-o subitamente a 17 de maio de 1799, após uma vida aventurosa e movimentada, a que não faltaram os momentos de glória. Como dramaturgo, Beaumarchais conseguiu, apesar da exiguidade da sua produção, um lugar de excepcional relevo entre os grandes cómicos franceses.

    O Barbeiro de Sevilha inspirou a Rossini a ópera que imortalizou o seu nome e é certamente uma das obras mais conhecidas do teatro universal. Inexcedível de graça, nela se desenha uma galeria de figuras inesquecíveis que o tempo não fez envelhecer e que continuam a ser aplaudidas nos palcos do mundo inteiro.

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  • A Arte da Guerra de Sun Tzu

    Arte da Guerra, A

    Sun Tzu

    5,00 

    A Arte da Guerra de Sun Tzu.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2002, 151 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 367

    Escrito cerca do século VI a. C., A Arte da Guerra é um dos mais antigos livros sobre estratégia militar, e provavelmente o melhor. Ensina-nos a pensar com rapidez quando a batalha começa e a apanhar o nosso inimigo desprevenido.

    Desde que foi traduzido, contou entre os seus leitores com Napoleão, MacArthur, Montgomery, Mao Zedong e o general Van Riper, o qual ajudou a planear as operações Escudo do Deserto e Tempestade no Deserto.

    As lições de A Arte da Guerra ainda são válidas, e esta bonita edição inclui um fascinante posfácio sobre a forma como as ideias de Sun Tzu têm sido aplicadas nos negócios, no desporto e noutras áreas da vida.

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  • Antes do Amanhecer de Somerset Maugham

    Antes do Amanhecer

    Somerset Maugham

    5,00 

    Antes do Amanhecer de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 282 págs. B.

    Somerset Maugham continua a ser um dos romancistas ingleses do nosso tempo mais lido e admirado em todo o mundo. «Antes do Amanhecer» é um dos seus livros mais festejados: impunha-se respectiva a inclusão na colecção «Autores de Sempre», ao lado de outras obras fundamentais do mesmo escritor.

    📖 Exemplar por abrir

  • O Aniversário da Infanta de Oscar Wilde

    Aniversário da Infanta, O

    Oscar Wilde

    3,50 

    O Aniversário da Infanta de Oscar Wilde [et al.].
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 203 págs. B.
    Livros Unibolso | 98

    Uma leitura aliciante e agradável, que lhe abrirá as portas de um universo multimodo. Uma obra importante, em que a imaginação, a poesia, o rea-lismo, o amor e as relações eróticas, a ironia e a rigorosa análise psicoló-gica, se encontram, numa variedade temática única. O Aniversário da Infanta, eis o titulo a que se subordina o presente volume da nossa colec-ção título da belissima história de Oscar Wilde com que abre, onde se inserem, ainda, inesquecíveis contos de Bernard Shaw, Thomas Hardy, Jonh Galsworthy, E. M. Forster, Virginia Woolf e D. H. Lawrence. Assim, digamos que se trata de um panorama exemplar da moderna ficção inglesa, capaz de nos proporcionar uma imagem da sociedade do século vinte, nas suas terríveis contradições morais, politicas e económicas. É um mundo controverso, aquele que se nos depara, e, ao mesmo tempo, um mundo humanamente muito rico, que os sete mestres do romance e da novela, que enunciámos, analisam com excepcional profundidade, sem que lhes escapem os ridiculos, as prepotências, as dolorosas tragédias e os crimes velados de um mundo em movimento.

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  • Ana Terra de Erico Veríssimo

    Ana Terra

    Erico Veríssimo

    3,50 

    Ana Terra de Erico Veríssimo.
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 203 págs. B.
    Livros Unibolso | 82

    No século XVIII, a família Terra – pai, mãe e filhos – vivem numa estância erma do interior. O seu dia a dia é duro, penoso: tira o sustento da colheita, calcula a passagem do tempo observando a natureza, enfrenta ameaças de saque e pilhagem. Um dia uma das filhas do estancieiro, a adolescente Ana, encontra, à beira de um regato, um mestiço ferido. É o enigmático Pedro Missioneiro, indiático, bravio, e dono de uma cultura sofisticada em letras, histórias e artes musicais. Acolhido pela família, no início Ana tem aversão a Pedro, mas a repulsa é apenas o prelúdio da paixão que tomará conta da menina, provocando a ira e desejos de vingança nos irmãos e no pai. No meio desses sentimentos primitivos e dominadores, uma fronteira se desenha, uma nação e um povo se formam.

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  • A IIª Guerra Mundial 50 Anos Depois de Diário de Notícias

    IIª Guerra Mundial 50 Anos Depois, A

    Diário de Notícias

    15,00 

    A IIª Guerra Mundial 50 Anos Depois de Diário de Notícias.
    Diário de Notícias. Lisboa, s.d., 828 págs. E. Il.

    O Diário de Noticias publica, a partir de hoje, uma série de 60 fascículos coleccionáveis com a história da II Guerra Mundial. O objectivo é trazer à memória de todos, em particular dos jovens, o mais marcante momento histórico do século XX, no ano em que se comemora o meio século da assinatura dos respectivos acordos de paz.

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  • José Afonso — Voz, Caminho e LiberdadeZeca Afonso

    José Afonso — Voz, Caminho e Liberdade

    Constantinos

    50,00 

    José Afonso — Voz, Caminho e Liberdade
    Constantinos

    Altura: 18,50 cm | Largura: 8,50 cm | Profundidade: 8 cm | Peso: 300g

    José Afonso (1929–1987) foi uma das vozes maiores da música portuguesa. 
    Da tradição de Coimbra à canção popular, fez da música um gesto de liberdade, memória e resistência.
    As suas canções atravessaram a censura, acompanharam a revolução e continuam a falar ao presente.

    As peças dos Constantinos são edições muito limitadas, com uma tiragem inferior a 100 exemplares.

    Se não tivermos um exemplar disponível no nosso escritório o prazo de execução da peça é superior a 30 dias.

    O pagamento só será efectuado depois da peça estar disponível para ser enviada.

  • Mefistófeles de Boito

    Mefistófeles

    Boito

    5,00 

    Mefistófeles de Boito.
    Manuel B. Calarrão. Lisboa, 1947, 36 págs. B.

    Mefistofele é uma ópera constituída de um prólogo, quatro atos e um epílogo, sendo uma única ópera completa do compositor e libretista italiano Arrigo Boito.

    A estreia de Mefistofele aconteceu em 5 de março de 1868 no Teatro alla Scala de Milão, sob a batuta do próprio Boito. Depois de um fiasco na estreia, o autor imediatamente revisou a ópera, reduzindo sua duração e modificando a escala de algumas cenas. Reescreveu o quinto ato como um epílogo, adicionando o dueto “Lontano, lontano”. O papel de Fausto, que era de um barítono, passou a ser atribuído a um tenor.

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  • Baile de Máscaras de Verdi

    Baile de Máscaras

    Verdi

    5,00 

    Baile de Máscaras de Verdi.
    Manuel B. Calarrão. Lisboa, 1947, 40 págs. B.
    Ópera | 12

    Un ballo in maschera (Um baile de máscaras) é uma ópera em três atos de Giuseppe Verdi, com texto de Antonio Somma. É uma das óperas mais conhecidas em todo o mundo. Sua primeira produção foi no Teatro Apollo, em Roma, em 17 de fevereiro de 1859.

    A ópera baseia-se no assassinato do rei Gustavo III da Suécia, mas não é historicamente exata. Durante a composição, Verdi foi convidado a fazer muitas mudanças na ópera, devido ao tema politicamente sensível.

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