História de Lisboa

«O grupo dos carpinteiros navais, mais de trezentos no século XIV, manteve-se como o mais importante durante toda a Idade Média. Eram eles que construíam e reparavam embarcações; logo a seguir, foram também eles os construtores dos primeiros navidos destinados às descobertas, ditas «caravelas de descobrir».

História de Lisboa de Dejanirah Couto

Os azulejos que cobrem as paredes de Lisboa contam a história de uma cidade feliz. Este livro convida-nos a descobrir uma Lisboa mais secreta, onde a memória e o imaginário se sobrepõem.
Já na antiguidade os Fenícios foram seduzidos pela sua “enseada amena”. Atraídos pela prosperidade, os cruzados ajudam D. Afonso Henriques a conquista-la, acabando com o domínio dos Mouros, senhores da cidade durante quatro séculos. Audaciosos e pragmáticos, os Lisboetas lançam-se então no comércio marítimo, fazendo da sua cidade a rainha dos mares. Na época das Descobertas, D. Manuel I, o Venturoso manda edificar monumentos magníficos nas margens do Tejo, enquanto as caravelas descarregam produtos exóticos para abastecer uma Europa que já não pode viver sem eles.
Mas esta cidade de ouro esconde uma zona de sombra. As fogueiras da Inquisição começam a acender-se, e em breve Filipe II de Espanha vem instalar-se na “oitava maravilha de Castela”. Recuperada a independência, Lisboa é destruída em 1755 por um gigantesco tremor de terra. O marquês de Pombal sonha fazer dela uma idade das Luzes, mas o sofrimento de Lisboa não acabara ainda. As tropas napoleónicas ocupam-na, enquanto a família real se refugia no Brasil. Novamente livres, os Lisboetas assistem ao regicídio, em 1908, e a uma efémera república que a ditadura de quase cinquenta anos vem substituir. Refugiada no passado, na mitologia do fado e dos touros, só na década de 1970 Lisboa reencontrará o seu lugar de capital europeia.

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informação do livro

História de Lisboa de Dejanirah Couto. Gótica. Lisboa, 2008, 389 págs. Brochado.

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Os azulejos que cobrem as paredes de Lisboa contam a história de uma cidade feliz. Este livro convida-nos a descobrir uma Lisboa mais secreta, onde a memória e o imaginário se sobrepõem.
Já na antiguidade os Fenícios foram seduzidos pela sua “enseada amena”. Atraídos pela prosperidade, os cruzados ajudam D. Afonso Henriques a conquista-la, acabando com o domínio dos Mouros, senhores da cidade durante quatro séculos. Audaciosos e pragmáticos, os Lisboetas lançam-se então no comércio marítimo, fazendo da sua cidade a rainha dos mares. Na época das Descobertas, D. Manuel I, o Venturoso manda edificar monumentos magníficos nas margens do Tejo, enquanto as caravelas descarregam produtos exóticos para abastecer uma Europa que já não pode viver sem eles.
Mas esta cidade de ouro esconde uma zona de sombra. As fogueiras da Inquisição começam a acender-se, e em breve Filipe II de Espanha vem instalar-se na “oitava maravilha de Castela”. Recuperada a independência, Lisboa é destruída em 1755 por um gigantesco tremor de terra. O marquês de Pombal sonha fazer dela uma idade das Luzes, mas o sofrimento de Lisboa não acabara ainda. As tropas napoleónicas ocupam-na, enquanto a família real se refugia no Brasil. Novamente livres, os Lisboetas assistem ao regicídio, em 1908, e a uma efémera república que a ditadura de quase cinquenta anos vem substituir. Refugiada no passado, na mitologia do fado e dos touros, só na década de 1970 Lisboa reencontrará o seu lugar de capital europeia.

Peso 585 g

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