Eça de Queiroz e a Geração de 70

Seja qual for a perspectiva que se queira tomar para focalizar e definir o conceito de «Geração de 70-perspectiva meramente histórica, sociológica, ideológica, psicológica, etc.-, parece evidente que a primeira diligência metodológica a fazer, prévia em relação a tudo o mais e obviamente fundamental quanto ao labor seguinte, será a da busca do ámbito cronológico formativo dessa geração, dessa irrupção histórica que veio modificar o pano rama cultural português para ali deixar indelével marca. Determinar esse âmbito cronológico permite depois que se obtenha um grupo etário para os membros dessa geração tão relevante na nossa vida cultural passada. Para tanto há, pois, que determinar primeiro as balizas temporais, a crono tessitura orgânica e até ideológica dessa geração, feixe de biografias entro sadas num bloco fluido e de indecisos contornos. Antes de mais, portanto, há que inventariar os membros da chamada «Geração de 70», identificá-los com cuidado, reunir os elementos biográficos necessários, determinar depois, perante as datas de nascimento dos seus individuos, o grupo etário geral, somatório que nos fornece a média abstracta dessa geração num dado mo mento culminante, o das Conferências do Casino, em Maio-Junho de 1871. ou seja, no próprio acto histórico constitutivo da pulsão generativa poste riormente designada pela expressão tradicional.

Eça de Queiroz e a Geração de 70 de João Medina

Seja qual for a perspectiva que se queira tomar para focalizar e definir o conceito de «Geração de 70-perspectiva meramente histórica, sociológica, ideológica, psicológica, etc.-, parece evidente que a primeira diligência metodológica a fazer, prévia em relação a tudo o mais e obviamente fundamental quanto ao labor seguinte, será a da busca do ámbito cronológico formativo dessa geração, dessa irrupção histórica que veio modificar o pano rama cultural português para ali deixar indelével marca. Determinar esse âmbito cronológico permite depois que se obtenha um grupo etário para os membros dessa geração tão relevante na nossa vida cultural passada. Para tanto há, pois, que determinar primeiro as balizas temporais, a crono tessitura orgânica e até ideológica dessa geração, feixe de biografias entro sadas num bloco fluido e de indecisos contornos. Antes de mais, portanto, há que inventariar os membros da chamada «Geração de 70», identificá-los com cuidado, reunir os elementos biográficos necessários, determinar depois, perante as datas de nascimento dos seus individuos, o grupo etário geral, somatório que nos fornece a média abstracta dessa geração num dado mo mento culminante, o das Conferências do Casino, em Maio-Junho de 1871. ou seja, no próprio acto histórico constitutivo da pulsão generativa poste riormente designada pela expressão tradicional.

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informação do livro

Título: Eça de Queiroz e a Geração de 70
Autor: João Medina
Edição: Moraes
Colecção | Nº: Margens do Texto | 12
Ano: 1980
Páginas: 219
Encadernação: Mole
Capa: Vitorino Martins

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Seja qual for a perspectiva que se queira tomar para focalizar e definir o conceito de «Geração de 70-perspectiva meramente histórica, sociológica, ideológica, psicológica, etc.-, parece evidente que a primeira diligência metodológica a fazer, prévia em relação a tudo o mais e obviamente fundamental quanto ao labor seguinte, será a da busca do ámbito cronológico formativo dessa geração, dessa irrupção histórica que veio modificar o pano rama cultural português para ali deixar indelével marca. Determinar esse âmbito cronológico permite depois que se obtenha um grupo etário para os membros dessa geração tão relevante na nossa vida cultural passada. Para tanto há, pois, que determinar primeiro as balizas temporais, a crono tessitura orgânica e até ideológica dessa geração, feixe de biografias entro sadas num bloco fluido e de indecisos contornos. Antes de mais, portanto, há que inventariar os membros da chamada «Geração de 70», identificá-los com cuidado, reunir os elementos biográficos necessários, determinar depois, perante as datas de nascimento dos seus individuos, o grupo etário geral, somatório que nos fornece a média abstracta dessa geração num dado mo mento culminante, o das Conferências do Casino, em Maio-Junho de 1871. ou seja, no próprio acto histórico constitutivo da pulsão generativa poste riormente designada pela expressão tradicional.

Peso 350 g

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Eça de Queiroz e a Geração de 70

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Eça de Queiroz e a Geração de 70 de João Medina

Seja qual for a perspectiva que se queira tomar para focalizar e definir o conceito de «Geração de 70-perspectiva meramente histórica, sociológica, ideológica, psicológica, etc.-, parece evidente que a primeira diligência metodológica a fazer, prévia em relação a tudo o mais e obviamente fundamental quanto ao labor seguinte, será a da busca do ámbito cronológico formativo dessa geração, dessa irrupção histórica que veio modificar o pano rama cultural português para ali deixar indelével marca. Determinar esse âmbito cronológico permite depois que se obtenha um grupo etário para os membros dessa geração tão relevante na nossa vida cultural passada. Para tanto há, pois, que determinar primeiro as balizas temporais, a crono tessitura orgânica e até ideológica dessa geração, feixe de biografias entro sadas num bloco fluido e de indecisos contornos. Antes de mais, portanto, há que inventariar os membros da chamada «Geração de 70», identificá-los com cuidado, reunir os elementos biográficos necessários, determinar depois, perante as datas de nascimento dos seus individuos, o grupo etário geral, somatório que nos fornece a média abstracta dessa geração num dado mo mento culminante, o das Conferências do Casino, em Maio-Junho de 1871. ou seja, no próprio acto histórico constitutivo da pulsão generativa poste riormente designada pela expressão tradicional.

Preço: 7,00 

informação do livro

Título: Eça de Queiroz e a Geração de 70
Autor: João Medina
Edição: Moraes
Colecção | Nº: Margens do Texto | 12
Ano: 1980
Páginas: 219
Encadernação: Mole
Capa: Vitorino Martins

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Seja qual for a perspectiva que se queira tomar para focalizar e definir o conceito de «Geração de 70-perspectiva meramente histórica, sociológica, ideológica, psicológica, etc.-, parece evidente que a primeira diligência metodológica a fazer, prévia em relação a tudo o mais e obviamente fundamental quanto ao labor seguinte, será a da busca do ámbito cronológico formativo dessa geração, dessa irrupção histórica que veio modificar o pano rama cultural português para ali deixar indelével marca. Determinar esse âmbito cronológico permite depois que se obtenha um grupo etário para os membros dessa geração tão relevante na nossa vida cultural passada. Para tanto há, pois, que determinar primeiro as balizas temporais, a crono tessitura orgânica e até ideológica dessa geração, feixe de biografias entro sadas num bloco fluido e de indecisos contornos. Antes de mais, portanto, há que inventariar os membros da chamada «Geração de 70», identificá-los com cuidado, reunir os elementos biográficos necessários, determinar depois, perante as datas de nascimento dos seus individuos, o grupo etário geral, somatório que nos fornece a média abstracta dessa geração num dado mo mento culminante, o das Conferências do Casino, em Maio-Junho de 1871. ou seja, no próprio acto histórico constitutivo da pulsão generativa poste riormente designada pela expressão tradicional.

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