• A Curva da Estrada de Ferreira de Castro

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Emigrantes de Ferreira de Castro

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    6,00 

    Emigrantes de Ferreira de Castro
    Livraria Editora Guimarães. Lisboa, 1940, 325 págs. E.

    Uma obra prima do realismo social, Ferreira de Castro narra a desventura de um emigrante português, analfabeto de Oliveira de Azeméis, que se endivida para partir para o Brasil. As promessas brasileiras nunca se concretizam, é explorado e chega a envolver-se vagamente em movimentos políticos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Encadernação amadora.

  • A Curva da Estrada de Ferreira de Castro

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1951, 320 págs. B.

    «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.
    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Instinto Supremo de Ferreira de Castro

    Instinto Supremo, O

    Ferreira de Castro

    6,00 

    O Instinto Supremo de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 322 págs. B.

    Último livro publicado por Ferreira de Castro, O Instinto Supremo constitui um regresso do autor à Amazónia, cenário do seu livro-monumento A Selva. Ganha, com o tempo, estatuto de clássico e, a forma como a crueza do processo de pacificação dos índios convive nas suas páginas com o virtuosismo das descrições da floresta, torna-o um livro necessário e único.

    📖 Exemplar por abrir

  • Terra Fria de Ferreira de Castro

    Terra Fria

    Ferreira de Castro

    6,00 

    Terra Fria de Ferreira de Castro
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa, s.d.,

    Publicado originalmente em 1934, Terra Fria suscita, desde logo, o entusiasmo da crítica («não se pode duvidar, cremos bem sinceramente, de que muitos portugueses o hão-de ler amanhã, e depois, e depois…»), vindo a ocupar um dos lugares cimeiros do universo ficcional de Ferreira de Castro e na literatura portuguesa do século xx.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Emigrantes de Ferreira de Castro

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    5,00 

    Emigrantes de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 304 págs. B.

    Uma obra prima do realismo social, Ferreira de Castro narra a desventura de um emigrante português, analfabeto de Oliveira de Azeméis, que se endivida para partir para o Brasil. As promessas brasileiras nunca se concretizam, é explorado e chega a envolver-se vagamente em movimentos políticos.

    📖 Exemplar por abrir

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    30,00 

    Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 338 págs. Dura.

    Don Álvaro Soriano, advogado, viúvo e respeitado deputado socialista, deixa-se contaminar, a pouco e pouco, pelo conforto e pelos prazeres da vida que o dinheiro e o prestígio trazem. À volta dele, os conservadores, a gente rica, procuram seduzi-lo, convencendo-o a abraçar a sua causa.

     

    Essa mesma divisão parece instalada no seio familiar: Enrique, um dos filhos de Soriano, educado segundo os ideais socialistas, exige-lhe que permaneça fiel ao seu passado de revolucionário, enquanto Paco, o filho mais novo, admirador de Primo de Rivera, ideólogo do fascismo espanhol, pressiona-o a mudar para o Partido Nacionalista.

     

    Dilacerado pela dúvida, pelo desencanto com a velhice e pela escolha entre duas visões contrastantes da sua própria vida, Soriano terá de tomar uma decisão… Romance cuja acção se desenrola em Espanha, numa sociedade profundamente dividida e traumatizada pela Guerra Civil, A Curva da Estrada permanece uma das obras mais intemporais de Ferreira de Castro. Ancorado na moral e na psicologia humana, foi originalmente publicado em 1950, no auge da carreira de Ferreira de Castro, escritor consagrado quer em Portugal quer no estrangeiro, onde vê as edições das suas obras multiplicarem-

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Emigrantes

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    10,00 

    «A sua obra fecha um ciclo que a Peregrinação do Fernão Mendes Pinto abrira. E inicia outro que os nossos filhos verão cumprir-se. Ao otimismo expansivo do Mendes Pinto, os Emigrantes opuseram a reflexão pungente que a abordagem do real hoje suscita. À ascensão, a depressão. Aos damascos opulentos, a lã ancestral dos tosquiadores de Viriato.»
    Mário Sacramento

  • Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de CastroMaravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro

    Maravilhas Artísticas do Mundo

    Ferreira de Castro

    100,00 

    “A Empresa Nacional de Publicidade (…) tem a imensa satisfação de anunciar hoje um verdadeiro acontecimento literário duma nova e grandiosa obra do eminente escritor Ferreira de Castro. Falamos dum grande acontecimento literário, que o é sem nenhuma espécie de exagero, pela categoria mundial do seu autor, pela vastidão e enorme interesse do seu tema…

  • Instinto Supremo de Ferreira de Castro

    Instinto Supremo

    Ferreira de Castro

    3,50 

    «Eram novos, magros e descascados, um ao lado do outro, os dois mastros. Unia-os, ao meio, uma tira de pano branco, com grandes letras negras, onde se lia: Morrer se necessário for; matar, nunca!»

    Curt Nimuendajú, etnólogo alemão naturalizado brasileiro, prepara-se para liderar uma missão cujo objetivo é pacificar os índios parintintins no interior da selva amazónica. A missão, orientada pela visão de Cândido Rondon, marechal e explorador sertanejo, republicano e abolicionista, segue o lema deste: Morrer se necessário for; matar, nunca!.

    Os homens, enviados pelo Serviço de Proteção aos Índios, são obrigados a fazer uma jura antes de partirem: aconteça o que acontecer, nunca tirarão a vida de um índio. Ao longo do caminho, terão de enfrentar todo o tipo de desafios: a selva é impiedosa, os índios hostis e, talvez o mais difícil, deverão contrariar o seu próprio instinto de sobrevivência perante uma ameaça que não podem combater.

    Último livro publicado por Ferreira de Castro, O Instinto Supremo constitui um regresso do autor à Amazónia, cenário do seu livro-monumento A Selva. Ganha, com o tempo, estatuto de clássico e, a forma como a crueza do processo de pacificação dos índios convive nas suas páginas com o virtuosismo das descrições da floresta, torna-o um livro necessário e único.

  • Maravilhas Artísticas do Mundo (3 Vols).

    Maravilhas Artísticas do Mundo (3 Vols).

    Ferreira de Castro

    10,00 

    Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 3 vols. E.

    Este livro será, pois, com as maravilhas que o génio dos artistas tem deixado no Mundo, a história, muito pálida embora, do esforço do homem através dos tempos, através de todos os obstáculos, de todos os sacrifícios e de todas as dores, para transcender a sua própria condição, para ultrapassar os limites que a própria natureza the deu. – Ferreira de Castro

    📘Plastificado de origem

  • A Missão de Ferreira de Castro

    Missão, A

    Ferreira de Castro

    3,50 

    França, Segunda Guerra Mundial: o frade Georges Mounier informa o superior da congregação religiosa a que pertence que, ditado por um imperativo de consciência, tomara a iniciativa de suspender a ordem de pintar a palavra Missão no telhado do convento, que permitiria assinalar o edifício pelo ar aos bombardeiros alemães. Porém, tal iniciativa equivaleria igualmente…

  • Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro

    Maravilhas Artísticas do Mundo

    Ferreira de Castro

    25,00 

    As Maravilhas Artísticas do Mundo de Ferreira de Castro.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1958, 475 págs. E. Il.

    “A Empresa Nacional de Publicidade (…) tem a imensa satisfação de anunciar hoje um verdadeiro acontecimento literário duma nova e grandiosa obra do eminente escritor Ferreira de Castro. Falamos dum grande acontecimento literário, que o é sem nenhuma espécie de exagero, pela categoria mundial do seu autor, pela vastidão e enorme interesse do seu tema e pelo excepcional esplendor gráfico, jamais atingido entre nós, com que, para corresponder ao assunto, a obra será apresentada(…)”.

     

    Obra monumental, com encadernações  de pele, finamente gravada a seco e a ouro com aplicações de estampas coloridas nas pastas e nas lombadas, profusamente ilustrada com gravuras a negro e cores intercaladas no texto e em extra-texto, reproduzindo as mais belas obras de arte de todas as épocas e povos.

    🟡Lombado estragada.