Auto da Alma de Gil Vicente
Reis Brasil
10,00 €Auto da Alma de Gil Vicente de Reis Brasil
Liceu Nacional de Santarém. Santarém, 1956 [?], 70 págs. B.
Estudo, Comentário e Notas de Reis Brasil
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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Auto da Alma de Gil Vicente de Reis Brasil
Liceu Nacional de Santarém. Santarém, 1956 [?], 70 págs. B.
Estudo, Comentário e Notas de Reis Brasil
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Problema do Crédito em Angola de Cunhal Leal.
Ed. Autor. Lisboa, 1930, 86 págs. B.
As nossas possessões africanas, mas inda mais do que as outras Angola e Moçambique, foram postas, praticamente, em aperto asfixiante, coação intima, insolvência compelida, moratória longa, desagregação moral e jurídica, e liquidação forçada, angustiosa, desesperada, inadmissível, pela política financeira, bancária, monetária e cambial.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Camões e Gil Vicente de Bernardo Gonçalves Neto.
Ed. Autor. 1949, 98 págs. B.
Este livro foi escrito, para o aluno do 5.º ano estudar por ele, e resultou de um punhado de lições dadas por nós, no ano lectivo de 1947-1948, como ensaio de uma ideia mais interessante.
Nele se diz qual é o nosso pecado na custosa arte de ensi nar homens menos crescidos, mas homens em todo o caso: nem já gramática que enfastie, nem a pequena doença da Filologia. Antes, (pelo menos, antes de o mais) uma boa leitura, correcta, muito expressiva e adivinhadora de caracteres humanos, a sábia interpretação do texto, a aproximação dos pensadores de uma época (a literatura comparada deleita os alunos, prende-os ao lugar e confirma as razões do professor) e a salutar aplicação a corações desejosos de coisas belas e duradoiras.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.


Estes Vários Aquários de Afonso de Moura Guedes.
Brasília. Lisboa, 1990, 44 págs. B.
Dormi contigo, amor, em pensamento,
Numa cama de sol, de sal e vento
E gerámos um filho, uma semente,
Uma sonata, um rio transparente,
Um livro, um verso, uma oração, um rosto,
Um sorriso, uma flor, o mês de Agosto.
📕 1ª Edição.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Folhas Soltas de utor: Ramalho Monteiro.
Ed. Autor. S.L., 1959, 82 págs. B.
Tal como as folhas vão caindo
Das árvores no Outono findo
E no chão vão apodrecendo,
Assim são estes pobres versos
Que da minha alma em tons dispersos
Aos pouvos se vão desprenendo.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.


De Amor Louco… Todos Sofremos um Pouco de Hélder Travado.
Ed. Autor. Lisboa, 1999, 197 págs. E.
E porquê, também, o Amor como tema fulcral deste livrinho despretencioso? Porque acredito muito sinceramente, como o escrevo num poema desta Colectânea, que esse profundo sentir, “essa febre alta” do desejo, em que tantas vezes se envolve a Amizade, esse sim, o mais puro e inestimável sentimento da condição humana, é de facto a força motora que move a humanidade. Amor, esclareça-se, sublimado de muitas maneiras, por bem ou por mal, para o melhor ou para o pior, muitas vezes imperceptíveis, outras profundamente contraditórias. Se em tal não acreditasse, estes versos que aqui vos deixo, não teriam razão para ver a luz do dia. E essas páginas do meu passado ficariam, para sempre, em branco…
🖊️ Dedicatória de oferta


“Com raizes profundadas, teluricamente, num cerro alcandorado do Alentejo alto, este Fragmentos de Silêncios, quais voos planados de altaneiro gavião, ao sabor de um soão escaldante de inspiração, como que se transformam, por força de algum milagre, em voos descansados de gaivota, ao sabor da travessia da que, na planície penicheira, ensaia bailados de algas…


Manhã de verão. O trem de sete horas ainda não desceu. Certamente descarrilou em Paripe, ou senão faltou energia. Ou senão alguém botou um despacho na curva de Paripe. Ninguém sabe o que aconteceu ao trem das sete. Também aqui na sede da CIT (Companhia dos Inimigos do Trabalho) ninguém está interessado em saber. Aliás, ninguém pintou por aqui. Nem Dau, que madruga todos os dias. Nem Dau. Dez horas e Toinho nem se fala. Só chegam aqui quando o sol já está bastante quente. Caminham devagar, olhando o mundo e pensando no futuro que eles aguardam.