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Wei Hui

Wei Hui é  filha de um oficial do exército chinês e passou três anos da sua infância instalada num templo ocupado pelas forças militares, que expulsaram os monges durante o caos da revolução cultura. Estou literatura na Universidade Fudan, em Xangai. Depois da publicação deste romance, Wei Hui passo de “estrela em ascensão da nova geração” a “escrava debochada e decadente da cultura ocidental”. Shangai Baby foi banido pelas autoridades em Abril de 2000, queimando-se publicamente 40 mil exemplares da edição, facto que só contribuiu para atiçar a chama que fez dela uma autora de culto. Wei Hui diz-nos que este romance é uma história semi-autobiográfica sobre o seu amadurecimento espiritual e sexual. «Cresci no seio de uma família muito severa. O meu primeiro ano de faculdade passou-se num campo de treino militar. depois disso, a revolta e a subversão eram inevitáveis. E foi sobre isso que escrevi”. Este quinto livro inaugurou o estilo urbano e cosmopolita da China, sublinhando a elegância e a inteligência da sua escrita.