Viagem ao Fim da Noite

Louis-Ferdinand-Céline

7,50 

Título: Viagem ao Fim da Noite
Autor: Louis-Ferdinand-Céline
Edição: Ulisseia
Ano: 2010
Páginas: 458
Encadernação: Mole
Tradução: Aníbal Fernandes
Título Original: Voyage au Bout de la Nuit
Depósito Legal: 305485/10
ISBN: 978-972-568-630-0

SOBRE
Viagem ao Fim da Noite é uma das obras-primas da literatura universal do século XX. Torrencial e desesperado, este romance foi saudado, na época, como um grande fresco das misérias da condição humana e como um exemplo de uma nova consciência da esquerda. Formosa ironia, com efeito. Poucos anos volvidos, a intelligentsia progressista arrepender-se-ia do seu prematuro entusiasmo, face à surpresa de sentido inverso que representaram Morte a Crédito e, muito principalmente, Bagatelles pour un Massacre. Falou-se então de fascismo e de infâmia a propósito do comportamento de Céline durante a ocupação alemã. A ambiguidade, porém, nem por isso se tinha desvanecido. Este homem, acusado de ter sido o mais feroz anti-semita das letras francesas, foi também dos primeiros a denunciar os ridículos do militarismo e os crimes da exploração colonial.


SOBRE O AUTOR

Louis-Ferdinand CélineLouis-Ferdinand Céline. Nasce a 27 de Maio de 1894, em Courbevoie, e morre em Meudon, o seu exilio do interior, a 1 de Julho de 1961. Médico de profissão, viria pouco a pouco a ser reconhecido como um dos mais importantes escritores franceses do século XX, a despeito das suas posições politicas e da sua fama sulfurosa, que lhe valeram não poucas antipatias e mesmo, durante algumas décadas, uma verdadeira campanha silenciadora. A sua obra, bastante vasta, inclui, para além deste Viagem ao Fim da Noite, que lhe valeu a celebridade logo em 1932, os romances Louis-Ferdinand CélineMorte a Crédito (1936), Guignol’s Band (1944), Casse-Pipe (1949), Féerie pour une autre fois (1952) e Normance (1954), as ficções-crónica Rigodon (1961), Castelos Perigosos (1957) e Norte (1960), estes dois últimos publicados na Ulisseia, e que relatam a sua experiência alucinante da Alemanha de 1944-1945, e os panfletos Mea Culpa (1936), Bagatelles pour un massacre (1937), L’École des cadavres (1938) e Les Beaux Draps (1941).


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