Uma Casa de Boneca

Ibsen

5,00 

Título: Uma Casa de Boneca
Autor: Ibsen
Edição: Ediclube
Ano: s.d.
Encadernação: Dura
Obs.: Exemplar plastificado. Outro título neste volume: O Pato Selvagem.

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SOBRE
Uma Casa de Bonecas, escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, é uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno. A acção acompanha a relação do casal Helmer, principalmente a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade. Peça feminista, psicológica, revolucionária, são muitos os adjectivos que podem classificar Uma Casa de Bonecas, mas talvez a forma mais simples de a descrever seja aquela que o próprio autor usou, dizendo que a escreveu: «não como uma peça de propaganda mas sim de verdades universais sobre a identidade humana».


SOBRE O AUTOR

Henrik IbsenConsiderado um dos precursores do teatro moderno, Henrik Ibsen nasceu a 20 de março de 1828, em Skien, na Noruega.  Em 1850 publica a peça Catilina e escreve O Túmulo do Guerreiro. Trabalha para jornais e torna-se encenador do “Teatro Nacional Norueguês”. Na viagem que faz à Alemanha e à Dinamarca descobre a obra de Shakespeare, a filosofia de Kierkegaard e o livro de Hermann Hettner Das Moderne Drame. Estas influências vão fazer-se sentir no seu trabalho: A Noite de S. João (1853), A Senhora Inger de Oestraat, (representada em 1855), e A Festa em Solhaug (inspirada pelas sagas islandesas e o seu primeiro grande sucesso). A Comédia do Amor (1862) reflete o seu pessimismo, satirizando o casamento. No ano seguinte, Os Pretendentes à Coroa retomam os temas históricos noruegueses.
As tomadas de posição críticas e polémicas de Ibsen fazem dele uma personagem incómoda em certos meios. O posto de conselheiro cultural do “Teatro Norueguês” em Cristiânia (atual Oslo), oferece-lhe a oportunidade de viajar e fixa-se em Itália e depois na Alemanha. As suas primeiras obras-primas, Brandt (1866) e Peer Gynt (1868) evidenciam a atração pela dialética dos extremos opostos, resumida na expressão “ou tudo ou nada”. O autor valoriza a manifestação da vontade e da personalidade humanas, atacando a cobardia e o espírito conformista. Imperador e Galileu (1877) é a última obra desta fase romântica.


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