Tempo e o Sexo

«O século XIX pautou-se pelo uso de lingerie super-abundante que procurava manter o corpo inacessível, aos olhares e ao contacto físico. Neste século assistiu-se à introdução das cullotes nas pernas das mulheres. Todavia o espartilho, apesar das marcas dolorosas que deixava no corpo, faria furor nos finais do século ao criar «cinturas de vespa», que chegavam a atingir 56 centímetros, «ancas de pato» e seios levantados.»

Em O Tempo e o Sexo ressalta, com nitidez, quanto a sexualidade humana se insinuou, subtilmente, nas sociedades de todos os tempos. Da Bíblia ao final do 3.º milénio estas temáticas sempre suscitaram um inusitado interesse social. Umas vezes o sexo aparece dissimulado, outras rebuscado e noutras nos discursos abertos mas sempre privado, secreto e, por isso, misterioso. Umas vezes foi proibido e noutras quase obrigatório. Mas sempre foi uma fonte inesgotável de emoções e, por isso mesmo, pouco acessível à análise filosófica ou científica. Por isso, o autor procurou situar-se nas épocas e nos contextos para tentar compreender essa complexa teia de interligações entre a sexualidade e a sociedade, através das relações sexuais e amorosas, do casamento, da família, da homossexualidade, do incesto ou da prostituição. A Sexologia Clínica tem sido, nas duas últimas décadas, o foco principal dos interesses profissionais e científicos do autor, psicólogo clínico de formação e, actualmente, Presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Inevitavelmente, em O Tempo e o Sexo, aflora essa circunstância mas, na essência, a análise crítica, a ironia subtil, instituem-se como ingredientes para tornar agradável e fácil a leitura de uma temática, a todos os títulos fascinante. Depois de, em 1993, ter publicado, em co-autoria com Luís Gamito, «O sexo é de todas as idades», uma obra de divulgação de temáticas sexuais, que suscitou o agrado da crítica e dos leitores, José Pacheco apresenta agora uma obra de maior fôlego e de maior rigor, perspectivada no sentido de compreender, num palco sócio-histórico, a sexualidade no mundo ocidental. O autor tem já em preparação um novo livro O Sexo por Cá.

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informação do livro

Tempo e o Sexo de José Pacheco. Livros Horizonte. Lisboa, 1998, 340 págs. Brochado.

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Em O Tempo e o Sexo ressalta, com nitidez, quanto a sexualidade humana se insinuou, subtilmente, nas sociedades de todos os tempos. Da Bíblia ao final do 3.º milénio estas temáticas sempre suscitaram um inusitado interesse social. Umas vezes o sexo aparece dissimulado, outras rebuscado e noutras nos discursos abertos mas sempre privado, secreto e, por isso, misterioso. Umas vezes foi proibido e noutras quase obrigatório. Mas sempre foi uma fonte inesgotável de emoções e, por isso mesmo, pouco acessível à análise filosófica ou científica. Por isso, o autor procurou situar-se nas épocas e nos contextos para tentar compreender essa complexa teia de interligações entre a sexualidade e a sociedade, através das relações sexuais e amorosas, do casamento, da família, da homossexualidade, do incesto ou da prostituição. A Sexologia Clínica tem sido, nas duas últimas décadas, o foco principal dos interesses profissionais e científicos do autor, psicólogo clínico de formação e, actualmente, Presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Inevitavelmente, em O Tempo e o Sexo, aflora essa circunstância mas, na essência, a análise crítica, a ironia subtil, instituem-se como ingredientes para tornar agradável e fácil a leitura de uma temática, a todos os títulos fascinante. Depois de, em 1993, ter publicado, em co-autoria com Luís Gamito, «O sexo é de todas as idades», uma obra de divulgação de temáticas sexuais, que suscitou o agrado da crítica e dos leitores, José Pacheco apresenta agora uma obra de maior fôlego e de maior rigor, perspectivada no sentido de compreender, num palco sócio-histórico, a sexualidade no mundo ocidental. O autor tem já em preparação um novo livro O Sexo por Cá.

Peso 605 g

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