Teatro I

«O exaustivo lugar-comum, o registo fiel da mais comezinha e sensata linguagem burguesa são indiscutivelmente o ponto de partida desse teatro da absurdeza, desse éden do «non-sens» que é o mundo pueril, irracional e perturbante de Ionesco.» in Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues.

Teatro I de Eugène Ionesco

Que o teatro de Ionesco é verdadeiro teatro, já pela qualidade directa e humorística dessa palavra-espectáculo, já pelas inflexões emocionais que ela pode assumir, desligada embora de qual- quer convencionalismo de intriga-não de acção, prova-o mais amplamente a terceira e porventura a mais consistente, ainda que a mais angustiosa e voluntàriamente monótona (aqui uma relação com Samuel Beckett), das presentes antipeças de Ionesco.
Incluís as peças: A Cantora Careca; A Lição; As Cadeiras.

INDISPONÍVEL

informação do livro

Título: Teatro I
Autor: Eugène Ionesco
Edição: Minotauro
Colecção: Minotauro Teatro | 2
Ano: s.d.
Páginas: 167
Encadernação: Dura
Tradução: Luís Lima

Alfarrabista

 

Encadernação com lombada e cantos em pele.
Assinatura de posse.
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Que o teatro de Ionesco é verdadeiro teatro, já pela qualidade directa e humorística dessa palavra-espectáculo, já pelas inflexões emocionais que ela pode assumir, desligada embora de qual- quer convencionalismo de intriga-não de acção, prova-o mais amplamente a terceira e porventura a mais consistente, ainda que a mais angustiosa e voluntàriamente monótona (aqui uma relação com Samuel Beckett), das presentes antipeças de Ionesco.
Incluís as peças: A Cantora Careca; A Lição; As Cadeiras.

Peso 250 g

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