Picar de Novo o Porco Que Dorme

António de Almeida Santos

7,50 

Título: Picar de Novo o Porco Que Dorme
Autor: António de Almeida Santos
Edição: Editorial Notícias
Ano: 2003
Páginas: 303
Encadernação: Mole
Depósito Legal: 195434/03
ISBN: 972-46-1447-6

SOBRE
Esgotada a panóplia dos títulos possíveis, o Autor recorreu aos ofícios do «divino Eça», que, em carta dirigida a Ramalho, apontava a necessidade de «picar o porco que dorme». Agora, porém, o «porco» não é tanto a Pátria estagnada e sem reacção aos males de que padecia, mas o Mundo actual e suas mazelas, para as quais pretende convocar à atenção os distraídos, à vigília os sonolentos e à razão os inconscientes. Ou seja, sem ilusões («muito provavelmente, o animal continuará dormindo»), e contentando-se com ser sineiro («apenas mais um toque a rebate»), porque «desprovido de dons para ser salvador», Almeida Santos regressa a temas que considera recorrentes, como o parlamento no contexto das democracias modernas, a segurança e a criminalidade, os media e as novas tecnologias da informação, a globalização, o poder local, a angústia ecológica ou o racismo e a discriminação.


SOBRE O AUTOR

António de Almeida Santos

(1926-2016)

Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1950. Em 1953 fixou-se em Moçambique onde exerceu a advocacia até 1974, ano em que regressou a Portugal a convite do Presidente da República António de Spínola. Após o 25 de Abril, foi ministro da Coordenação Interterritorial dos I, II, II e IV Governos Provisórios com o estatuto de independente. No IV Governo Provisório ocupou também o lugar de ministro da Comunicação Social. No I Governo Constitucional tinha a seu cargo a pasta da Justiça, aderindo então ao Partido Socialista. Foi ministro adjunto do primeiro-ministro no II Governo Constitucional. Desempenhou um papel determinante na primeira Revisão Constitucional em 1982. Foi ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares na Governo PS|PSD. Nas Eleições Legislativas de 1985 encabeça a lista do PS como candidatos a primeiro-ministro. Volta a ter, de novo, um papel preponderante na Revisão Constitucional de 1988|1989. A partir de 1990, volta a destacar-se na direcção do PS, integrando o Secretariado Nacional. Em Outubro de 1995 é nomeado para o cargo de presidente da Assembleia da República.


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