Pelourinhos e Forcas do Distrito de Castelo Branco

Rua abaixo rua acima
A Praça é meu caminho;
Quem me quiser matar
Espere-me no pelourinho.
(Segura e Zebreira)

«O pelourinho começou por ser um poste de expiação, um instrumento de justiça. Aliado à forca sinistramente erguida num monte isolado, não longe da igreja, o pelourinho ajuda, dentro da povoação, a manter a segurança social, castigando pelo ridículo ou servindo-se de flagelação.»

INDISPONÍVEL

informação do livro

Pelourinhos e Forcas do Distrito de Castelo Branco de Jaime Lopes Dias. Tipografia Minerva. Vila Nova de Famalicão, 1935, 93 págs. Brochado. Ilustrado.

Alfarrabista

[Com dedicatória do autor. Pequenhos sublinhados a lápis vermelho e azul e apontamentos a lápis nas margens. Pequenos danos na lombada.]

«O pelourinho começou por ser um poste de expiação, um instrumento de justiça. Aliado à forca sinistramente erguida num monte isolado, não longe da igreja, o pelourinho ajuda, dentro da povoação, a manter a segurança social, castigando pelo ridículo ou servindo-se de flagelação.»

Peso 270 g

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