Paraíso Triste: O Quotidiano em Lisboa durante a II Grande Guerra

Paraíso Triste: O Quotidiano em Lisboa durante a II Grande Guerra de Maria João Martins

Em 1943, o filme Casablanca mostrava como Lisboa era vital para quem fugia à perseguição nazi e aos horrores da guerra. Lugar de passagem e esperança para milhares de refugiados, famosos ou não, a capital portuguesa viveu então um momento muito particular da sua História. Neste livro, fala-se das angústias quotidianas desses refugiados, do racionamento de alimentos e combustível, mas também da oferta cultural, da literatura atenta ao mundo, dos dias áureos da rádio, do cinema, das praias favoritas dos lisboetas e dos resultados do futebol. «Em Lisboa – escreveu Saint-Exupéry na sua Lettre à un Otage representava-se a felicidade para que Deus acreditasse nela». É dessa felicidade e dessa representação, que o Paraíso Triste pretende falar.

INDISPONÍVEL

informação do livro

Título: Paraíso Triste: O Quotidiano em Lisboa durante a II Grande Guerra
Autor: Maria João Martins
Edição: Vega
Ano: 1994
Páginas: 246
Encadernação: Mole
Capa: Luís Eme
Depósito Legal: 84464/94
ISBN: 972-699-474-8

Alfarrabista

 

Sem apontamentos

Em 1943, o filme Casablanca mostrava como Lisboa era vital para quem fugia à perseguição nazi e aos horrores da guerra. Lugar de passagem e esperança para milhares de refugiados, famosos ou não, a capital portuguesa viveu então um momento muito particular da sua História. Neste livro, fala-se das angústias quotidianas desses refugiados, do racionamento de alimentos e combustível, mas também da oferta cultural, da literatura atenta ao mundo, dos dias áureos da rádio, do cinema, das praias favoritas dos lisboetas e dos resultados do futebol. «Em Lisboa – escreveu Saint-Exupéry na sua Lettre à un Otage representava-se a felicidade para que Deus acreditasse nela». É dessa felicidade e dessa representação, que o Paraíso Triste pretende falar.

Peso 455 g

sugestões do alfarrabista

0
    0
    Carrinho
    Carrinho VazioRegressar à Loja