Anjos do Regueirão

Os Anjos do Regueirão de David Pereira

Vi o serão a anoitecer em pleno dia / e o Verão a acontecer na invernia / As sementes dilacerarem-se em lava e azedume / e os campos tristes dos teus olhos, no meu lume / Renderes-te a medos e a bravuras / chorares um hino de mil nadas, / a nossa tarde romper em alvoradas / Em plena morte o sim do poente rasgar-se em nós, / no estado nascente desta vida…às tuas mãos / O meu amor faz-me destas / Escreve-te beijos feitos canções de gostar / Grita-te nomes à toa com gestos de labutar / Põe-me depois nas tormentas / Dos encontros feitos dúvidas, / nos sargaços do que penso / Existes ou vais ser eu? / Vou ser teu no meu imenso? / O meu amor faz-me destas / Mostra-me o brilho que trazes na alma duma sardinha / Desgrenha-me o que desejo, / que foste, és, serás minha! / E afinal se me mereces / Porque estou eu a chorar / se ainda te quero? / E ao teu riso flamejante / de amanhãs sem desespero / O meu amor faz-me destas…

7,00 

informação do livro

Título: Os Anjos do Regueirão
Autor: David Pereira
Edição: DMTP
Ano: 1995
Páginas: 136
Encadernação: Mole
Depósito Legal: 92081/95
Obs. Outro título no mesmo volume – Adeus Até ao Meu Regresso. Com dedicatória do autor

Alfarrabista

 

Outro título no mesmo volume – Adeus Até ao Meu Regresso. Com dedicatória do autor

Vi o serão a anoitecer em pleno dia / e o Verão a acontecer na invernia / As sementes dilacerarem-se em lava e azedume / e os campos tristes dos teus olhos, no meu lume / Renderes-te a medos e a bravuras / chorares um hino de mil nadas, / a nossa tarde romper em alvoradas / Em plena morte o sim do poente rasgar-se em nós, / no estado nascente desta vida…às tuas mãos / O meu amor faz-me destas / Escreve-te beijos feitos canções de gostar / Grita-te nomes à toa com gestos de labutar / Põe-me depois nas tormentas / Dos encontros feitos dúvidas, / nos sargaços do que penso / Existes ou vais ser eu? / Vou ser teu no meu imenso? / O meu amor faz-me destas / Mostra-me o brilho que trazes na alma duma sardinha / Desgrenha-me o que desejo, / que foste, és, serás minha! / E afinal se me mereces / Porque estou eu a chorar / se ainda te quero? / E ao teu riso flamejante / de amanhãs sem desespero / O meu amor faz-me destas…

Peso 221 g

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