Obsessão Antiamericana

Jean-François Revel

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Título: Obsessão Antiamericana
Autor: Jean-François Revel
Edição: Bertrand
Colecção | Nº: Ensaios e Documentos
Ano: 2002
Páginas: 225
Encadernação: Mole
Tradução: Victor Antunes
Título Original: L’ Obsession Anti-Americaine
Depósito Legal: 189237/02
ISBN: 972-25-1284-6

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SOBRE
A América foi sempre olhada com um misto de inveja e de desprezo por todos os países do mundo, em particular pelos países europeus. E ainda mais desde que, já no século XX, se transformou na única superpotência do planeta, após o descalabro do império comunista. No contexto deste antiamericanismo geral, o que é que se alicerça no conhecimento da realidade, na análise dos factos, e o que é que se explica através da sobrevivência de ideologias fossilizadas, de ressentimentos irracionais, geradores de informações deturpadas e de fobias que decorrem dos fracassos desses mesmos países que criticam sem cessar os Estados Unidos, atribuindo-lhes frequentemente defeitos apenas imaginários? Jean-François Revel já tinha abordado esta questão em Nem Marx nem Jesus, livro publicado em 1970 e que conheceu um enorme sucesso internacional. Compreensivelmente, daí para cá a situação tem vindo a evoluir, em consequência da ascensão dos Estados Unidos a única «hiperpotência» mundial, nos domínios da economia e da estratégia e, em certa medida, também no domínio cultural.


SOBRE O AUTOR

Jean-François RevelParticipou na Resistência francesa, e em 1944 depois da libertação de França, foi nomeado para o Comissariado da República da região alpina durante alguns meses. Formado em Filosofia, trabalhou no Liceu Francês, no Instituto Francês no México e na Faculdade de Letras de Florença. Quando regressou a França no fim de 1956, fez parte do gabinete do subsecretário de Estado da Cultura, posteriormente aceitou o cargo de professor no Liceu Faidherbe em Lille e depois no Liceu Jean-Baptiste Say em Paris. Deixou a Universidade em 1963. A sua carreira literária começa em 1957 paralelamente à carreira de jornalista. Assumiu igualmente funções de conselheiro literário e de director de coleção nas editoras Julliard, Pauvert e Robert Laffont até 1978, data em que se tornou director do jornal l’Express, de onde se demitiu em 1981. Em 1982 aceita o convite para ser cronista do Le Point.


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