O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII

O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII de Laureano Carreira.

Em Portugal como em toda a Europa ocidental, o século XVIII é um século em crise, um século em movimento. Rejeição de valores e de sistemas antigos religiosos, filosóficos, económicos, sociais, literários, esté ticos, morais, etc.-, e tentativa de criação de outros. Verdade ou evidência além, mentira ou obscurantismo aqui…

A frente deste movimento de renovação da sociedade portuguesa, que teve a sua origem no final do século XVII e princípios do XVIII, homens de valor europeu, tais como José da Cunha Brochado, Alexandre de Gusmão, o padre Rafael de Bluteau, Manuel de Azevedo Fortes, José Rodrigues de Abreu, Martinho de Mendonça de Pina e Proença, e, pelo meado do século, Luís António Verney. Alguns destes homens, por razões diversas, nunca pude ram exercer os seus talentos na terra que os vira nascer, e deixaram o melhor das suas capacidades intelectuais pela estranja, quando não os ossos. Assim aconteceu com Sarmento, Sanches, Verney, aos quais se virá juntar
outra pléiade pelos fins do século das luzes.

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informação do livro

Título: O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII
Autor: Laureano Carreira
Edição: INCM
Colecção | Nº: Temas Portugueses
Ano: 1988
Páginas: 493
Encadernação: Mole
Capa: Armando Alves
Depósito Legal: 21610/88

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Em Portugal como em toda a Europa ocidental, o século XVIII é um século em crise, um século em movimento. Rejeição de valores e de sistemas antigos religiosos, filosóficos, económicos, sociais, literários, esté ticos, morais, etc.-, e tentativa de criação de outros. Verdade ou evidência além, mentira ou obscurantismo aqui…

A frente deste movimento de renovação da sociedade portuguesa, que teve a sua origem no final do século XVII e princípios do XVIII, homens de valor europeu, tais como José da Cunha Brochado, Alexandre de Gusmão, o padre Rafael de Bluteau, Manuel de Azevedo Fortes, José Rodrigues de Abreu, Martinho de Mendonça de Pina e Proença, e, pelo meado do século, Luís António Verney. Alguns destes homens, por razões diversas, nunca pude ram exercer os seus talentos na terra que os vira nascer, e deixaram o melhor das suas capacidades intelectuais pela estranja, quando não os ossos. Assim aconteceu com Sarmento, Sanches, Verney, aos quais se virá juntar
outra pléiade pelos fins do século das luzes.

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O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII

O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII de Laureano Carreira.

Em Portugal como em toda a Europa ocidental, o século XVIII é um século em crise, um século em movimento. Rejeição de valores e de sistemas antigos religiosos, filosóficos, económicos, sociais, literários, esté ticos, morais, etc.-, e tentativa de criação de outros. Verdade ou evidência além, mentira ou obscurantismo aqui... A frente deste movimento de renovação da sociedade portuguesa, que teve a sua origem no final do século XVII e princípios do XVIII, homens de valor europeu, tais como José da Cunha Brochado, Alexandre de Gusmão, o padre Rafael de Bluteau, Manuel de Azevedo Fortes, José Rodrigues de Abreu, Martinho de Mendonça de Pina e Proença, e, pelo meado do século, Luís António Verney. Alguns destes homens, por razões diversas, nunca pude ram exercer os seus talentos na terra que os vira nascer, e deixaram o melhor das suas capacidades intelectuais pela estranja, quando não os ossos. Assim aconteceu com Sarmento, Sanches, Verney, aos quais se virá juntar outra pléiade pelos fins do século das luzes.

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Título: O Teatro e a Censura em Portugal na Segunda Metade do Século XVIII
Autor: Laureano Carreira
Edição: INCM
Colecção | Nº: Temas Portugueses
Ano: 1988
Páginas: 493
Encadernação: Mole
Capa: Armando Alves
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Em Portugal como em toda a Europa ocidental, o século XVIII é um século em crise, um século em movimento. Rejeição de valores e de sistemas antigos religiosos, filosóficos, económicos, sociais, literários, esté ticos, morais, etc.-, e tentativa de criação de outros. Verdade ou evidência além, mentira ou obscurantismo aqui…

A frente deste movimento de renovação da sociedade portuguesa, que teve a sua origem no final do século XVII e princípios do XVIII, homens de valor europeu, tais como José da Cunha Brochado, Alexandre de Gusmão, o padre Rafael de Bluteau, Manuel de Azevedo Fortes, José Rodrigues de Abreu, Martinho de Mendonça de Pina e Proença, e, pelo meado do século, Luís António Verney. Alguns destes homens, por razões diversas, nunca pude ram exercer os seus talentos na terra que os vira nascer, e deixaram o melhor das suas capacidades intelectuais pela estranja, quando não os ossos. Assim aconteceu com Sarmento, Sanches, Verney, aos quais se virá juntar
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