O Surrealismo na Poesia Portuguesa

Natália Correia

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Título: O Surrealismo na Poesia Portuguesa
Autor: Natália Correia
Edição: Europa-América
Colecção | Nº: Estudos e Documentos | 81
Ano: 1973
Páginas: 418
Encadernação: Mole
Obs.: Com assinatura de posse. Com sublinhados a lápis.

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SOBRE
«Automatismo psíquico pelo qual nos propomos exprimir, quer verbalmente, quer por escrito, quer de qualquer outra maneira, o funcionamento do pensamento. Ditado do pensa mento com ausência de todo o controlo exercido pela razão, fora de toda a preocupação estética e moral. Esta a definição do surrealismo dada em 1924 por André Breton, que mais tarde, no Segundo Manifesto do Surrealismo, escreveu: «Tudo leva a crer que existe um certo ponto do espírito onde a vida e a morte, o real e o imaginário, o passado e o futuro, o comunicável e o incomunicável, o que está em cima e o que está em baixo, deixam de ser apercebidos como contradições. Ora em vão se buscaria na actividade surrealista outro móbil que não seja a esperança de determinar esse ponto.. Fundado em França, o movimento surrealista, preconizando a renovação de todos os valores, mesmo na moral, nas ciências e na filosofia, a metamorfose global do homem e do mundo, fez sentir a sua influência em todas as formas modernas da poesia, da literatura, da pintura, da escultura, do cinema. Onda genial e frenética, o surrealismo extravasou para a maior parte dos países do mundo. Mostrar e analisar a sua presença na poesia portuguesa constitui o objectivo desta obra, que Natália Correia organizou, prefaciou e anotou.


SOBRE O AUTOR

Natália CorreiaNatália de Oliveira Correia (1923-1993).  Poetisa, ficcionista, contista, dramaturga, ensaísta, editora, jornalista, cooperativista, foi uma das vozes mais proeminentes da literatura e da cultura portuguesas na segunda metade do século xx, tendo resistido energicamente ao Estado Novo e aos radicalismos do pós-25 de Abril. Ecuménica e eclética, filantropa e idealista, anteviu um novo tempo, que garantisse a paz, a dignidade humana, a justiça social e o direito à diferença como raízes indeléveis da democracia. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Grandes Aventuras de um Pequeno Herói (1945); Passaporte (1958); Mátria (1967); A Ilha de Circe (1983).

 


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