O Sal da Terra

Cardeal Ratzinger

6,00 

Título: O Sal da Terra
Autor: Cardeal Ratzinger
Edição: Multinova
Ano: 1997
Páginas: 218
Encadernação: Mole
Capa: Maria Regina
Tradução: Inês Maria Andrade
Título Original: Salz Der Erde
Depósito Legal: 115711/97
ISBN: 972-9035-42-3

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SOBRE
Nos últimos anos, milhares de pessoas voltaram as costas à Igreja. Mesmo cristãos empenhados afastaram-se da Igreja por causa da imobilidade do “aparelho”. A tentativa de adaptação à modernidade não consegue convencer muitas pessoas. Estará a Igreja a falhar na sua missão na presente crise de orientação? O divórcio, a ordenação das mulheres, a abolição do celibato, as exigências populares manifestadas nas “petições” católicas são praticadas há muito nas igrejas protestantes, sem que por isso estejam imunes contra ameaças à sua existência. Que fazer ? Num diálogo crítico com o publicista Peter Seewald, o Cardeal Joseph Ratzinger, sem receio de temas tabu, é confrontado pela ideia de que muitos pontos de vista, hoje ainda tidos como essenciais, não podem ser aproveitados – até o próprio conceito de Igreja de massas. As teses dele são surpreendentemente não convencionais para quem está, por assim dizer, na sucessão do “Grande Inquisidor”. Segundo este cardeal enérgico e controverso, as grandes igrejas de massas ameaçam ficar sufocadas com o peso do poder institucional.  O livro é um desafio para quem ocupa car gos na Igreja e para cristãos com uma vivência rotineira da fé, mas também para todos os que vivem somente de acordo com o espírito do tempo.


SOBRE O AUTOR

Joseph Ratzinger Joseph Ratzinger(1927).  Foi Professor de Teologia Católica em Freising, Bonn, Münster e Tübingen. A partir de 1962 foi um dos teólogos mais destacados do Concílio Vaticano II. Em 1977, foi nomeado sucessor do Cardeal Döpfner como Arcebispo de Munique e de Freising por Paulo VI. Em 1981, foi nomeado por João Paulo II Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, a instância central para a interpretação e a defesa da doutrina da Igreja. São da sua responsabilidade quer as disputas de Roma com a teologia da libertação no Terceiro Mundo, e também com críticos internos da Igreja como Hans Küng e Eugen Drewermann, quer ainda o Novo Catecismo da Igreja Católica.

 


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