O Retrato de Dorian Gray

Oscar Wilde

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Título: O Retrato de Dorian Gray
Autor: Oscar Wilde
Edição: Bertrand
Colecção | Nº: 11/17 | 075
Ano: 2009
Páginas: 286
Encadernação: Mole
Tradução: Januário Leite
Título Original: The Picture of Dorian Gray
Depósito Legal: 303243/09
ISBN: 978-972-25-2081-2

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SOBRE
Dorian Gray é um jovem invulgarmente belo por quem Basil Hallward, um pintor londrino, fica fascinado. Determinado a eternizar a beleza de Dorian numa tela, Basil convence-o a posar para ele. Numa dessas sessões, o jovem conhece Lorde Henry Wotton, um aristocrata cínico e hedonista, que o desperta para a beleza e o seduz para a sua visão do mundo, onde as únicas coisas que valem a pena perseguir são a beleza e o prazer. Horrorizado com o destino inevitável que o fará envelhecer e perder a sua beleza, Dorian comenta com os amigos que está disposto a tudo, até mesmo a vender a alma, para permanecer eternamente jovem e manter a sua beleza.


SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

(1854-1900)

Escritor, Poeta e Dramaturgo irlandês. Impregnou as suas obras de uma notável beleza de expressão e nelas revela uma brilhante apologia de espírito. As suas conferências sobre filosofia estética trouxeram-lhe fama. Autor de clássicos como o romance O Retrato de Dorian Gray (1890) e Salomé (1893), uma das nove peças de teatro que nos legou, algumas das quais ainda hoje podemos ver em cena. São comédias ricas de paradoxos e em que se criticam, subtil mente, muitas das falhas da sociedade de então, na qual ele próprio também campeava com os seus erros e de feitos. Escreveu ainda várias novelas e contos, levemente poéticos, levemente sarcásticos, e com os quais granjeou maior glória e popularidade. Destacou-se como poeta. principalmente na juventude, e foi um mestre em criar frases marcadas por ironia, sarcasmo e cinismo. Desde bem cedo se distinguiu pela sua extravagância, que se acentuou em Oxford, onde estudou e onde cultivava um estilo de vida excêntrico. O seu gosto pela experiência artística do mundo resultou num movimento, o dandismo, ou esteticismo, do qual foi fundador. Em defesa deste movimento, visitou a América e, na alfândega, disse a sua frase mais citada: “Não tenho nada a declarar, só o meu génio”. Quando regresso a Londres foi condenado por “praticar actos imorais” com o Lord Alfred Douglas, num longo julgamento em que foram usadas como prova cartas que escrevera ao jovem. Apesar de Wilde se ter defendido dizendo que as cartas eram sonetos em prosa, o processo resultou num encarceramento durante dois anos na pri são de Reading, onde escreveu os seus livros de poesia De Profundis (1897) e A Balada da Prisão de Reading (1898). Já mais perto do fim da sua vida foi para Paris, onde viveu uma vida mais discreta e literariamente menos prolífica sob o pseudónimo de Sebastien Melmoth e onde acabaria por morrer de meningite.


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