O Claustro do Silêncio

Luis Rosa

7,50 

Título: O Claustro do Silêncio
Autor: Luis Rosa
Edição: Presença
Colecção | Nº: Grandes Narrativas | 176
Ano: 2002
Páginas: 219
Encadernação: Mole
Depósito Legal: 181871/02
ISBN: 972-23-2902-2
Obs.: Com dedicatória do autor.

SOBRE
«O Claustro do Silêncio», romance galardoado por unanimidade com o ‘Prémio Vergílio Ferreira’, constitui uma verdadeira revelação. Luís Rosa é exímio na arte de nos transportar através da História, privilegiando-nos com uma viagem incrível que põe à prova todos os nossos sentidos – mundos que visualizamos com as cores da época, palpáveis e sensíveis, a aspereza dos muros, o perfume orvalhado dos campos, o cheiro apetecível de uma sopa, o fragor das batalhas, os amores juvenis e até os ecos dos claustros de um mosteiro, onde os amantes Pedro e Inês estão reunidos para toda a eternidade. Enfim, uma atmosfera brilhantemente recriada que remonta ao final das Invasões Francesas e à extinção do Império Cisterciense, aqui personificado pelo Mosteiro de Alcobaça. Romance histórico por excelência,«O Claustro do Silêncio», é uma magnífica obra literária.


SOBRE O AUTOR

Luís Rosa
(1939-2020)

Licenciou-se em Filosofia, dispondo de várias formações multifacetadas, particularmente na área de gestão, exercendo elevadas funções numa grande empresa portuguesa. Desenvolveu também uma intensa actividade como docente. É membro da Academia Portuguesa de História. O seu primeiro romance, O Claustro do Silêncio, foi desde logo a sua consagração, ao ser distinguido com o Prémio Vergílio Ferreira. Seguiu-se-lhe O Terramoto de Lisboa e a Invenção do Mundo, que a crítica não deixou passar sem elogiosas referências e o público esgotou. O Amor Infinito de Pedro e Inês, romance de grande densidade sobre um tema esplendoroso da nossa história, tem sido objecto de sucessivas edições; em Bocage — A Vida Apaixonada de Um Genial Libertino, projecta-se o poeta na totalidade das suas dimensões, estas duas obras receberam o mesmo entusiástico acolhimento por parte do público e da crítica, tal como aconteceria também com O Dia de Aljubarrota.


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